domingo, outubro 24, 2010

Falcoaria Tinto 2006

Bem. Esteve bem, sim senhor. Apreciei. Porém, há que dize-lo, menos apaixonante do que estava à espera, tendo em vista o apresentado aqui há uns dias.
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Apreciei-lhe o nariz, com a menta, o fumo e o ligeiro couro. Taninos amestrados, mas mostrando-se.
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Origem: Ribatejo
Produtor: Quinta do Casal Branco
Nota: 6/10

sábado, outubro 23, 2010

Vale d’Algares Selection Tinto 2008

Um vinho um pouco mais austero que o colocado aqui ontem. Mantém-se o perfil equilibrado e jovem (por que será? ;-) ). Nota-se ameixa preta e fumo, em feliz harmonia. Taninos bem domados e boa acidez.
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Origem: Regional Tejo
Produtor: Vale d’Algares
Nota:6,5/10

sexta-feira, outubro 22, 2010

Guarda Rios Tinto 2008

Digo bem deste vinho e, contudo, tenho o enólogo (Pedro Gonçalves Pereira) à perna, porque digo que não é vinho que me deslumbre, por não ser bem o meu estilo. Prometeu-me uma prova cega para me evangelizar… estou para ver.
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Vinho consensual, fácil e afinado. Equilibrado e sem ser efusivo no nariz, mas com fruta presente, e nota da madeira, sem que esmague o todo. Boa acidez.
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Origem: Regional Tejo
Produtor: Vale d’Algares
Nota: 6,5/10

quinta-feira, outubro 21, 2010

Quinta da Alorna Touriga Nacional – Cabernet Sauvignon Reserva 2008

Por vezes gosto de cabernet sauvignon… não é casta que me apaixone propriamente. Neste achei que estava um pouco presente demais. Mas não o tornando negativo, de modo algum.
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O cabernet dá-lhe notas vegetais, a que se soma um toque mentolado. Na boca mostrou elegância, característica positiva e omnipresente nos vinhos de Nuno Cancella de Abreu.
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Origem: Regional Tejo
Produtor: Quinta da Alorna
Nota: 6,5/10

quarta-feira, outubro 20, 2010

Falcoaria Reserva Tinto 2007

Este foi dos mais interessantes vinhos provados na apresentação realizada pela Força Motriz. Bem sei que a casa tem tradição e pergaminhos, mas, ainda assim, provei alguma surpresa.
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O começo foi difícil, abrindo-se com vagar. Depois mostrou ameixa preta e fumo. Gostei da acidez e dos taninos marcados. Vai valer a pena guardá-lo por mais um tempo.
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Origem: Ribatejo
Produtor: Quinta do Casal Branco
Nota: 6,5/10

terça-feira, outubro 19, 2010

Grand’Arte Trincadeira 2006

Embora não sendo, exactamente, o meu estilo de vinho, tenho, claramente, de lhe reconhecer virtudes. Desliza bem, mas não surpreende. Nota-se o Ribatejo na alma, sem que isso queira dizer bem ou mal.
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No nariz revela cereja e fumo. Pela boca não me apaixonei, achando-lhe uma certa falta de acidez.
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Origem: Regional Tejo
Produtor: DFJ
Nota: 5,5/10

segunda-feira, outubro 18, 2010

Falcoaria Fernão Pires Branco 2008

Neste branco gostei lhe sentir a madeira, que, contudo, não esmagou a fruta branca que apresentou. Travo seco e bastante frescura.
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Origem: Regional Tejo
Produtor: Quinta do Casal Branco
Nota: 6/10

domingo, outubro 17, 2010

Quinta da Alorna Verdelho 2009

Este branco, ou melhor o verdelho, é uma estreia da casa. Interessante mas sem grandes surpresas. Notas de banana, sem que isso tolde a vontade de o beber.
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Origem: Regional Tejo
Produtor: Quinta da Alorna
Nota: 5,5/10

sábado, outubro 16, 2010

Vale d’Algares Selection Branco 2009

Continuo fã dos brancos de Vale d’Algares. Fáceis, descomplicados, bons para serem bebido à conversa ou a acompanhar um prato leve. Vinho também é diversão e este é bem disposto.
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No nariz revela algum rebuçado, que se vai esbatendo em notas mais tropicais, mas sem massacrar. Na boca vai bem, sem desiludir o que se previa no aroma.
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Origem: Regional Tejo
Produtor: Vale d’Alagres
Nota: 6,5/10

sexta-feira, outubro 15, 2010

Prova de vinhos do Tejo

Há um domingo ou dois (dois) aconteceu no Wanli (a minha chafarica de difícil definição, pois não bar nem casa de chá nem café nem sítio de vinhos – chamo-lhe sala de estar) uma pequena prova de vinhos do Tejo (nova forma de dizer regional ribatejano), organizada pela Força Motriz, empresa de comunicação do grande (também em tamanho) André de Quiroga.
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Ao todo foram testados 13 vinhos, tendo um sido chumbado devido a TCA, vulgarmente designado por cheiro a rolha (Grand’Arte Trincadeira 2004).
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As notas situaram-se num intervalo curto, entre o 5,5 (bom/muito bom) e o 6,5 (muito bom/excelente). Para acentuar a regularidade, refira-se que só dois vinhos foram classificados com 5,5. Dois outros ficaram com 7 (excelente) e 7,5 (excelente/fantástico). Ou seja, oito situaram-se entre os 6 e os 6,5.
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A ordem de apresentação aqui no blogue não segue qualquer hierarquia, exceptuando os dois melhores classificados, que virão em último. Este texto serve de introdução às notas, que começaram a ser publicadas amanhã e até 27 de Outubro, sempre pelas 15h00.