sexta-feira, dezembro 20, 2013

Reservas do Monte da Ravasqueira

Julgo que já aqui, em tempos, me queixei dos vinhos deste produtor, sendo que posteriormente lhe tenha feito (alguma) justiça. Neste texto, além das novidades terei de me penitenciar.
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O Monte da Ravasqueira Reserva Branco 2012 não é, claramente, um vinho para o meu gosto. Agradável, com certeza, certamente quase consensual, mas o perfil não me fará comprá-lo. Todavia, é um vinho fácil de agradar e muito bem feito
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Fez-se com as uvas viognier (54%), que definitivamente entraram na moda, e alvarinho (46%)... e alvarinho no Alentejo, sinceramente... acho que há alternativas mais interessantes.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Monte da Ravasqueira – Sociedade Agrícola D. Diniz
Nota: 6/10
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Monte da Ravasqueira Reserva Tinto 2011 já me deu mais prazer. É um vinho capaz de agradar em todo o mundo, com a equipa vencedora da touriga nacional (54%) e da syrah (46%), em que uma puxa pela outra e juntas fazem o caminho.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Monte da Ravasqueira – Sociedade Agrícola D. Diniz
Nota: 7%10
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Monte da Ravasqueira 2003... o que disse mal deste vinho!... bebi-o em casa dum amigo, recentemente, andava por lá esquecido, e está uma máquina!
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Nota: Estes vinhos foram enviados (exceptuando o 2003) para prova pelo produtor.

Os Jaguares da José Maria da Fonseca

Todas as casas têm os seus topos de gama. Quem habitualmente me lê já sabe que admiro muito o estilo de Domingos Soares Franco (e da sua equipa, porque ninguém vinho sozinho). E se os néctares mais modestos têm uma inquestionável qualidade, os de topo são de alta escola.
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Escrevi-o várias vezes a transgressão, saudável, do Mestre. O J foge ao arquétipo dos alentejanos, o José de Sousa Mayor já tem sotaque e o Periquita Superyor é a tradição da zona de Setúbal.
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Periquita Superyor 2009 lembra-me os antigos Periquitas, obviamente com a qualidade acima. É natural, pois todo ele é feito com uvas da casta castelão, que atinge o potencialmente máximo na zona de Azeitão... situava-se lá a Quinta da Periquita, e os resultados foram tais que as uveiras se espalharam por todo o lado ali à volta.
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É um vinho rico em aromas, que não se atropelam, mas colaboram entre si, desde a fruta mais escura, ao perfume da lavanda e à frescura da menta. É muito suave e nada rústico
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Origem: Regional Península de Setúbal
Produtor: José Maria da Fonseca
Nota: 8/10
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O J... não sei se goste da marca... deve ser porque é janota... é um português viajado. Não tem sotaque, mas tem tiques de quem viajou bastante. Ainda que lhe dê a mesma nota, o nível de satisfação foi inferior. Porém, apenas essa fronteira do gosto mais e do gosto menos.
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O J juntou grand noir (60%), touriga franca (28%) e touriga nacional. Comprovo, que fora do Douro, a touriga francesa não rende o que dá por lá... mas continua cheia de carácter.
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Origem: Regional Península de Setúbal
Produtor: José Maria da Fonseca
Nota: 8/10
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Periquita Superyor 2009 está na categoria dos imperdíveis. Ainda não chega ao patamar dos... bem, olhem para a escala.
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Se fosse agora apresentado ao sobro, era bem provável que lhe ofertasse este. E cá está o castelão em esplendor, demonstrando que naquelas bandas é ele que reina. Pode estar um pouco fora de moda, mas é casta do caraças.
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Origem: Regional Península de Setúbal
Produtor: José Maria da Fonseca
Nota: 8,5/10
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Nota: Estes vinhos foram enviados para prova pelo produtor.

Pasmados Branco e Pasmados Tinto

Os Pasmados são clássicos, sobretudo o tinto, néctar de que guardo especial memórias. Mas o branco, não tendo tantos anos de conhecimento, é um quase clássico.
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Sinceramente, o Pasmados Branco 2009, embora de grande qualidade, não me arrebatou. Esperava mais. Gostei da escolha do lote, com uvas complementares: viosinho (50%), arinto (30%) e viognier (20%).
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É um vinho fresco, sem ser «fresquinho». Punha-o na mesa com condutos leves.
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Origem: Regional Península de Setúbal
Produtor: José Maria da Fonseca
Nota: 5,5/10
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O Pasmados Tinto 2011 tem, à partida, a sorte de ter nascido em 2011, ano que, se não me engano, foi do melhor... embora com perdas na região de Setúbal e Algarve. Todavia, consta-me que de qualidade não se queixa.
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Este é um misto de clássico e contemporâneo. Disse-me o meu amigo Turco, que o tem provado menos vezes, que está diferente. Provavelmente sim e, a ser verdade, desconfio que seja para se aproximar do gosto dos novos enófilos, mas sem se desmarcar dos fiéis.
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O lote é composto por syrah (49%), touriga nacional (37%) e castelão (14%)
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Origem: Regional Península de Setúbal
Produtor: José Maria da Fonseca
Nota: 7/10
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Nota: Estes vinhos foram enviados para prova pelo produtor.

Quadros da Colecção Privada de Domingos Soares Franco

Com assinalável atraso, porque a vida não está fácil, cá seguem os vinhos que vou tendo em atraso.
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Diz-me o instinto, e também o rótulo, que mestre Domingos Soares Franco faz com esta gama o que lhe dá na telha... talvez um pouco refreado pelo irmão António, que o faz ter os pés mais assentes na terra. Mas isto digo eu, sem qualquer fundamento.
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Ora cá vai o primeiro: Colecção Privada Domingos Soares Franco Moscatel Roxo 2012. Trata-se dum espumante e como o Ano Novo está a chegar pode ser uma aposta.
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Não é vinho para quem já é batido nestas coisas das bolhinhas, mas não há dúvida que pode reunir, em felicidade, convidas dom diferentes graus de enofilia e até aqueles que o único vinho que bebem é o espumante do novo ano.
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Achei-o um pouco doce, mas com final seco. E aí está o equilíbrio da unanimidade, ou quase.
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Origem: Regional Península de Setúbal
Produtor: José Maria da Fonseca
Nota: 4/10
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Colecção Privada Domingos Soares Franco Syrah e Touriga Francesa 2011
A touriga francesa aka touriga franca é a provocação de Domingos Soares Franco, que gosta de ver o furinho na legislação e ir por aí dentro. Curto isso.
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A touriga francesa (por causa dele ando com vontade de voltar à terminologia original) dá-me uma paixão... sei, porque já me disse, que Domingos Soares Franco também a aprecia bastante.
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Aqui, na área de Setúbal, não atinge o patamar do esplendor do Douro. Nota-se que é estranha ali, mas encanta sempre. O casamento com syrah dá-lhe um toque internacional.
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Origem: Regional Península de Setúbal
Produtor: José Maria da Fonseca
Nota: 7/10
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Colecção Privada Domingos Soares Franco Verdelho 2012 parece-me polivalente, para tempos frios e quentes. Um pleno, porque bastante gastronómico. Todavia, à conversa cai igualmente catita.
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Origem: Regional Península de Setúbal
Produtor: José Maria da Fonseca
Nota: 6/10
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Colecção Privada Domingos Soares Franco Grüner Veltliner, Rabigato e Viognier 2012... ai que coisa tão esquisita!... e tão agradável que é!... Tanto mundo e viagem, temperos daqui e dali. Pois este encantou-me bastante.
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Origem: Regional Península de Setúbal
Produtor: José Maria da Fonseca
Nota: 7/10
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Nota: Estes vinhos foram enviados para prova pelo produtor.

segunda-feira, dezembro 09, 2013

Vila Santa Reserva Branco 2012

João Portugal Ramos e sua equipa são duma grande fiabilidade. Vindima após vindima conseguem manter alta a qualidade e o perfil. Claro que há os vinhos mais correntes e outros que melhor exprimem o ano.
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Não querendo entrar na enochatice das vírgulas das vindimas e da precipitação nos três minutos anteriores à colheita, vou dizer apenas o que me apraz... é que sou enófilo e não comentador capaz de sublinhar o 4-3-3 e a função do número 6 no rendimento da equipa.
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Primeiro tenho a dizer que a antão vaz não apareceu. Não a notei nem na boca, nem no nariz nem na documentação fornecida. Aleluia! Este vinho fez-se com a arinto (sempre fresca), a alvarinho (por vezes enjoativa no Alentejo, aqui temperou bem) e a sauvignon blan (carácter mais complexo).
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É um vinho para ser acompanhado por comida. Bebe-lo depois da praia não lhe convém, porque não convém ao enófilo. Junte-se-lhe comida e vai crescer em satisfação.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: João Portugal Ramos
Nota: 6/10

Solista Verdelho 2012

Fresquinho e suave... boa onda, mas não é bem o que chamaria de piscina.
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A edição de 2010 fora feita com a antão vaz (blheck!), mas a dupla de enólogos Paulo Laureano / Rita Carvalho fizeram a maravilha de me maravilhar. A adega tem novo mestre, Rui Reguinga, que é homem de grande mestria.
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Não sei se este Solista é já da sua lavra. O que sei é que gostei dele. Esperava «aquele» solista, o da casta tenebrosa. Esse surpreendeu, até por isso. Este espantou-me menos. A «culpa» não é dele, mas do estrondo do anterior.
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Não lhe aponto negativas. Não é suposto ser um grande vinho, mas um néctar para prazer e consenso. Eu, que tenho mau feitio, digo apenas que é muito certinho. Mas isso digo eu, que tenho a mania que sou duro e mauzão.
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É um vinho para agradar à sogra, que tem a mania que não gosta de brancos.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Adega Mayor
Nota: 5/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

Monte Mayor Branco 2012

Tem piada, tem. Fresco e agradável.
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Num vinho que tem a casta antão vaz, esta simples afirmação é um elogio. Para quem não sabe, digo. Para quem sabe, relembro... odeio a antão vaz.
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Felizmente, neste vinho nota-se pouco! A verdelho dá-lhe mundo e a arinto frescura.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Adega Mayor
Nota: 4/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

Monte Mayor Reserva Tinto 2011

Eis um vinho que, embora sem ofuscamento, dá um bom prazer. Não digo que seja banal, não é isso. Digo que é consensual. Julgo que não existirá ninguém que possa dizer que não gosta.
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Não me arrebatou, mas com satisfação acompanhou uma bela peça de carne de vaca. Nada de gordura excessiva. Casaram-se bem e foram muito felizes.
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Fez-se com as castas aragonês, trincadeira, alicante bouschet, syrah e petit verdot. Tendo tanta coisa, pode ser muita coisa. Não é um alentejanão, no sentido da bombarda, mas não é um alentejaninho, na fragilidade delicada.
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Pode ser muita coisa e como o Alentejo é vasto e variado, é também alentejano.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor:
Adega Mayor:
Nota: 5,5/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

Fiúza 3 Castas Nature

Este é um vinho descomplicado. Sinceramente não me disse grande coisa. Vai bem com uns acepipes... pasta de atum ou de caranguejo – parece-me, pelo sentido do que dizem, pois pêche (dito à moda do Algarve) e coisa que a minha boquinha não manja.
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Feito com as castas vital, arinto e sauvignon blanc, este frisante não lhes dá grandes características. Achei-o industrial... bem feito. Só isso.
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Origem: Regional Tejo
Produtor: Fiúza & Bright

Nota: 3/10

Ninfa Escolha Pinot Noir 2011 e Ninfa Escolha Sauvignon Blanc 2012

O tempo voa! Parece mesmo que foi ontem que escrevi estacrónica sobre o pinot noir de João Barbosa – um homem simpático com quem simpatizei desde a primeira hora. Apesar do nome e do apelido, não consta que tenhamos parentela.
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Num evento há uns meses (nem quero pensar há quantos) mostrou-me este vinho já feito. Um espectáculo. Tudo o que esperei dele se confirmou.
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Nesse primeiro encontro, quando nos conhecemos, disse-lhe que estava na calha entrar na lista dos meus vinhos preferidos... Bingo!
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O Ninfa Escolha Sauvignon Blanc 2012 é outro vinho para bom contentamento. Nada do espalhafato do «novo mundo», que é uma intoxicação e um aborrecimento. Este é limonado e com ananás, nada enjoativo. Prolonga-se na boca e apreciei-lhe a mineralidade.
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Ninfa Escolha Pinot Noir 2011
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Origem: Tejo
Produtor: João Barbosa
Nota: 9/10
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Ninfa Escolha Sauvignon Blanc 2012
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Origem: Regional Tejo
Produtor: João M Barbosa
Nota: 6/10