quinta-feira, Janeiro 31, 2013

Vinhos argentinos mostrados em Lisboa

Sabe-se que muitas vezes as embaixadas portuguesas no estrangeiro servem vinhos doutras proveniências que não a pátria. Tiros nos pés de diplomacia de croquete e canapés entediantes, que dariam, no mínimo, chamada do embaixador a Lisboa para justificações e até destituição. Isso seria num país a sério e não nesta terra de opereta.
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Ao contrário dessas repartições portuguesas no mundo, em que cujos os responsáveis se sentem muitas vezes como aristocratas (quem lhes dera, palavra de monárquico), outros diplomatas fazem o que devem fazer: promovem o país, fazem-no representar. Tem diplomacia inteligente.
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A embaixada da Argentina em Lisboa organizou uma mostra de vinhos do país. Ousadia faze-lo num velho produtor europeu. E fez muito bem, pelo bem do seu país e dos enófilos portugueses.
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Em prova estiveram 24 néctares. Devido à impossibilidade técnica de poder com tempo conversar com todos os tendeiros, para saber mais das casas e das filosofias, a prova foi injustamente uma carreira.
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É impossível, aqui ou em qualquer mostra idêntica. Não é uma crítica nem um lamento, é uma constatação. Faz parte do ofício, digo eu que também sou jornalista. Por isso, não poderei adiantar muito sobre cada produtor. Peço, por isso, desculpa e compreensão aos leitores e aos simpáticos anfitriões. Vou limitar-me a citar as referências, dar as notas de prova e uma notação.
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A avaliação é claramente positiva. A ordem de aparição dos vinhos, tinha de ser uma, é decalcada do folheto fornecidos com as indicações básicas do vinhos, embora as notas de prova sejam minhas.
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BRANCOS
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Finca Flichman Mistério Chardonnay 2011
Nariz: banana e baunilha.
Boca: bom corpo e final interessante.
Nota: 6/10
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Trapiche Varietal Sauvignon Blanc 2011
Nariz: não demasiado exuberante, com as características da casta, com a qual embirro.
Boca: Fresca e suava.
Nota: 5,5/10
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Trapiche Zaphy Torrontés Biológico 2011
Nariz: fresco e com rebuçado, mas não excessivo na doçura. Tropicalidade e levemente floral.
Boca: Muito fresco, fruta fresca, bom corpo.
Nota: 7/10
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Terrazas Reserva Torrontés 2010
Nariz: alguma austeridade, com sublinhado de abacaxi.
Boca: Evocação tropical e belo final.
Nota: 7/10
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Colomé Torrontés 2011
Nariz: manga no ponto de maturação, algo mineral.
Boca: fresco e sensação sedutoramente frágil, feminino.
Nota: 6/10
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Crios Torrontés 2011
Nariz: muito fresco, vegetal, flores suaves, sedutor, uma finura de tropicalismo.
Boca: corpo longo, boa estrutura, frescura, bom final.
Nota: 7,5/10
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TINTOS
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Finca Flinchman Reserva Cabernet Sauvignon 2010
Nariz: vegetal e fresco, com notas de erva-doce.
Boca: taninos com raça, mas pouca subtileza. Final interessante.
Nota: 5,5/10
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Finca Flinchman Gestos Malbec 2011
Nariz: fresco, sem notas que sobressaiam.
Boca: taninos elegantes e boa envolvência.
Nota: 6/10
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Trapiche Oak Cask Malbec 2011
Nariz: vegetal, com nota de couve em cru, leve fumo.
Boca: taninos por domesticar e acidez banal.
Nota: 4/10
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Colomé Malbec 2010
Nariz: profundo e complexo; anis, um pouco de alcaçuz, avelã, pimenta, groselha.
Boca: taninos elegantes, boa acidez e final apimentado.
Nota: 7/10
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Crios Malbec 2011
Nariz: não particularmente interessante, com alguma ameixa preta.
Boca: adocicado.
Nota: 4/10
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Crios Cabernet Sauvignon 2009
Nariz: pimento, castanha e um pouco de rebuçado.
Boca: com alguma acidez, equilibrado, mas sem rasgo.
Nota: 5/10
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Crios Syrah Bonarda 2009
Nariz: fresco, com menta e pimenta branca, leve alcaçuz.
Boca: com fundura e persistência, taninos relevantes, algum chocolate preto.
Nota: 7/10
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Susana Balbo Malbec 2010
Nariz: fruta preta, mas com bastante evocação de madeira, mas polido.
Boca: suave, com elegância e fundura. Fácil e curto de descrever, mas bem interessante.
Nota: 7,5/10
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Fabre Montmayou Gran Reserva Malbec & Touriga Nacional 2009
Nariz: interessante integração das violetas e cerejas da casta portuguesa, noz-moscada, cassis,
Boca: madeira bem integrada, profundo, fresco e com promessa de boa evolução em garrafa.
Nota: 7,5/10
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Enzo Bianchi 2005
Nariz: pimenta branca, castanha e avelã.
Boca: taninos com raça, algum metal.
Nota: 6/10
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Famiglia Bianchi Malbec 2008
Nariz: um pouco oxidado, lembrando um tawny novo.
Boca: elegante e fresco.
Nota: 5/10
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Famiglia Bianchi Cabernet Sauvignon 2007
Nariz: pimento, pimenta preta, noz-moscada, madeira, algum anis, tudo bem casado.
Boca: doce, mas com frescura, taninos com carácter.
Nota: 6/10
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Elsa Malbec 2008
Nariz: notas evoluídas.
Boca: boa estrutura, taninos com elegância e final sedutor.
Nota: 6/10
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Arrabal 2009 – NÃO PROVADO.
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COLHEITA TARDIA
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Susana Balbo Late Harvest Torrontés 2010
Nariz: bom reflex da casta, doçura sedutora e ananás.
Boca: Muito doce e pouco subtil.
Nota: 5/10

quarta-feira, Janeiro 30, 2013

Quinta de Carvalhais Único 2009

Há vinhos assim… são o que muitos gostavam de ser. Este é um deles. Chama-se Único e, não sendo o único vinho do Dão de categoria esmigalhadora, tem um carácter, personalidade e ADN bem identificativos.
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O Dão é uma região de enorme potencial que, por via de se ter deixado dormir na forma, perdeu protagonismo. Mas o potencial está lá, pode entrar na moda, mas nunca se irá bater em pé de igualdade com o Douro e muito menos com o Alentejo.
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Atenção: refiro-me a quantidades e a dimensão de produtores, não em qualidade ou carisma. Ao Dão falta dimensão das propriedades e massa crítica, coisa que o empresarial Alentejo tem e o tradicional Douro aprendeu com o Vinho do Porto.
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A Quinta de Carvalhais é uma jóia da Sogrape no Dão, grande casa em todo o país. O Único é o seu emblema máximo. Gostei da colheita de 2005, mas a de 2009 extravasou a expectativa. Se as coisas continuarem assim, com constante afinações, os Único serão, desejo, mais do que um actual belíssimo vinho para se colocarem mesmo no topo, ombreando com referências já consagradas. Que assim seja!
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A filosofia da Sogrape para os Único é o surgimento em anos considerados excepcionais. Penso que fazem bem, se querem criar aura e prestígio… coisa que a casa sabe fazer como poucos, e com justificado reconhecimento.
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O Dão está todo dentro do Único, com sua elegância e profundidade. Tinto com frescura, subtilezas, diferentes níveis de leitura, conforme o tempo que se conversa com ele no copo. Muito gastronómico, é um vinho de salão. Um aristocrata de temperamento e modo. Um grande vinho.
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Origem: Dão
Produtor: Sogrape
Nota: 8,5/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

terça-feira, Janeiro 29, 2013

Tons de Duorum Tinto 2011

O Tons de Duorum Tinto é já um clássico. Não me cansa bebê-lo. É sempre boa companhia e mesmo contrabalançado com pesos-pesados do Douro, que normalmente abrem a refeição chez moi, o Tons de Duorum fica bem na fotografia.
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Esta marca está integrada no projecto que o enólogo e empresário João Portugal Ramos desenvolve no Douro, em parceria com o seu amigo, e também figura grada da enologia, José Maria Soares Franco. Ainda que não ligando à chamada relação entre a qualidade e o preço, este(s) é dificilmente imbatível, com o seu valor indicativo de 3,99 euros!!!!!
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Seja o que for essa coisa da relação entre qualidade e o preço, que ainda que exista nem sempre expressa o local do seu nascimento, o Douro está metido nesta garrafa. Lá estão as típicas touriga franca (do meu coração), touriga nacional e tinta Roriz. Lá está o Douro e sua esteva e notas lenhosas.
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Origem: Douro
Produtor: Duorum Vinhos
Nota: 6/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

segunda-feira, Janeiro 28, 2013

Conde de Vimioso Espumante Extrabruto 2009

Ora aqui está um vinho que não fui à bola! É bem feito, pois outra coisa não seria de esperar de João Portugal Ramos e sua equipa, mas não aqueceu nem arrefeceu. Encolhi os ombros e digo: nã…
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Se por um lado não surpreende no nariz, mostra-se mais interessante na boca, exceptuando um pormenor, que, por acaso, é um pormaior: a borbulhagem… Parece sais de frutos, tudo aos saltos, bolhas empertigadas.
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Não… a este não posso dar grande nota, embora lhe atribua uma positiva… isto de dar notas a vinhos de grandes enólogos põe-me numa posição pretensiosa, em bicos de pés… mas se tenho a ousadia de blogar…
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No nariz mostra algum mel, massa de pão e um ramalhete suave (flores que não sei). Na boca, apesar de Extra Bruto, tem frescura, sente-se entre o mel e o metálico. A borbulhagem é que, francamente… não!
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Origem: Tejo
Produtor: Falua
Nota: 3,5/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

domingo, Janeiro 27, 2013

Vinhos Contemporal - Continente

Os Contemporal são vinhos da casa de distribuição Continente. Como tal, a empresa espera vinhos com baixo preço de embate e qualidade apetecível. Como conseguem preços tão «em conta» não sei… embora me pareça que quem aguenta a canga são os vitivinicultores.
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Bem, Portugal é um país livre e cada um vende o que tem a quem quer… e cada um compra a quem quer. E o preço certo? E o preço justo? Matéria que aqui não quero entrar. Todavia, não deixo de ficar surpreendido com os preços das marcas brancas.
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O enólogo e crítico de vinhos Aníbal Coutinho escolheu uma mão cheia a néctares que representassem o país e agradassem ao consumidor. Penso que conseguiu. Não há grandes vinhos, nem poderia haver aos preços praticados, mas estes estão muito acima do mero «feliz» ou cumpridor dos mínimos.
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A escolha de Aníbal Coutinho, que considero eficaz na selecção, em termos de qualidade, recaiu num Verde branco, um Península de Setúbal branco, num Dão tinto e num Douro tinto. Aqui tenho de fazer um à-parte. Como é possível haver «reservas» a este preço? Há algo de estranho na república portuguesa…
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Começando por aquele que menos me agradou: Contemporal Alvarinho 2011. Fico positivo, bem feito, mas que não compraria. Achei-o nada surpreendente e quase maçador. Todavia, florezinhas, tropicalidade (cada vez me chateia mais – no geral), fresco e delgado.
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Já o Contemporal Branco 2011 da Península de Setúbal me pareceu bem mais interessante, com mais alma; com limão, lima… muita frescura e com embate simpático na boca.
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Nos tintos, tanto um como o outro estão abaixo do que DEVERIA ser um reserva, mas se a lei e os certificadores o permitem… enfim!... Porém, gostei deles, dentro das balizas colocadas.
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O Contemporal Douro Reserva Tinto 2010 não me impressionou no nariz, com uma discreta, mas presente, touriga nacional. Na boca também não deslumbrou, mas revelou alguma profundidade.
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O Contemporal Dão Reserva Tinto 2009 já me surpreendeu bastante… acima do cinco, mas não suficiente para o cinco e meio. É o melhor destes vinhos. Tem temperamento de Dão, mas a touriga nacional do seu interior já me lembra um pouco as do Douro, mais geleia. Mas as violetas estão lá. Gostei dele na boca, da sua estrutura.
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Cada caso é um caso, mas não posso deixar de notar o abismo que vai entre a oferta de Dão tinto da do Pingo Doce, que merece ser incinerada. A quinta do tio Belmiro é Dão e a do tio Alexandre desmotiva.
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Origem: Vinho Verde
Produtor/distribuidor: Continente
Nota: 4/10
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Contemporal Branco 2011
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Origem: Península de Setúbal
Produtor/distribuidor: Continente
Nota: 5/10
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Contemporal Douro Reserva Tinto 2010
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Origem: Douro
Produtor/distribuidor: Continente
Nota: 4,5/10
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Comptemporal Dão Reserva Tinto 2009
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Origem: Dão
Produtor/distribuidor: Continente
Nota: 5/10
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Nota: Estes vinhos foram enviados para prova pelo distribuidor.

sábado, Janeiro 26, 2013

Terra d'Alter Telhas Branco 2010 - e outros (notações)

Isto agora é sempre a andar e com prévio pedido de desculpa a leitores e produtores. Motivos pessoais e profissionais ditaram o atraso na publicação dos textos.
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O Hotel da Estrela, que funciona também como escola de hotelaria, foi o palco para a estreia do novo topo de gama branco da casa Terra d’ Alter; o Telhas Branco 2010. À prova estiveram ainda outros vinhos, cuja referência será publicada após nota final.
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Trata-se dum vinho feito exclusivamente com a casta viognier e conheceu 11 meses de estágio em barricas de carvalho francês. No nariz revela manteiga de amendoim, pau de laranjeira, ameixa, pimenta rosa, baunilha e com uma subtil evocação de sal. Na boca mostra-se com frescura, guloso, com bom corpo, criado com notas de damasco e ameixa.
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O Telhas Branco 2010 tem tudo para encantar. Se não me engano as amigas hão-de gostar, pois tem carácter dum cavalheiro. Não é um homenzarrão, é um cavalheiro bem parecido. Em meu entender vai crescer, dêem-lhe mais dois ou três anos.
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Embora a generalidade dos vinhos receba apenas notação, não posso deixar de escrever os descritores dos topos de gama tintos:
– Telhas Tinto 2009: no nariz especiarias, nomeadamente erva-doce e pimenta da Jamaica, evocações balsâmicas, violetas, suave rebuçado e um pouco de café. Na boca revelou um embate doce, chocolate preto, taninos elegantes, frescura e envolvência.
– Outeiro Tinto 2010: ainda fechado no nariz, precisado de tempo. Ainda  assim mostrou ligeiro café, um pouco de erva-doce, ameixa em passa, cereja, anis e notas especiadas. Na boca tem doçura, muito macio, boa estrutura, nuance de madeira e compota de figo.
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Origem:  Regional Alentejano
Produtor: Terra d’Alter
Nota: 7,5/10
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Nota: foram também apresentados os vinhos Terra d’Alter Síria 2012 (5/10), Terra d’Alter Alvarinho 2012 (5/10), Terra d’Alter Reserva Branco 2011 (5,5/10), Terra d’Alter Alfrocheiro 2011 (5/10), Terra d’Alter Touriga Nacional 2010 (5,5/10), Terra d’Alter Reserva Tinto 2010 (6/10), Telhas Tinto 2009 (7,5/10) e Outeiro Tinto 2010 (8/10).

sexta-feira, Janeiro 25, 2013

Quinta do Quetzal Rich White 2010 - e outros (notações)

Isto agora é sempre a andar e com prévio pedido de desculpa a leitores e produtores. Motivos pessoais e profissionais ditaram o atraso na publicação dos textos.
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Uma colecção de vinhos Quetzal foi mostrada em Lisboa, na renovada Casa da Comida. Entre os néctares servidos, o destaque foi para o licoroso, branco, apelidado, tal como o seu irmão tinto, de Rich.
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O Quinta do Quetzal Rich White 2010 é um caso de prisão, devido à sua perigosidade! É muito guloso, escorregando para cima (ups!) direito ao cérebro. Trata-se dum monovarietal de Antão Vaz (a tal casta que eu não gosto), cujos frutos foram colhidos sobremaduros. É um vinho com frescura, apesar do seu doce trago.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Quinta do Quetzal
Nota: 7/10
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Nota: Foram também lançados os vinhos Guadalupe Selection Branco 2011 (5,5/10), Guadalupe Selection Tinto 2009 (5,5/10), Quinta do Quetzal Reserva Branco 2011 (7,5/10) e Quinta do Quetzal Reserva Tinto 2009 (7,5/10).

quinta-feira, Janeiro 24, 2013

Herdade das Servas Vinhas Velhas Tinto 2009 - e outros (notações)

Isto agora é sempre a andar e com prévio pedido de desculpa a leitores e produtores. Motivos pessoais e profissionais ditaram o atraso na publicação dos textos.
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Este tinto da Herdade das Servas caiu-me no goto: fácil e sem desprimor. Venha alguém dizer-me que não gosta deste vinho… Ná! Duvido que alguém se chegue à frente ou levante o braço.
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A Herdade das Servas tem-se revelado uma casa interessante, aliando uma parte de tradição e outra de modernidade. Tem o peso de séculos de criação familiar de vinhos e adopta modernas técnicas. Vinhos facilmente identificativos do Alentejo, sem que por isso se tornem demasiado internacionais.
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É um vinho redondo e gostoso, com boa acidez. Revela notas de fruta preta e de compota. Tem pujança sem ser abrutalhado.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Herdade das Servas
Nota: 7,5/10
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Nota: Na apresentação deste néctar debutaram ainda Monte das Servas Escolha Branco 2011 (4,5/10) e Herdade das Servas Branco 2011 (5,5/10).

quarta-feira, Janeiro 23, 2013

Morgadio da Calçada

Estive em Provozende, terra de que já ouvira falar e que pouco mais sabia que fica no Douro vinhateiro. A povoação é minúscula, percebe-se pelo calcar nas pedras, mas mesmo assim pouco vi dela.
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Manuel Villasboas, fidalgo de província e moderno profissional no Porto, é um homem simpático que, pouco depois de o entrevistar, tratou logo de me pôr à vontade, sugerindo que nos tratássemos por tu. Sem demora ou contrariedade assim se fez a sua, e minha, vontade.
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O Morgadio da Calçada foi instituído no século XVII pelo desembargador Jerónimo da Cunha Pimentel. A família Pimentel, através deste ramo Cunha e o dos Serpa, tem uma tradicional importância na região duriense.
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Ao contrário do que acontece(u) noutros países, a nobreza portuguesa não dispôs, regra geral, de grandes casas. Para lá da fronteira a riqueza era maior e avançando para França ou Alemanha a diferença ainda maior. Porém, o que faltou em magnificência não faltou em poesia e charme.
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A casa de Manuel Villasboas tem um inquestionável encanto, edificada num estilo neo-clássico rural, que não engana quanto aos costados nem se distancia da nobreza portuguesa típica. Hoje, além de emblema familiar, o conjunto arquitectónico é um empreendimento turístico, onde se junta tradição e um certo despojamento «clean» contemporâneo.
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Mas o que aqui importa é o vinho; uma parceria entre Villasboas e o enólogo-artista, tanto iconocasta quanto tradicional e minimalista,  com toque de Midas, Dirk Niepoort, também ele oriundo duma família de pergaminhos, neste caso relacionados com o Vinho do Porto.
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Já dei conta neste blogue http://joaoamesa.blogspot.pt/2012/12/morgadio-da-calcada-apresenta-novos.html nota de alguns vinhos deste minúsculo produtor. Agora apeteceu-me voltar à carga.
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A área total de vinha é de cerca de 4,5 hectares, dos quais 2,5 de castas brancas. A vinha está dividida em três parcelas, uma mais antiga, com mais de 100 anos, onde se misturam tintas com brancas, uma só de brancas, com cerca de 20 anos, e outra de tintas com perto de 30 anos.
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Em termos de castas, as uvas brancas plantadas são as côdega, moscatel galego, gouveio, rabigato e viosinho e as tintas as tinta roriz, touriga franca e touriga nacional. Na vinha mais antiga, tal como é comum no Douro em parcelas com videiras dessa antiguidade, as variedades encontram-se misturadas, sendo até difícil diagnosticar todas as presentes.
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A vinha, situada a 600 metros de altitude, com 6.000 pés de vide por hectare, não é mecanizada. Assim, o trabalho é realizado com recurso a tracção animal. É giro, tem pinta, mas é caro. E então? Esperar-se-á que uma vinha desta dimensão dê um milhão de litros de massificação? Há pouco e tem de ser caro. Juro que não sei de preços.
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Actualmente, o Morgadio da Calçada tem nove referências (branco, tinto, branco reserva, tinto reserva, Porto Dry White, LBV 2007, Tawny Colheita 1998, Tawny Reserva e Ruby Reserva). Provadas que foram as novidades, e que deixei já escritura, embora sem notas de prova ou notação (todas acima dos 6,5 / 7), fingindo-me de esquecido quanto aos descritores… coisa que até nem diz muito…
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Antes de partir, tenho de sublinhar um Porto, daqueles muito velhos que andam pelas adegas das quintas. Uma relíquia a que tive acesso e que consegui bebericar mais do que um dedal. Um tawny muito velho, que terá idade sabida, mas que não me lembro. Talvez nem seja importante. Relevante é saber que no Morgadio da Calçada se guarda um tesoiro. 

«A vida de um vinho» Reserva 2008

Peço perdão aos leitores pelo atraso na publicação deste texto, no geral, e ao produtor, em particular. Motivos de ordem pessoal e profissional afastaram-me do blogue e, por isso, tudo se atrasou. Este caso é para mim mais relevante por se tratar duma iniciativa solidária. Peço, por isso, também desculpa aos beneficiários da acção. Espero que ainda vá a tempo de ajudar.
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«A Vida de um Vinho» é mais do que um vinho, é um projecto de solidariedade social, lançado pela Casa Ermelinda Freitas, destinado inteiramente à Cáritas de Setúbal. O projecto nasceu em 2008 e tem agora o apogeu, com o lançamento comercial.
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A ideia de apoiar uma causa social do distrito de Setúbal nasceu «numa conversa de amigos», afirmou Leonor Freitas, empresária que lidera esta casa produtora. Ao vinho juntaram-se a música e a pintura.
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No total foram produzidas 1.500 garrafas magnum (1,5 litros). Desse total, 500 vão ser vendidas com um CD com músicas originais do maestro Jorge Salgueiro e uma serigrafia do mestre  Mário Rocha, a um preço de 175 euros. As restantes 1.000 garrafas estão acompanhada apenas pelo CD, a um preço de 100 euros.
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As garrafas podem ser adquiridas na loja da adega da Casa Ermelinda Freitas ou nos supermercados El Corte Inglés de Lisboa, Porto e Cascais.
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Em cada ano, Mário Rocha tem apresentado um quadro diferente, alusivo à história do vinho. Um evoca a vindima, outro o estágio em barrica, o terceiro a evolução do néctar e o quarto o convívio. As obras de arte, além de reproduzidas em serigrafias que acompanharão algumas garrafas, serão também elas vendidas e a sua receita remetida para a Cáritas setubalense.
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O vinho resulta de um lote composto maioritariamente pela casta castelão (70%), a mais representativa da região da Península de Setúbal, e por touriga nacional, syrah e cabernetsauvignon.
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O vinho estagiou 14 meses em barricas de carvalho francês e a parte restante em garrafa.Em termos de descritores olfactivos, mostra frutos pretos, compota, pimenta branca e uma pequeníssima de erva-doce. Na boca revela-se potente, com grande volume e um longo e quente final, com nuances de castanha e avelã. É um vinho que merece ser guardado por uns anos, pois tem bom potencial de evolução, podendo atingir o seu clímax dentro de dez anos e uma boa saúde até mais 15.
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Origem: Palmela
Produtor: Casa Ermelinda Freitas
Nota: X

Workshop de cozinha macrobiótica em Lisboa

A comunidade hindu em Portugal vai organizar, a 16 de Fevereiro, em Lisboa, um workshop de iniciação à cozinha macrobiótica. Na sessão culinária serão abordados temas relacionados com a filosofia macrobiótica, alimentação e saúde natural.
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A sessão, que decorrerá entre as 16h00 e as 20h00, tem um custo de 35 euros. O evento decorrerá na sede da Comunidade Hindu, na alameda Mahatma Gandhi. A organização adianta que «quem tiver uma real indisponibilidade financeira, poderá existir uma troca de serviços a combinar».
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O workshop começará com uma conversa, onde serão abordados os alimentos base da alimentação macrobiótica e receitas que irão ser preparadas (sopa miso com alga wakamé, sopa de arroz, caril de lentilhas com arroz integral, nituké de legumes, massa integral para dias de festa com molho de tofu e kukicha; Para acompanhar pickles, chucrute e ameixa umeboshi; Para temperar à mesa, shoyu e gomásio).
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«Os participantes deverão trazer um avental, uma caneta para tomar notas, boa disposição e vontade de passar algumas horas à volta dos tachos, a cozinhar comida saudável, integral, que pode [e deve] ser deliciosa!», refere o comunicado.
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Mais informações na comunidade I Love Bio (facebook.com/comida.saudavel.deliciosa) e no blog Hi-Fu-Mi-Yo (vidagrande.wordpress.com). 

Luís Pato mostra vinhos no Porto

O produtor Luís Pato irá mostrar os seus vinhos, a 2 de Fevereiro, na sala de provas da Viniportugal, no Porto. O evento terá início às 16h30 e contará com a presença deste produtor bairradino, que comentará a prova.
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As inscrições na prova, que terá um custo de cinco euros, deverão ser efectuadas através do endereço de correio electrónico sala.ogival.porto@viniportugal.pt, ou pelos números de telefone 22 33 23 072 ou 96 637 11 02. 

Squires dá 99 pontos a Tributa

Mark Squires, provador oficial de vinhos portugueses de Robert Parker e crítico de vinhos da The Wine Advocate, atribuiu classificação de 99 pontos ao Vinho do Porto muito velho lançado pela Quinta do Vallado em tributo a D. Antónia Adelaide, informou a empresa em comunicado.
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 Apresentado ao mercado no final de 2012, o Vallado Adelaide Tributa, produzido em 1866 a partir de vinhas pré-filoxéricas, «começa a merecer o reconhecimento da crítica internacional», salienta o texto.
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Engarrafado numa série limitada de 1.300 decantadores, o Tributa está disponível para venda em Portugal e em mercados internacionais, como Reino Unido, Dinamarca, Suécia, Rússia, China, Angola e Brasil.
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Nota: Este vinho merecerá brevemente uma nota aqui no blogue... a promessa é antiga, mas não está fácil.

Fiuza na Prime Drinks

A marca Fiuza, com assinatura dos enólogos Peter Bright e Paolo Nigra, acaba de integrar o portefólio de vinhos da Prime Drinks, informou a distribuidora em comunicado.

Robert Parker elogia Companhia das Quintas

Robert Parker atribuiu mais de 90 pontos a seis vinhos da Companhia das Quintas, informou a empresa em comunicado. O vinho tinto Quinta do Cardo Grande Escolha 2010 recebeu de 92 pontos pela equipa de provadores do crítico Robert Parker, na listagem do seu guia do mês de Dezembro de 2012.
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O grupo dos «premiados» é formada ainda pelos Quinta do Cardo Touriga Nacional Reserva 2010 (91 pontos), Herdade da Farizoa Reserva 2010 (90), Herdade da Farizoa Grande Escolha 2009 (90), Morgado de Sta Catherina Reserva 2010 (90) e Prova Régia Premium 2011 (90).
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Além dos seis vinhos com notas na casa dos 90 pontos, a Companhia das Quintas viu dois outros dos seus vinhos receberem boas nota: Quinta da Fronteira Reserva   2010 (89) e Portas da Herdade Reserva 2010 (88).

sexta-feira, Janeiro 18, 2013

O pinot noir de João Barbosa

Ando para aqui com o blogue atrasado e cometo outra gafe… não foi o senhor Cunha que me veio pedir, sou mesmo eu quem laborou a coisa. Textos vínicos em bicha de espera e este entra logo. Pareço eu no Lux! À frente de toda a gente e sem pagar. Diga-se que aqui também ninguém paga nada.
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Entrevistei (profissionalmente) o meu homónimo dos vinhos Ninfa e Lapa dos Gaivões. Estava marcado nas estrelas que «João» e «Barbosa» quando se juntam dão pessoas fantásticas. Ele e eu (!!!) somos pessoas fantásticas… eu, principalmente sou belo e gracioso, apesar dos cento e alguns quilos. Além do mais, sou do Belenenses!
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Contei-lhe que um dia hei-de fazer um vinho: lote de baga, ramisco e touriga franca. Ainda lhe disse que ia ter um problema com ele, por causa da marca, mas João Barbosa continuou simpático. Bolas!
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Brincadeira à parte, o senhor é uma simpatia e atenciosidade (existe?) que cativam. Como escrevi e disse (é feio fazer autocitações, mas eu posso) muitas vezes, a paixão, trabalho e empenho traduzem-se no final. O amor que damos reverte. É a lei do retorno…  quem faz com pouco gosto nunca fará bem feito. É por isso que a comida das mães é sempre a melhor do mundo…
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Ora, seis vezes três: dezoito… vinho do Tejo? Pois, não é o que se pensa quando se fala em grandes vinhos, ainda que se saiba que a qualidade cresceu muito de há uns (poucos) anos a esta parte.
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Grandes vinhos? João Barbosa tem vinhos de qualidade inquestionável, mas tem um que é absolutamente fora de série… fora do sério. Vim do Alto da Serra (Rio Maior) excitadíssimo para escrever este texto. Há muito tempo que não me comovia assim e poucas foram as vezes em que me empolguei desta maneira.
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O vinho ainda não está engarrafado e só será descoberto daqui por uns meses. Entretanto, João Barbosa deu-mo a provar. Fantástico! Ou fazendo um trocadilho com as línguas portuguesa e inglesa: funtástico!
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Trata-se dum pinot noir como haverá poucos, quiçá nenhum, em Portugal. Tem cor de pinot noir e é elegante como um bom Borgonha. Suave e macio; não é veludo, é seda. Seda, mesmo. Uma acidez de ressuscitar. Um ataque de coração pelo melhor. Emoção, vida, personalidade e carácter. Um vinho único, que um enófilo tem de provar.
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A colheita é de 2011 e, como só acontece com os grandes vinhos, tem séculos pela frente. E irá em crescendo. Dez anos? Espero voltar a ele dentro de dez, vinte e trinta anos. Um colosso!
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Desculpem-me tantos elogios, mas estou nervoso de contente. Ganda pinta de vinho!
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Tenho, no livrinho do coração, alguns vinhos portugueses que me conquistam ano após ano, os meus Grand Cru, que não dispenso e que ponho as mãos no fogo pela sua qualidade. Quero bebê-los até morrer e a eles voltar na próxima encarnação: Quinta do Vale Meão, Quinta de Foz de Arouce Vinhas Velhas de Santa Maria e Cavalo Maluco, nos tintos, e Maritávora Grande Reserva Branco.
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O meu pensar do que quem faz por gosto, ou quem acarinha o que é seu, sangra amor e deleite é válido para Francisco Olazabal, conde de Foz de Arouce, José Mota Capitão e Manuel Gomes Mota… além dos respectivos enólogos (Francisco Olazabal, João Portugal Ramos, Paulo Laureano/Mota Capitão e Jorge Serôdio Borges), penso eu (de que, como terá dito aqueloutro senhor do Porto). Isso mesmo se pode dizer de João Barbosa e do alquimista júnior, que já não é nenhuma promessa, Pedro Pereira Gonçalves… o tal que, quando estava em Vale d’Algares, me prometeu uma prova cega de tintos…
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Bem, dessas minhas referências portuguesas de eleição nenhuma leva nota abaixo de nove… sendo que (já me cansa escrever isto tantas vezes) a classificação não é nem óbvia nem proporcional… o três é positivo e não é nem metade, nem um terço nem um quarto de quatro… é três. E o dez é uma nota aberta, que vai do dez até ao infinito antes de onze.
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Este pinot noir de 2011, que João Barbosa irá um dia mostrar ao mundo, terá, pelo menos, um nove. E tenho quase a certeza que assim será para sempre. Como o amor.

segunda-feira, Janeiro 14, 2013

Novo Vinhas das Servas no mercado

A Herdade das Servas  tem já no mercado Vinha das Servas tinto 2011, informou a empresa em comunicado. Segundo o texto, está-se «perante um tinto descomplicado e para consumir no dia-a-dia, que combina duas das mais clássicas castas alentejanas – aragonês (40%) e trincadeira (30%) – com syrah (15%) e alicante bouschet (15%).

Adega de Borba lança novo Rótulo de Cortiça

A Adega de Borba lançou o vinho Rótulo de Cortiça Reserva Tinto 2011. Com uvas de castas mais típicas do Alentejo (aragonês, alicante bouschet, catelão e trincadeira), este vinho estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês e em tonéis de madeira exótica, seguindo-se uma estágio de seis meses em garrafa em cave.
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De acordo com o enólogo da empresa, Óscar Gato, «este vinho deve ser servido a uma temperatura de 16/17ºC e é ideal para acompanhar carnes vermelhas e caça. Com um teor alcoólico de 14%, pode ser consumido de imediato ou ser guardado até 10 anos. O preço recomendado é de nove euros.

Oddka by Wyborowa chega a Portugal

A Pernod Ricard apresenta Oddka by Wyborowa, uma nova marca de vodka de sabores, criada a partir da experimentação e mixologia molecular, informou a empresa em comunicado.
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Produzida na Polónia pela Wyborowa Company, esta vodka é um exclusivo mundial do sabor oddka black. Oddka black é uma bebida espirituosa com aroma de frutos silvestres, o que explica a cor negra que lhe dá nome.

Aliança Vinhos lança concurso no Facebook

A Bacalhôa Vinhos está a realizar um passatempo, na página da Aliança Vinhos no Facebook, em que irá oferecer aos vencedores duas garrafas de Quinta dos Quatro Ventos 2008. A partir de hoje serão lançadas cinco perguntas (uma por dia). O vencedor terá de responder acertadamente a todas as questões, até às 19h00 de sexta-feira. A empresa irá premiar todos os que acertarem nas cinco perguntas.

Mark Squires dá 95 pontes a Foz de Arouce Vinhas Velhas

O vinho Foz de Arouce Vinhas Velhas de Santa Maria 2007 foi classificado como um dos melhores de Portugal e do mundo, com 95 pontos  (num escala de 100) pelo crítico Mark Squires, da revista de vinhos americana Wine Advocate, informou em comunicado o enólogo João Portugal Ramos.
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«O crítico não poupa elogios ao vinho: “rico e profundo (…) concentrado e elegante. Um vinho que já há vários anos apresenta características semelhantes sendo que esta colheita está mais marcada e expressiva pela sua fruta conseguindo um equilíbrio perfeito. Um vinho vibrante e concentrado. Uma das características que eu sempre apreciei neste vinho. Agora parece uma super estrela!».

IVIN internacionaliza-se

A IVIN, distribuidora de vinho portuguesa, arrancou com a SAVIN, empresa de distribuição independente do grupo que opera no mercado da África do Sul, informou a empresa em comunicado.
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O novo projecto comercializa, para já, apenas marcas de vinho de produtores locais sul-africanos, mas dá provas de querer introduzir marcas portuguesas no seu catálogo comercial, já no primeiro semestre deste ano. Miguel Grijó, fundador da SAVIN, espera uma facturação anual de perto de 500 mil euros.

Sogrape vence no IWSC

A Sogrape Vinhos recebeu o título de Produtor Português de 2012 (Portuguese Wine Producer) no Internacional Wine & Spirit Competition (IWSC), informou a empresa, que considera esse facto como «uma distinção que representa um dos mais cobiçados atestados de qualidade e reputação no sector vitivinícola a nível mundial». 

Quinta do Pôpa cresceu 25%

O produtor duriense Quinta do Pôpa terminou o ano de 2012 com um crescimento de 25% na facturação, facto que se deveu à entrada em novos mercados  (Estados Unidos da América e Alemanha) e «à aposta em produtos inovadores como o Pôpa Vinho Doce e o Lolita & Milf», informou a marca em comunicado.

CVR Tejo forma profissionais de restauração

A Comissão Vitivinícola Regional do TejoTejo) promove, hoje, 21 e 28 de Janeiro, em Santarém, Alcanena e Lisboa, respectivamente, a acção de formação para profissionais da restauração «As Portas Abertas do Tejo aos Aromas», de participação gratuita.
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Em comunicado, a CVR Tejo refere que o objectivo é aprofundar conhecimentos sobre os vinhos da região, de forma a fazer maridagens perfeitas dos vinhos com as iguarias de cada região, a formação, ministrada pelo formador Mário Louro e pelo chefe Igor Martinho, e é destinada a proprietários de restaurantes, chefes de sala, chefes de cozinha e directores de F&B (food and beverage).

CVR Tejo forma profissionais de restauração

A Comissão Vitivinícola Regional do TejoTejo) promove, hoje, 21 e 28 de Janeiro, em Santarém, Alcanena e Lisboa, respectivamente, a acção de formação para profissionais da restauração «As Portas Abertas do Tejo aos Aromas», de participação gratuita.
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Em comunicado, a CVR Tejo refere que o objectivo é aprofundar conhecimentos sobre os vinhos da região, de forma a fazer maridagens perfeitas dos vinhos com as iguarias de cada região, a formação, ministrada pelo formador Mário Louro e pelo chefe Igor Martinho, e é destinada a proprietários de restaurantes, chefes de sala, chefes de cozinha e directores de F&B (food and beverage).

Bollinger apresenta nova antiga garrafa

A casa de Champanhe Bollinger irá proceder à renovação de todas as suas garrafas para um formato inspirado numa garrafa do século XIX, «cujas características permitem uma melhor preservação da qualidade», garantiu a marca em comunicado.
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O novo formato de garrafa foi inspirado numa garrafa datada de 1846, redescoberta nas caves da Bollinger. Baptizada «1846», a nova garrafa apresenta uma parte superior mais alongada  e a base ligeiramente mais alargada, «permitindo uma menor circulação de oxigénio e logo a preservação das características únicas do Champanhe».
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Para já, apenas o Special Cuvée pode ser já adquirido neste novo formato, mas até ao final do ano e nos seguintes, todos os Champanhes Bollinger passarão a adoptar o novo formato.
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Mathieu Kauffmann, chefe de caves Bollinger, afirma: «a curvatura desta velha garrafa permite aproximarmo-nos dos benefícios de uma versão magnum, pois para além da forma mais elegante e atractiva, a conjugação entre o gargalo mais estreito e a base mais larga permite-nos preservar a qualidade do Champanhe por mais tempo».

Pernod Ricard distribui Monte da Ravasqueira

O Monte da Ravasqueira é o primeiro produtor nacional de vinhos a juntar-se à Pernod Ricard Portugal, no âmbito da nova estratégia de vinhos que a empresa está a desenvolver para o mercado português, informou a empresa.
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A marca vem integrar a categoria de vinhos da região do Alentejo, na sequência da estratégia da Pernod Ricard Portugal de integrar parceiros premium das várias regiões vitivinícolas portuguesas.

Turismo de Portugal lançou manual de pastelaria

O Turismo de Portugal lançou um livro para a pastelaria nacional e internacional, informou a instituição em comunicado. «O  Manual Técnico de Pastelaria pretende ser uma referência para a formação em pastelaria dos jovens alunos e dos profissionais no activo, bem como uma base para o lançamento de novos negócios na área da hotelaria e turismo».
O Manual Técnico de Pastelaria, elaborado por oito chefes das Escolas do Turismo de Portugal, aborda os conceitos básicos de pastelaria, os géneros alimentícios utilizados, explica a confecção de massas de base, cremes, merengues, doces e geleias, molhos, pastelaria clássica, pastelaria internacional, pastelaria festiva, pastelaria regional e conventual, assim como técnicas relacionadas com chocolate, gelados e panificação.
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O livro, que estará à venda nas escolas e que será disponibilizado, gratuitamente, em suporte tecnológico a todos os alunos, pode ser adquirido pelo preço de 15 euros.
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Fábio Bernardino (Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril), Henrique Leandro (Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve), Hugo Florentino (Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste), Inácio Berlinda (Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa), Jorge Ferraz (Escola de Hotelaria e Turismo do Porto), Paula Mártires (Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão), Paulo Santos (Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste) e Ricardo Santos (Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra) são os autores do livro, que é prefaciado por Fernando Melo, jornalista, gastrónomo e crítico de bebidas e comidas.

Este é o quarto manual técnico editado pelo Turismo de Portugal para apoiar as atividades de formação nas suas escolas, que se junta ao Manual de Técnicas de Operações Turísticas e Hoteleiras – Alojamento, Manual de Técnicas de Cozinha Pastelaria e do Manual de Técnicas de Serviço de Restauração e Bebidas.

Vistas à JMF batem recorde

O Enoturismo da José Maria da Fonseca fechou o ano de 2012 com números recorde de visitas, atingindo mais de 32 mil visitantes e o meio milhão de euros de facturação. Em 2012, visitaram a José Maria da Fonseca pessoas de 66 países. Portugal está em primeiro lugar com 34% do total de visitantes, seguido do Reino Unido, EUA, Rússia, Alemanha, Brasil e França.

WIZ desenvolve garrafeira para o ACP

A agência criativa de marketing e comunicação digital WIZ Interactive (WIZ) foi responsável pelo desenvolvimento da garrafeira online do ACP (http://garrafeira.acp.pt), uma loja de vinhos electrónica que permite adquirir vinhos com entrega gratuita ao domicílio.
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«A garrafeira ACP reúne uma selecção de vinhos apresentados e comentados por enólogos da Sogrape Vinhos com informação de detalhes sobre a origem, história, vinificação, sugestões de consumo e acompanhamento. Até ao momento apenas disponível para sócios ACP, através da revista da associação», revelou a WIZ em comunicado.
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A adesão à garrafeira online é totalmente gratuita e, embora os preços sejam preferenciais para sócios ACP, os não sócios também podem adquirir aqui os seus vinhos. Os pagamentos podem ser feitos através de paypal, cartão de crédito ou transferência bancária.

Carmim dá nome a campo do Olhanense

A Carmim e o Sporting Clube Olhanense reforçaram a sua parceria, ao inaugurar o novo Campo Monsaraz Millennium, que dará apoio à formação do clube algarvio, revelou em comunicado esta cooperativa alentejana.
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Para além da marca Monsaraz Millennium continuar a acompanhar a marca Olhanense no estádio e nas camisolas, a Carmim suportou a construção de um campo sintético de futebol de sete (que tem o nome de Campo Monsaraz Millennium), que está situado no topo Sul do estádio José Arcanjo, e se destina às camadas jovens do Olhanense, naquela que é a primeira obra do projecto solidário Monsaraz Millennium.

Fonseca 20 anos destacado na Wine Enthusiast

O Vinho do Porto Fonseca 20 Anos foi considerado um dos melhores vinhos do mundo, pela revista Wine Enthusiast, tendo sido um dos quatro escolhidos para se apresentar na capa, revelou a The Fladgate Partnership, empresa detentora da marca. Este Porto tawny recebeu 94 pontos, em 100, alcançando a 33ª posição

Roquevale lança novo reserva

A Roquevale lançou o seu mais recente vinho Reserva Tinto 2006. É um vinho que, à semelhança do seu antecessor, da colheita de 2005, «tem um perfil diferente daquele a que este produtor tem habituado os seus consumidores», lê-se no comunicado da empresa.
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Trata-se dum vinho de lote, composto pelas castas alicante bouschet, aragonês, touriga franca, castelão, alfrocheiro, cabernet sauvignon e trincadeira. Este lote estagiou 24 meses em barricas de carvalho francês.
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O Roquevale Reserva 2005 foi merecedor de duas medalhas de Ouro e cinco de Prata em concursos internacionais.

Granjó fez 100 anos

A marca de vinhos Grandjó’ nascida na Granja de Alijó e pertença da Real Companhia Velha, celebrou cem anos de existência, sendo por isso a marca de vinhos do Douro mais antiga.
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De acordo com o comunicado da Real Companhia Velha, embora a marca Grandjó tenha sido registada em 1912, há registos «não oficiais» que indicam que a sua existência é anterior a esta data. «No livro “Vinificação Moderna” (de Pedro Bravo e Duarte Oliveira), que data de 1925, é feita referência ao Grandjó como existente desde 1910. Nesta obra é enfatizado o facto de o aparecimento deste vinho na região de Alijó ter sido uma ideia de grande mérito, pois é uma zona onde se produzem essencialmente vinhos brancos DOC Douro e alguns generosos (Porto e Moscatel). Sendo uma região não vocacionada para tintos (os mais consumidos e vendidos em todo o mundo), torna-se evidente a limitação que esta dependência trás à região. O Grandjó, nomeadamente o late harvest, é portanto um vinho de grande qualidade, nobreza e importância para esta região».

Quinta do Crasto vence concurso BASF

A Quinta do Crasto venceu o Concurso Néctar Divino, organizado pela multinacional BASF. A escolha foi feita em prova cega, promovida no The Yeatman Hotel. Quinta do Crasto foi o vencedor nas duas categorias de tintos: Base e Premium, informou, em comunicado, esta quinta duriense.
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O concurso elegeu o Crasto Douro Tinto 2011 como vencedor da categoria «Base Tinto» e o Reserva Vinhas Velhas 2010 na categoria de «Premium Tinto». Estes vinhos farão assim parte de um evento promovido pela BASF, em parceria com a Câmara de Comércio Luso-Alemã, para apresentação dos vinhos seleccionados a distribuidores alemães.

Quinta do Pôpa e Finkus Bripp preparam lançamento da segunda edição de Lolita e Milf

A Quinta do Pôpa foi a eleita como parceira para a criação da primeira colecção de vinhos próprios da «Wine on the Rocks – The Finkus Collection», plataforma online de entretenimento vínico e venda de vinhos do designer e consultor criativo especializado em conceitos inovadores de vinhos Finkus Bripp. Depois primeira edição, está a ser preparada a segunda, que será lançada em Março de 2013.
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Lolita e Milf são ambos tintos DOC Douro (a primeira edição é da colheita de 2009) e de lote, que conjugam essencialmente touriga nacional, tinta roriz, touriga franca, tinta barroca, tinto cão, além de junção de uvas de vinhas velhas.

Adega da Granja celebrou 60 anos

A Adega Cooperativa de Granja celebrou os seus 60 anos de história e apresentou os seus mais recentes vinhos.
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Manuel Bio, presidente executivo da empresa, revelou que a Adega Cooperativa de Granja quintuplicou a sua produção desde 2009. De acordo com o comunicado da cooperativa, Manuel Bio adiantou que esse resultado se deveu «aliando a tecnologia e os recursos humanos especializados a uma produção de vinhos com carácter e identidade, referiu ainda que o trajecto delineado para o futuro». Assim, a Adega Cooperativa da Granja «será capaz de contornar a conjuntura actual, dado o crescimento dos últimos anos e o bom trabalho que tem vindo a ser desenvolvido».

Quinta das Ameias lança os seus primeiros vinhos

A Quinta das Ameias acaba de lançar no mercado os seus primeiros vinhos: Quinta das Ameias Tinto Colheita 2011 e Quinta das Ameias Branco Reserva 2011. O reforço da oferta vai acontecer em 2013, com o lançamento de um lote de vinho rosé, previsto para o mês de Maio.

Quinta do Portal lança espumante

O Quinta do Portal Espumante Super Reserva Rosé Bruto 2008 é a última aposta deste produtor, que assim reforça o seu portfólio de vinhos. Um espumante desenhado para uma recepção ou cocktail, mas também para acompanhar refeições com carnes brancas ou salmão, refere o comunicado da empresa.
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De acordo com o mesmo texto, o Quinta do Portal Espumante Super Reserva Rosé 2008 foi elaborado respeitando o método clássico champanhês, a partir das castas touriga nacional, tinta roriz e cercial.
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«A fermentação base foi feita em lote, a baixa temperatura, de forma a evidenciar os sabores primários. Uma vez obtido o lote final, foi efectuada a segunda fermentação em garrafa, onde se iniciou a caminhada por forma a domar o espírito irreverente das castas durienses»
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Com um grau de alcoolemia de 12,50, foram produzidas cerca de 6.000 garrafas deste espumante, cujo preço de venda ao púbico de referência é de 16,99 euros.