segunda-feira, Janeiro 24, 2011

Sogrape Vinhos recebe Wine Star Award

Salvador Guedes, presidente da Sogrape Vinhos, recebeu hoje [24 de Janeiro], em Nova Iorque, um Wine Star Award, galardão atribuído pela Wine Enthusiast Magazine, que distingue a empresa como “Produtor Europeu do Ano” 2010.
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A Sogrape Vinhos vê-se assim destacada entre os melhores da indústria do vinho, pelo sucesso demonstrado na promoção das diferentes marcas do seu portefólio e pela sua capacidade de inovação constante – afirma a revista.
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Para Salvador Guedes, presidente da Sogrape Vinhos, «este é o prémio que qualquer empresa nacional e estrangeira pode ambicionar, na medida em que distingue um percurso marcado pela iniciativa e inovação, valores que norteiam a actividade da Sogrape Vinhos, e que tem ditado o sucesso da empresa na conquista de diferentes mercados».

segunda-feira, Janeiro 17, 2011

CVR Tejo quer certificar 16 milhões

A Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) foi aceite enquanto entidade acreditada para a certificação de produtos vitivinícolas e ambiciona, em 2011, chegar aos 16 milhões de selos fornecidos.
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Com esta acreditação, concedida pelo IPAC (Instituto Português de Acreditação), segundo a norma NP EP 45011, a CVR Tejo é agora reconhecida oficialmente como organismo apto e qualificado para emitir certificações no que respeita aos vinhos, espumantes e vinagre de vinho com a Denominação de Origem “DoTejo” e com a Indicação Geográfica “Tejo”.
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“Esta acreditação vem reforçar que o nosso processo de certificação é absolutamente idóneo e imparcial, o que confere aos vinhos do Tejo uma clara garantia de qualidade”, refere José Pinto Gaspar, Presidente da CVR Tejo.
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O mesmo responsável revela-se optimista quanto ao desempenho da CVR Tejo no capítulo da certificação de vinhos para este ano, esperando mesmo atingir um número recorde de selos fornecidos aos vinhos da região.
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“Espero que esta acreditação possa contribuir para motivar cada vez mais produtores a apostarem na certificação dos seus vinhos e que possamos atingir, no final do ano, os 16 milhões de garrafas certificadas”,
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Recorde-se que, embora a CVR Tejo registe aumentos significativos no volume de certificação pelo quarto ano consecutivo, apenas 15% dos vinhos da região são certificados, o que para José Pinto Gaspar, atendendo à sua capacidade produtiva (800 mil hectolitros/ano), é ainda um valor aquém do seu potencial.
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“A evolução dos números da certificação é muito favorável, mas tendo em conta que a Região do Tejo é uma das regiões nacionais que mais vinho produz, sabemos que tem um potencial de crescimento muito grande e que queremos explorar”, conclui.

Carmim conquista novos mercados

A Carmim vai entrar nos mercados da Finlândia e Croácia. A cooperativa viu o seu vinho Alicante Bouschet 2008 ganhar uma tender (ou espaço no linear) no Alko, a maior cadeia de grande distribuição finlandesa. A entrada desta marca num mercado tão competitivo e difícil de conquistar como o finlandês comprova a qualidade dos vinhos da Carmim. Ao mesmo tempo, a Carmim iniciou uma nova relação comercial na Croácia, tendo introduzido o Monsaraz tinto e o Reguengos Reserva tinto naquele mercado em causa.
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Para José Canita, director-geral da Carmim, «este passo apenas é possível graças ao nosso trabalho e à qualidade dos nossos produtos, e é uma prova de que a nossa estratégia de internacionalização é sustentada. Este é mais um marco importantíssimo para a Carmim, que tem apresentado crescimentos de ano para ano nos mercados externos, tendo duplicado as suas exportações no final de 2009 relativamente ao final de 2005, tanto em valor como em volume».
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A empresa exportava até aqui para 26 mercados, e tem construído em seu redor, ao longo destes 39 anos de história, uma imagem de prestígio e sucesso, baseada na qualidade reconhecida dos seus produtos. Do seu portfólio fazem parte marcas bem conhecidas do público como Monsaraz Premium, Reguengos Garrafeira dos Sócios, Bom Juiz, Régia Colheita e Espumante Monsaraz.

quinta-feira, Janeiro 13, 2011

Adega Mayor revela segredos da vindima

A Adega Mayor acaba de lançar uma série de cinco episódios sobre as vindimas, documentando todo o processo desde a apanha da uva até ao engarrafamento. Esta viagem mágica, que começa nas vinhas em Campo Maior, pode ser acompanhada pela primeira vez através de podcasts na internet, Iphone, Ipod ou num mp4.
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«Procuramos estar sempre um passo mais à frente, conferindo modernidade a algo tão tradicional como a produção de vinho. Somos por isso a primeira marca do sector a disponibilizar conteúdos em formato podcast para o iTunes», explica Rita Nabeiro, Administradora da Adega Mayor. «Esta é uma iniciativa com um inegável cariz didáctico, na medida em que todos poderão aprender alguns dos segredos por trás da produção dos nossos vinhos. Só com uma forte componente educativa, informando e ensinando os nossos consumidores, os tornaremos mais conhecedores e exigentes», acrescenta.
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A viagem começa na terra, mas só termina no copo e os três primeiros episódios já estão disponíveis online. Os primeiros episódios dão a conhecer a equipa, com declarações do comendador Rui Nabeiro e de Rita Nabeiro, administradora da Adega Mayor e uma apresentação de Rita Carvalho, enóloga residente da Adega Mayor.
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A colheita das uvas, a sua selecção, o processo de pisa mecânica, de remontagem e de amostragem, conteúdos presentes nos restantes episódios, acabam de desmistificar todo o processo que leva os vinhos da Adega Mayor até à garrafa.
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É possível subscrever os episódios, fazendo com que os mesmos sejam descarregados automaticamente, ou em alternativa visionar os episódios no Canal Adega Mayor no YouTube. Filipe Araújo é o jovem realizador responsável por este documentário, produzido pela BlaBlaBla Media da qual é co-fundador.
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Episódio 1
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Episódio 2
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Episódio 3

quarta-feira, Janeiro 12, 2011

CV 2008 distinguido na The Winde Advocate

O CV-Curriculum Vitae 2008 Douro Tinto, da Quinta do Vale D. Maria, destacou-se entre 184 vinhos nacionais, numa prova feita pela mais influente revista de vinhos do mundo, a The Wine Advocate. Com 95 pontos, obteve a segunda classificação mais elevada de sempre dada a um vinho tinto português pela publicação fundada por Robert Parker, o mais prestigiado crítico internacional.
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Na edição agora a circular em quase 40 países, o CV-Curriculum Vitae 2008 Douro Tinto recebeu a pontuação máxima do ano para vinhos tintos 2008. Sobre este vinho, Mark Squires, o crítico da The Wine Advocate responsável pelos vinhos de Portugal, escreve: “O CV 2008 é potencialmente brilhante, não tão potente e sexy como o 2007, mas provavelmente com melhor estrutura e um maior potencial de envelhecimento. Apreciei a integração e o equilíbrio de todos os elementos, o aço por detrás do veludo, a fruta madura. É suficientemente poderoso mantendo-se elegante a meio-palato, com notas leves de compota que equilibram o ataque inicial e a vivacidade dos taninos. É sem dúvida fresco e vibrante, com leves notas compotadas. As notas marcantes de fruta no ataque inicial assentam numa super estrutura, típica de grandes vinhos!”.
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O Quinta Vale D. Maria 2008 Tinto ficou em terceiro lugar, ex aequo com oito outros vinhos, obtendo 93 pontos. Mark Squires descreve-o como sendo “um vinho cheio que enche o palato e é um digno sucessor do 2007, explodindo com o que eu chamo ‘aromas controlados’ – significando isto que não é um vinho pesado – mas um vinho autêntico e com carácter. Deixa-nos na memória a lembrança de dizer ‘este vinho é delicioso!’”. O vinho VZ 2009 Douro Branco obteve 88 pontos, também uma nota de topo.
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Estas classificações vêm confirmar a consistência e qualidade dos vinhos produzidos por Cristiano van Zeller, já distinguidos em anos anteriores pela The Wine Advocate: com os vinhos da colheita de 2006 e com 92 pontos, arrecadou o primeiro lugar absoluto desse ano, na altura com o CV-Curriculum Vitae 2006 Douro Tinto e com o Quinta Vale D. Maria 2006 Douro Tinto, ex aequo com o Pintas 2006. Na prova dos vinhos da colheita de 2007, os vinhos CV-Curriculum Vitae 2007 Douro Tinto e Quinta Vale D. Maria 2007 Douro Tinto, com 93 pontos, ficaram em terceiro lugar, ex aequo com mais dois vinhos tintos portugueses. A publicação de Robert Parker só uma vez atribuiu 96 pontos a um vinho português tinto ou branco.
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No coração do vale do Torto, um dos afluentes do Douro, e com cerca de 40 hectares, a Quinta do Vale Dona Maria pertence há pelo menos 200 anos à família da mulher de Cristiano van Zeller, um dos mais reconhecidos viticultores durienses. Sandra Tavares da Silva é a responsável pela equipa de enologia, contando com a vasta experiência de Cristiano no blend final, para alcançar a elegância que caracteriza os vinhos deste excepcional terroir.
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Cristiano van Zeller integra o grupo conhecido como Douro Boys – os cinco mais relevantes produtores de vinhos de mesa da Região Demarcada do Douro que reúnem, além da Quinta do Vale Dona Maria/Van Zellers & Co., a Quinta do Vale Meão, Quinta do Crasto, Quinta do Vallado e Niepoort. Em 2002, esta nova geração de produtores e enólogos uniu esforços, sendo hoje considerados a força maior na promoção da face moderna dos vinhos portugueses. Sinal deste sucesso, os seus vinhos têm vindo a conquistar o mercado internacional, nomeadamente com alguns dos melhores e mais famosos vinhos recentes do Douro.

terça-feira, Janeiro 11, 2011

Mouraz premiado

A CASA de MOURAZ recebeu três medalhas na última edição do concurso de vinhos Challenge Millésime Bio 2011, (um dos principais concursos internacionais de vinhos provenientes de uvas de agricultura biológica, promovido pela feira Millésime Bio 2011.
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O juri, composto por 140 provadores e presidido por Pontus Elofsson, escanção e um dos proprietários do restaurante Noma em Copenhaga (eleito em 2010 o melhor restaurante do mundo), degustou a 15 de Novembro de 2010 (em Montpellier ), 733 vinhos provenientes de 13 países.
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Entre os medalhados encontram-se 3 vinhos da CASA de MOURAZ. São eles: CASA de MOURAZ Private Selection tinto Dão DOC 2007; CASA de MOURAZ branco Dão DOC 2009; AIR - António Lopes Ribeiro, Vinho Regional Alentejano 2008.

quarta-feira, Janeiro 05, 2011

Taylor's lidera ranking Parker

Pela 3ª vez consecutiva a Taylor's lidera o ranking de pontuações Robert Parker colocado a icónica marca de vinho do Porto mais uma vez no topo da lista dos grandes produtores de vinho mais pontuados a nível mundial, de acordo com a Fine Wine Power 100. Esta tabela identifica e classifica as 100 mais poderosas marcas de vinho do mundo sendo publicada anualmente desde 2006 na edição de Dezembro da revista britânica The Drinks Business.
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“Penso que nunca tiveram (a Taylor’s) menos de 96 pontos”, refere Jack Hibberd gestor da Fine Wine Power 100 que constitui uma referência para investidores, comerciantes e consumidores de grandes vinhos.
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Na Fine Wine Power 100 cada vinho é classificado com base em cinco critérios; o volume de negócios gerado; a pontuação média Robert Parker atribuída aos últimos vinhos lançados no mercado ; o preço médio; a performance do preço registada durante um ano e a produção ponderada. Um dos mais importantes critérios é a posição ocupada no ranking Robert Parker onde a Taylor’s mantém a liderança com a pontuação média de 98 pontos, à frente do segundo classificado, o Château Lafite-Rothschild.
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“Continuar, pelo terceiro ano consecutivo, no topo do ranking de pontuações médias Parker é inédito e motivo de grande orgulho para a nossa empresa,” refere Adrian Bridge, director geral da Taylor’s acrescentado: “Este reconhecimento estabelece a Taylor’s de forma inequívoca como referência no mundo dos grandes vinhos. É um estímulo para continuar no caminho da excelência e a dedicar todos os nossos esforços ao vinho do Porto de qualidade.”
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A Fine Wine Power list classifica os grandes vinhos de todo o mundo, abrangendo as emblemáticas regiões francesas de Bordéus, Borgonha, Rhône e Champanhe, para além dos melhores produtores de Itália, Espanha e Austrália. Apenas três marcas portuguesas, Taylor’s, Fonseca e Dow’s, integram o Power 100 sendo todas de vinho do Porto.