segunda-feira, setembro 24, 2012

Moscatel da Bacalhôa ganha prémio da Decanter

O Moscatel de Setúbal 2007 Quinta da Bacalhôa venceu um dos 28 International Trophies no concurso internacional Decantr World Wine Awards 2012, na categoria de vinho fortificado doce com um preço perto dos 10 libras (13 euros). 

Portal ganha ouro

O Grande Reserva Tinto 2007 da Quinta do Portal arrecadou uma Medalha de Ouro na 12ª edição do concurso internacional Mundus Vini, realizado em Neustadt, na Alemanha.

002 para 007

A Bollinger lançou uma edição exclusiva de Bollinger La Grande Année 2002, especialmente desenhada para celebrar os 50 anos do agente secreto James Bond.
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A ligação de 007 à casa de Champanhe dura há já 40 anos, tendo estes vinhos surgido em 12 dos 23 filmes da saga. Em «Skyfall», com data de estreia em Portugal prevista para o final de Outubro, a Bollinger volta a ser eleita de Bond.
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A edição limitada «002 para 007» é apresentada numa embalagem em forma de silenciador de arma e com um cadeado que só abre se introduzido o código: 007.

Convento do Espinheiro com arte e mesa

O Convento do Espinheiro, em Évora, vai apresentar em Outubro iniciativas de arte e gastronomia, nomeadamente tertúlia vínica, informou aquela unidade hoteleira em comunicado.
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De 5 a 7 de Outubro estará patente a exposição de escultura de João Sotero. A 6 haverá um ateliê de licores. Oito dias depois a matéria irá versar o pão conventual. No sábado 20 irá decorrer uma tert´lia vínica com o enólogo Rui Reguinga. O programa termina a 27 com o tema das compotas. Cada actividade tem um preço por pessoa de 25 euros e está sujeita a marcação prévia.

153 medalhas na Alemanha

Portugal ganhou 153 medalhas na 12ª edição do concurso Mundus Vini, que decorreu em Neustadt, na Alemanha. Os vinhos nacionais disputaram o concurso com 6.019 vinhos de 44 países e foram apreciados pelo júri, composto por 300 especialistas de 46 países, que classificou todos os vinhos conforme o regulamento da Organisation Internationale de la Vigne et du Vin (OIV), «o que faz deste evento a maior “prova cega” de vinhos no mundo», salienta a Viniportugal em comunicado.

The Yeatman acolhe Decanter

O The Yeatman vai acolher em Portugal «Decanter World Wine Awards 2012 – Global Tasting», organizado pela revista britânica Decanter. Esta prova é tida como uma das mais influentes do mundo.
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A partir de 29 de setembro e ao longo de três semanas, o Dick’s Bar do The Yeatman terá disponível para prova 16 distintos vinhos portugueses, vencedores dos prémios da Decanter, entre os quais dois premiados com medalha de ouro, dez com medalha de prata e quatro com a medalha de bronze.

Astronauta ganha prata

O vinho tinto Regional Lisboa Astronauta Touriga Nacional 2010 alcançou uma medalha de prata no Mundus Vini. Aníbal Coutinho, crítico de vinhos português, é o enólogo do Astronauta. Entre 11 e 13 de Novembro os vinhos vencedores do concurso Mundus Vini estarão à prova na feira internacional Forum Vini, em Munique.

Turismo português promove gastronomia no Brasil

O Turismo de Portugal lançou uma acção de promoção da gastronomia portuguesa no Brasil, «que aposta na proximidade ao consumidor e na imagem de um país moderno que vale a pena visitar», referiu a instituição em comunicado.
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Durante oito meses, os brasileiros vão cruzar-se em vários restaurantes de São Paulo com o «Portugal dos Sabores», uma ação que junta 16 chefes portugueses e brasileiros «e que pretende afirmar Portugal como um país moderno e aberto na relação com os outros».
A iniciativa decorre até Junho de 2013, integrando 18 eventos que se realizarão em oito restaurantes diferentes de São Paulo. Esta nova abordagem procura comunicar com o consumidor brasileiro nos locais da sua preferência.
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O «Portugal dos Sabores» junta alguns dos melhores chefes nacionais (Albano Lourenço, Dieter Koschina, José Avillez, Vitor Sobral e Leonel Pereira) e brasileiros (Helena Rizzo, Daniel Redondo, Cesar Santos e Tsuyoshi Murakami), «que apresentam menus exclusivos com ingredientes tipicamente portugueses, mas integrados na culinária brasileira».
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Em novembro iniciam-se os «chefs duets». Ao longo de oito meses, um chefe brasileiro recebe um chefe português no seu restaurante para criar um menu degustação com ingredientes e vinhos portugueses. O menu criado pelo chefe convidado fará parte da carta do restaurante durante  esse mês. Produtos nacionais ficarão ainda disponíveis para venda, em exclusivo, aos clientes do restaurante.
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Em Junho de 2013, para marcar o encerramento do «Portugal dos Sabores», quatro chefes portugueses e quatro brasileiros realizam um jantar de gala solidário a favor do programa «Fome Zero». Trata-de duma iniciativa do Governo Federal, no restaurante Arola Vintetres, em São Paulo, com um menu degustação de cinco até oito pratos exclusivos, confeccionados com ingredientes nacionais e servidos com vinhos portugueses.

Experiência natalícia no The Yeatman

O hotel The Yeatman, em Gaia, apresenta a segunda edição do Christmas Wine Experience, que decorrerá durante os dias 1 e 2 de Dezembro 2012. «Os visitantes terão a oportunidade de conhecer os vinhos mais reputados, alguns muito raros e edições exclusivas, pela mão dos próprios donos e enólogos das quintas produtoras, desfrutando assim de uma interacção com os mestres que vivem por detrás dos vinhos premium e super premium de Portugal», lê-se no comunicado do hotel.

Herdade das Servas trazem ouro da Alemanha

O produtor alentejano Herdade das Servas conquistou duas medalhas de ouro no Mundus Vini Great Internacional Wine Award 2012. O Herdade das Servas Touriga Nacional 2008 e o Herdade das Servas Reserva Tinto 2008 foram os vinhos premiados, tendo sido distinguidos por um júri composto por 300 especialistas de 46 países, de entre um total de 6.028 vinhos de 42 países.

Tejo ganha 13 medalhas na Alemanha

Os vinhos do Tejo arrecadaram 13 medalhas para Portugal (duas de ouro e 11 de prata) no âmbito da 12ª edição do concurso alemão Mundus Vini, disputado na cidade de Neustadt.

Festival do Douro Superior

A Câmara de Vila Nova de Foz Côa promove, nos próximos dias 19, 20 e 21 de Outubro, o I Festival do Vinho do Douro Superior. A edilidade pretende assim dar a conhecer os vinhos desta sub-região duriense e outros produtos regionais.

quinta-feira, setembro 13, 2012

Enoport vence 15 medalhas na Alemanha

O grupo Enoport ganhou 15 medalhas no concurso Mundus Vini, que decorreu em Neustadt, na Alemanha. Deste total, cinco foram de ouro e as restantes de prata. Os vinhos com medalha de ouro foram Almagrande Reserva Touriga Nacional 2009 (Douro), Solo Reserva Touriga Nacional 2009 (Dão), Novo Mundo Reserva 2009 (Tejo), Caves Monteiro Reserva 2009 (Tejo) e Dom Fuas Reserva 2008 (Terras do Dão).

Terra D'Alter vence no IWC

O vinho Terra D’Alter Touriga Nacional 2010 foi distinguido pelo International Wine Challenge como o Melhor Vinho Tinto Alentejano. Este vinho, também premiado com Medalha de Ouro pelo júri do concurso, conquistou o «Alentejano Trophy».

Montes Claros Garrafeira ganha ouro na Alemanha

A Adega de Borba ganhou uma medalha de ouro e duas de prata na 12ª edição do concurso Mundus Vini Great International Wine Award 2012, que decorreu em Neustadt, na Alemanha. A medalha de ouro distinguiu o Montes Claros Garrafeira 2008, e os vinhos Montes Claros Reserva Tinto 2010 e o Adega de Borba Grande Reserva 2009 receberam a medalha de prata. Este último sairá para o mercado apenas em Outubro.

Heritage Wines distribui chocolate

A Heritage Wines, distribuidora de vinhos e azeites, passa a distribuir também o chocolate Brix. Feito a partir de cacau cultivado no Gana, este chocolate «é especialmente seleccionado para realçar as nuances dos grandes vinhos sem confundir o palato», lê-se no comunicado da empresa. 

Península de Setúbal prevê aumento da produção de vinho

A Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal (CVRPS) espera um crescimento da produção de 30%, divulgou em comunicado. A organização refere estar esperançada no actual ano, tendo as vindimas começado «num clima de confiança maior do que a generalidade do país».
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O Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) estima para a região vitivinícola da Península de Setúbal um crescimento de 30% da produção vinícola, em comparação com o ano passado, prevendo um total de 400 mil hectolitros.
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Henrique Soares, presidente da CVRPS, explica que as condições do ano passado – em que se registaram fortes quebras de produção – não se repetiram este ano, o que justifica a previsão de crescimento mais optimista da parte do IVV. «Apesar de ainda ser cedo para tirar conclusões, com a estabilidade das condições climatéricas e a ausência de registos de pragas, temos todo o potencial para criar vinhos de qualidade excepcional».

Adega Mayor lança licoroso

A Adega Mayor lançou o vinho Orionte, o seu primeiro licoroso. Trata-se dum tinto, proveniente da casta alicante bouschet. Após uma vindima manual e selecção de cachos e bagos, a uva fermentou em depósito de inox a 25ºC. A meio da fermentação foi adicionada aguardente vínica, tendo o lote estagiado, durante 36 meses, em barricas de carvalho francês, ao que se seguiu um estágio de seis meses em garrafa.

Vem aí nova Lisboa Restaurant Week

A iniciativa gastronómica Lisboa Restaurant Week by Sabor do Ano vai decorrer entre 20 e 30 de Setembro, o que acontece pelo oitavo ano, reunindo alguns dos melhores restaurantes da capital.
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Em comunicado, a organização salienta que o objectivo é o de «promover o melhor da gastronomia nacional a um preço acessível e com uma vertente solidária». Esta edição conta com mais de 60 restaurantes, cujos chefes irão preparar um menu exclusivo, que inclui entrada, prato principal e sobremesa, com o selo Sabor do Ano. O menu tem um preço de 20 euros, sendo que um euro reverte para o Movimento Mulheres de Vermelho e para a Casa da Misericórdia da Azambuja.
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Para a oitava edição de Lisboa Restaurant Week a Caixa Geral de Depósitos e a Gallo são parceiros da iniciativa, assim como a Besttables.
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Os restaurantes aderentes desta edição são: Adlib Restaurante, Afreudite, Aqua, Arola, Assinatura, Aura, Aviz – Hotel Aviz, Bata Preta, Bica do Sapato, Bonsai - Fontana Park Hotel, Brasserie Flo, Cantina da Estrela, Casa da Dizima, Casa Gallega, Casa Nepalesa, Clara Chiado, Clara Jardim Restaurante, Claro, Colares Velho, Come Prima, Eleven, Espaço Lisboa, Estufa real, Faz Figura, Faz Gostos by Duval, Flores - Bairro Alto Hotel, Forneria Estado Liquido, Fornos do Padeiro, Fusion Sushi - Estado Líquido, Gemelli, Guarda real palácio, Il Mercato, In Fusion, Jockey, Kaetano, Kais, Mensagem – Altis, Mezzaluna, Midori, Momo, No Ponto, Open, Brasserie Mediterrânica, Panorama - Hotel Sheraton, Pap'Açorda, Pedro e o Lobo, Petra Rio, Populi, Quinta dos Frades by Chakall, Restaurante El Corte Inglés, Rossio – Altis, Rota das Sedas, Sakana Restaurante Bar Sushi, Saldanha Mar, Sem Dúvida, Sessenta, Sommer, Spot São Luiz, Tágide, Teatro Nacional S. Carlos, Terraço (Hotel Tivoli), Tertúlia do Paço, The Decadente, Típico - Corinthia Hotel Lisbon, Varanda de Lisboa - Hotel Mundial, Vela Latina, XL e Zina Food & Wine.

Taylor's na Urban Trail Night Race

O Urban Trail Night Race 2012 vai realizar-se em Lisboa a 22 de Setembro e no Porto a 13 de Outubro. A Taylor’s e o The Yeatman associam-se ao evento, que irá percorrer também os circuitos das caves do vinho do Porto.
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Esta acção pretende ser um novo conceito de corrida, ou caminhada, urbana nocturna, alinado desporto à descoberta de património histórico.
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Em comunicado, Jorge Azevedo, responsável da organização do Urban Trail Night Race 2012, salienta que «esta prova tem como objectivo principal fomentar o regresso da vida activa ao centro das grandes cidades. O Urban Night Trail é um desafio físico, mas também um convite a descobrir circuitos, monumentos, recantos das cidades que por vezes desconhecemos. E essa descoberta enriquece toda a experiência».
Para Adrian Bridge, CEO da Fladgate Partnership, grupo ao qual pertence a Taylor’s e o The Yeatman, “é muito importante» que as marcas «se associem a eventos que aproximam as pessoas e as cidades e que aliam ao prazer da descoberta o conhecimento da história e das tradições – tal como a vivência de experimentar um grande vinho».
Em Lisboa, os participantes terão a oportunidade de passar por locais emblemáticos como a Câmara Municipal, o Panteão Nacional, o Castelo de São Jorge ou a Praça do Comércio, a rua da Bica, os vários miradouros da cidade (Santa Catarina, São Pedro Alcântara, Graça, etc) e passarão por vários bairros típicos.
No Porto, o percurso começa na Ribeira e inclui a passagem pela Sé, a Muralha Fernandinha, as Condominhas, a Ponte D. Luís, o quartel e o mosteiro da Serra do Pilar, as caves de Vinho do Porto da Taylor’s, Croft e Real Companhia Velha e o próprio Hotel The Yeatman, entre outros. Nesta corrida, o participante poderá descobrir vielas e túneis medievais, escadarias de granito e viajar pelos mais variados estilos artísticos, do romântico ao contemporâneo, passando pelo gótico, renascentista, o barroco e o neoclássico.
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A corrida tem um percurso de 12 quilómetros e o valor da inscrição é de 18 euros (de dia 2 até 16 de Setembro). A inscrição na caminhada custa oito euros (dia 2 até 16 de Setembro), e o percurso é de seis quilómetros. Ambos incluem a oferta de uma luz frontal de cabeça (para os corredores) ou lanterna (para os caminhantes), t-shirt oficial do evento com bandas reflectoras, seguro, dorsal e abastecimento. Crianças dos dez aos 16 anos podem participar de forma gratuita na caminhada.

Favaíto no Porto Wine Fest

A Adega Cooperativa de Favaios marca presença no Porto Wine Fest, que decorre desde ontem e até dia 16, em Gaia. A presença deste produtor faz-se através da marca Favaíto, que vende anualmente 30 milhões de garrafinhas.

Bacalhôa e RFM dão festas em Lisboa

A partir de hoje, no cimo do Hotel Mundial, em Lisboa, abre um espaço dedicado a experiências que fundem sons e sabores. Este projecto, que tem o nome de Bacalhôa RFM Rooftop Sunsets, foi desenvolvido por especialistas nacionais da área da música e do vinho e tem como objectivo convidar os portugueses a explorarem os seus sentidos e a aprofundar o conhecimento acerca destes dois temas, lê-se no comunicado da empresa vínica.
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O horário é das 18h30 até à meia-noite, todas as quintas e sextas-feiras. Neste laboratório de experiências, a Bacalhôa e a RFM programaram workshops didácticos em que dão a conhecer vários aspectos das suas artes e onde o público vai poder ouvir, ver, provar, cheirar e sentir o melhor que a combinação entre música e o vinho pode oferecer. Para este efeito foram desafiados DJ da RFM, alguns dos mais conceituados críticos de vinho e artistas/músicos nacionais para combinarem os sons e sabores do país.
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Na programação constam nomes de músicos como: Aurea, Cuca Roseta, Darko, João Só e Miguel Gameiro que farão actuações ao vivo e especialistas na área dos vinhos: Fernando Melo, Francisco Antunes, Filipa Tomaz da Costa, Hugo Carvalho, Luis Lopes, Vasco Penha Garcia e representantes da Riedel.

Vinhos Monte Cruz

Horas e momentos. Um dia, na mercearia de sempre, cruzei-me com uma senhora, prima deste produtor. A Dona São, proprietária da loja, já não sei bem porquê, disse-lhe que eu curtia vinhos. Pois a tal outra senhora, a cliente, elucidou-me quanto ao seu sangue: prima de vinhateiro alentejano. Disse-me mais: um dia trar-me-ia umas garrafas do parente.
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Assim foi: um dia tinha uma caixa com as diferentes referências do produtor Monte Cruz. Há designações várias, mas o que fixei foi o «Tem Avondo», termo que em alentejano quer dizer «basta», «tem que baste», «suficiente», «abunda», etc…   pode parecer estranho, mas abundância vem do mesmo.
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Lembro-me bem do «tem avonde», com «E», como se usa em Castro Verde. Mas com «E» ou com «O» vai dar ao mesmo. Em alentejano nos entendemos. E com esta expressão se pode resumir o carácter ou identidade duma região. Tem lá tudo! Basta saber alentejano.
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Com tão boa marca, supus que este(s) vinho seria fácil de encontrar na internet. Engano! Saber informações não tem que abunde. Aliás, é impressionante a abundância de produtores que vive nos anos oitenta do século vinte. É preciso abrir a pestana… ou então vive-se bem, longe do mercado, dos enófilos e dos consumidores em geral.
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As garrafas chegaram, infelizmente algumas por identificar. Posso imaginar a marca, mas trata-se de «suponhamos». Um tinto sem madeira, um Sy TN (supondo syrah e touriga nacional), um rosé, Monte do Outeiro Branco, Monte do Outeiro Tinto e Tem Avondo Tinto.
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Avaliados, a impressão é positiva, mas sem transcendência ou luz. Qualidade regular, vinhos bem feitos, mas sem história ou estória. O nome prometia… Desconhecendo os preços, fiquei com a impressão que os Monte do Outeiro terão um preço mais elevado, embora a minha costela de marketeer me diga que a marca forte seria o «Tem Avondo». De qualquer dos modos, a qualidade de uns não abanou a qualidade de outros. Ou seja, não senti um salto qualitativo… basicamente, duas marcas, uma só percepção.
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Alguns dos vinhos não dão para indicar a marca, visto terem vindo com meras indicações manuais. A situação é a mesma quanto à designação de origem. Nos provados, nenhum leva nota negativa, mas também não supera o óbvio.
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O branco, Monte do Outeiro, feito com a casta antão vaz, não mexeu comigo. Não que o vinho seja mau, mas porque embirro com a casta. Nada a fazer: não gosto e nem percebo qual o interesse.
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O Monte do Outeiro Tinto 2010 satisfaz. Não o poria à entrada dum jantar, mas bate-se com denodo. Não deslumbra nem descontenta. Fruta vermelha madura, notas levemente fumadas e final mediano.
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O rosé manteve-se na banalidade. Sim, positivo, mas sem rasgo ou grande interesse. Morango, framboesa no nariz, mas pouca acidez e final curto.
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O «Sy» sem madeira 2011, que desconfio ser um syrah… lamento, mas não vi qualquer interesse. É bem feito, mas e então? Gosto de madeira no vinho (qb)… e este, soube-me a pouco.
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O «Sy Tn» 2010, suponho syrah e touriga nacional, teve um ano em estágio em madeira e o resultado é bem melhor que o anterior. Sem grandezas nem abusos, mostra alguma compota e chocolate. Na boca não fere nem apaixona.
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O Tem Avondo Tinto 2010 não pôde ser avaliado, visto a amostra estar contaminada com o chamado aroma e sabor a rolha (TCA).
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Monte do Outeiro Branco 2011
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Monte Cruz
Nota: 4/10
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Monte do Outeiro Tinto 2010
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Origem: Regional Alentejano
Produtor; Monte Cruz
Nota: 4/10
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«Rosé» 2011
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Origem: ?
Produtor: Monte Cruz
Nota: 3,5/10
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«Sy» sem madeira 2011
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Origem: ?
Produtor: Monte Cruz
Nota: 3/10
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«Sy Tn» 2010
Origem: ?
Produtor: Monte Cruz
Nota: 4,5/10
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Tem Avondo Tinto 2010
Origem: Regional Alentejano
Produtor: Monte Cruz
Nota: X/10
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Nota: Estes vinhos foram enviados para prova pelo produtor.

quarta-feira, setembro 12, 2012

Real Companhia Velha leva 12 vinhos ao Porto Wine Fest

A Real Companhia Velha (RCV) vai dar a provar 12 das suas referências de Vinho do Porto, naquela que é a primeira edição do Porto Wine Fest (www.portowinefest.com), que se realiza entre 12 e 16 de Setembro, na zona ribeirinha de Vila Nova de Gaia.
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A empresa apresenta uma oferta variada e alguns momentos de consumo. A degustação pode ser feita a copo no expositor da RCV (número 29), sendo que cada bilhete dá direito a cinco provas; à mesa no espaço do restaurante Bacalhoeiro; como cocktail no balcão do IVDP; ou em alguns dos momentos gastronómicos que vão decorrer na «Praça do Vinho do Porto» (aulas práticas, demonstrações culinárias, duelos de chefes, etc) e nos quais o vinho do Porto se destacará quer na confecção, quer na harmonização.

Campo Pequeno recria mercado

A empresa gestora do Campo Pequeno pretende recriar o espírito dos mercados antigos portugueses, entre 1 e 4 de Novembro. O objectivo é o de lembrar esses espaços «onde então se comprava tudo directamente aos produtores, adaptando-o à temática dos vinhos», lê-se no comunicado da empresa.
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Esta recriação funcionará na arena da praça de touros, entre as 11h00 e as 21h00. A entrada é grátis.

Adega de Favaios na Vogue Fashion Night

A Adega de Favaios vai adoçar a Loja das Meias Castil, na rua Castilho, com a degustação dos seus moscatéis premiados –10 anos, Reserva, e 1980. A presença insere-se na iniciativa Vogue Fashion’s Night Out, que decorre a 13 de Setembro, em Lisboa.

Lavradores de Feitoria na shortlist do curcurso de imagem

A Lavradores de Feitoria estão na final do concurso «A Imagem do Vinho», promovido pela Revista de Vinhos. Nesta segunda edição a empresa concorre com uma caixa de duas garrafas de vinhos de terroir na categoria «Embalagem».
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A caixa/embalagem da Lavradores de Feitoria, que se destina aos vinhos de terroir – como seja o Meruge Branco, o Meruge Tinto, o Quinta da Costa das Aguaneiras Tinto e o Três Bagos Grande Escolha Tinto – foi concebida pelo gabinete de design gráfico Duas Folhas, com o intuito de exprimir a elegância a que se destina.
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Na primeira edição deste prémio, a Lavradores de Feitoria ganhou uma Menção Honrosa na categoria de «Garrafa Rotulada, com o Lavradores de Feitoria Douro Tinto 2007.

sábado, setembro 08, 2012

Bétula 2011

O Bétula 2011 está no top do que de melhor bebi neste Verão. Sinceramente, a edição de 2011 foi uma revelação. Os anteriores já provados tiveram boas notas, nomeadamente a colheita de 2010, que mereceu 7,5 pontos. Este bateu-o.
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Bateu-o porquê? Porque revelou uma frescura, uma vivacidade, uma gulodice tranquila, uma companhia no prato, um regalo na conversa e sorrisos como poucos. A colheita de 2011 assumiu-se bem mais complexa do que as anteriores, mais viva, com carácter sereno e felino, com seu passo galante. Nada de tropicalismos madurinhos, sem pêssego nem mangas maduras, sem fumados excessivos. Não! Antes acidez deslumbrante, ananás doce (única tropicalidade), lima, limão, salsa, cebolinho, rocha… Primavera, com Sol e vento.
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Como habitualmente, o produtor enviou duas garrafas, o que permite melhor aferição. É que embora subjectiva, a minha opinião (como todas, mesmo as «científicas») pôde beneficiar com a dupla.
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Perante a festa da primeira prova, decidi levar o vinho a um outro limite. Verti-o em copo bojudo, largo, balão, muito visto para tourigas nacionais. Uau! Um pulo de mineralidade e uma frescura herbácea… menos ananás, mais lima.
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Esta referência merece destaque: muitas vezes bons vinhos são meros trabalhos técnicos, este mostra bem a identidade do ano. O ano passado foi elogiado e este branco prova-o. Francisco Montenegro, o enólogo, merece ovação de pé, e o produtor umas grandes palmadas nas costas. Boa malha!
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Origem: Regional Duriense
Produtor: Quinta do Torgal
Nota: 8/10
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Nota 1: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.
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Nota 2: E desta vez não impliquei com o viognier e o sauvignon blanc no Douro...

quinta-feira, setembro 06, 2012

Meu Deus, o que fazer com estes vinhos? - ou Anima L8 e Cavalo Maluco 2009





















Arte e vinho são duas palavras que se casam. Tantas vezes se dizem que a verdade se esconde, tingindo a banalidade. Existe, e quando é salta aos sentidos e deixa na alma o inconfundível toque de Deus.
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Deus criou o homem, que criou o vinho. Deus tornou o vinho sagrado. Já o era, antes de Deus ser só um e se nomear apenas com o artigo definido no singular. O vinho celebra e evoca, atenua a dor e aviva a vitória, aquece a esperança, espelha a alma, a essência e o carácter.
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Perfeito é Deus, tudo o mais é procura e conquista. Estes dois vinhos são perfeitos; na dimensão do homem, dos seus momentos e suas contingências. São momentaneamente perfeitos, porque o vinho é uma arte do efémero. Como qualquer criação, são eternas as suas memórias escrita e falada.
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Gosto da tradição e da transgressão. Gosto que o sempre exista para sempre e que haja sempre quem queira inventar além do sempre, para sempre. Gosto dos artistas e dos oficiantes, gosto dos sábios e dos puros. Gosto dos académicos e dos iconoclastas. De todos, mas só dos verdadeiros.
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José Mota Capitão, enquanto produtor, pode ser isso e o seu oposto. Não privo, mas sei da verdade que transmite pelo olhar e palavras quando fala de vinho e dos seus vinhos. Como um criador, das artes ortodoxas, o vinho, a sua arte, é feito para si e não para o público. Percebe-se que faz os vinhos que quer e quer o que gosta.
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Repito e acrescento: Gosto dos académicos e dos iconoclastas. Mas só dos verdadeiros. A verdade dos vinhos de José Mota Capitão é o seu maior elogio e trunfo. A honestidade é um tesouro, mérito na vida e na arte.
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Mota Capitão não faz petit verdot porque está na moda, porque dá sainete, porque vende bem… pode isso tudo, mas faz petit verdot porque gosta de petit verdot. Cabernet sauvignon é outro gosto deste vigneron.
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Há umas semanas, a propósito duma reportagem para a revista Vida Rural sobre o cultivo de arroz, que também produz, provei as novas edições das suas mais procuradas criações: Anima e Cavalo Maluco, o L8 (2008) e o 2009, respectivamente. Face a colheitas anteriores, em alta, os dois vinhos.
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Dizia-me Mota Capitão que está a aproximar-se dos italianos, a deslindar cada vez mais tarde os seus sangiovese. O mais novo tem quatro anos e o vigneron já fala na hipótese de cinco anos para uma colheita próxima.
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A tesouraria empurra muitos vinhos para a rua ainda em criança, em vez de debutarem na mocidade. Ao ver as vinhas a evoluir com os anos, fica maior a vontade de fazer bem. Pois que os enófilos aguardem a revelação para a maioridade dum vinho.
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O Anima L8 está de se babar. Qualquer momento serve, é perfeito. O Cavalo Maluco é «um vinho muito bêbado», como definiu um amigo de Mota Capitão.
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O Anima L8 revela-se no nariz com café, especiarias (cravinho suave, pimenta branca ligeira), notas herbáceas, palha, terra, fumo ténue. Na boca é denso, tem uns taninos rugosos que enchem a boca, mas não a brutalizam, vê-se que será um senhor à mesa de quem o souber e conseguir guardar, tem potência e frescura, e um final levado da breca.
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É mais do que sabido que Mota Capitão queria ser índio quando era miúdo e brincava ao velho Oeste. Queria ser fora do todo, para ser diferente no todo e ser feliz, podendo livremente escolher o que queria e quem queria. Cavalo Maluco, o chefe sioux do povo Lacota… ilustre e magnífico. Que nome melhor para se transmitir numa obra?
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O Cavalo Maluco 2009… este é, esta edição, mais um que me deixa doido. O seu lote é composto por 60% de touriga franca, 30% de touriga nacional e 10% de petit verdot e é maravilhoso. Num primeiro embate um apetitoso e rústico azeite suave… deixado restabelecer-se do despejo no copo, o vinho assinala chocolate preto e fumo ligeiro. Adiante vêm aromas de amoras maduras, alguns tons herbáceos. O correr dos minutos confere-lhe anis, caramelo e azeitona. E já no fim, chocolate de leite e finura de café. Na boca tem potência e acidez, uns taninos de seda, e se tal se diz tantas vezes que, para se distinguir das outras, digo que esta veio pela Rota desde a China meridional. O final é longuíssimo.
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Nunca fiz sexo tântrico, mas consta que concede orgasmos longuíssimos. Este dá.
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Anima L8
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Origem: Vinho de Mesa
Produtor: Herdade do Portocarro
Nota: 9/10
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Cavalo Maluco 2009
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Origem: Regional Terras do Sado
Produtor: Herdade do Portocarro
Nota: 9,5/10
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Vinho, mesa, touriga-franca, arte, uma amiga, Vale Meão e Foz de Arouce Vinhas Velhas de Santa Maria… interesses partilhados já descobertos. Um abraço JMC.

segunda-feira, setembro 03, 2012

Casa das Pipa propõe programa de dois dias nas vindimas

A Casa das Pipas, unidade de enoturismo da Quinta do Portal, criou várias propostas para as vindimas para os visitantes, que incluem a gastronomia, visita à adega e prova de vinhos.
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A empresa refere que o programa engloba duas noites na unidade hoteleira, dois jantares, um almoço, visita à adega, prova de vinhos, participação na tradicional lagarada e participação nas vindimas, através do corte de uva, acção para a qual fornece um kit de vindima.
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O preços situam-se entre os 220 e os 250 euros por pessoa. Há ainda um programa mais reduzido, com participação nas vindimas, prova de vinhos e jantar, cujo preço é de 85 euros por pessoa. O programa está disponível de 1 de Setembro até 15 de Outubro e as reservas podem ser efectuadas através do endereço reservas@quintadoportal.pt ou do telefone 259 937 000.

Esporão promove enoturismo nas vindimas

O Enoturismo da Herdade do Esporão, em Reguengos de Monsaraz, criou o «Programa das Vindimas», proporcionando uma experiência na produção dos seus vinhos, nas suas várias dimensões, refere o produtor em comunicado.
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Ao longo de um dia inteiro, os visitantes irão participar na vindima, receber uma explicação do processo de vinificação e conhecer o túnel de barricas e caves de estágio. Depois haverá uma prova de quatro vinhos: Esporão Reserva Branco e Tinto e Esporão Private Selection Branco e Tinto.
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O programa culminará com a gastronomia alentejana, com um almoço no restaurante da Herdade do Esporão, onde o chef Miguel Vaz «renova os sabores do antigamente, através da utilização de produtos vindos directamente da horta da herdade».
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De acordo com a Herdade do Esporão, «o custo da visita é de 85 euros por pessoa, sujeita a reservas, realizada com 48 horas de antecedência. O número mínimo de participantes aconselhado é de duas pessoas e o máximo de oito. O programa está aberto todos os dias da semana, excepto ao domingo». Os interessados deverão ligar para 266 509 280 ou escrever para o endereço de email maria.ramalho@esporao.com/reservas@esporao.com.

Real Companhia Velha celebra 256 anos

A Real Companhia Velha (RCV) celebra o seu 256.º aniversário a 10 de Setembro, data em que vai promover um jantar na Casa Redonda da Quinta das Carvalhas, junto ao Pinhão, informou a empresa.
Este evento surge integrado na iniciativa «10 Anos | 10 Quintas | 10 Jantares | 10 Vinhos» (www.10jantares10vinhos.pt), promovida pela Confraria de Enófilos da Região Demarcada do Douro para celebrar os dez anos do Douro como Património Mundial da Humanidade, classificação atribuída pela UNESCO a 14 de Dezembro de 2001.
Do jantar constam oito vinhos desta empresa, nomeadamente referências de topo de gama.
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O jantar está marcado para as 19h30 e tem um custo de 27,50 euros por pessoa. A reserva é obrigatória e deve ser feita até dia 7 de Setembro para os seguintes contactos: Quinta das Carvalhas (turismorealcompanhiavelha@gmail.com) 254 738 050, Confraria dos Enófilos do Douro (enofilos.douro@gmail.com) 92 796 61 87 ou 3efs (info@3efs.pt) 91 961 61 41.

Fladgate leva turistas à Quinta do Panascal

A The Fladgate Partnership (Taylor’s, Fonseca e Croft) lançou o programa «Fui ao Panascal à Vindima». Esta proposta de enoturismo inclui um adio-tour pela vinha e adega, prova comentada de Vinho do Porto da Fonseca, almoço acompanhados por vinhos da empresa. O preço por pessoa é de 36 euros.

Saloio e Sonae lançam cinco queijos

A Saloio lançou, em conjunto com o Clube de Produtores da Sonae Distribuição, a gama Sabores da Queijaria. Assim, as duas empresas desenvolveram cinco variedades: Requeijão Saloio, Palhais Original, Alavão Selecção Especial Original, Palhais Rústico e Três Igrejas.

CARMIM é PME Líder

A CARMIM foi distinguida pelo IAPMEI (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento) como PME LÍDER 2012, «que reconhece o desempenho económico e financeiro de topo entre as PME nacionais», informou a cooperativa de Reguengos de Monsaraz.

CARMIM lança Monsaraz Museu Aberto

A CARMIM lançou no mercado o Monsaraz Museu Aberto 2012 (Reserva tinto 2010), um tinto proveniente da junção das castas aragonês, trincadeira e alicante bouschet. Trata-se duma edição limitada de 10.055 garrafas.

Trip Avisor recomenda Caves Sandeman

As Caves Sandeman, em Vila Nova de Gaia, receberam o Certificado de Excelência 2012, atribuído pela empresa norte-americana Trip Advisor. Estas caves situam-se na marginal de Gaia, junto ao rio Douro e em frente ao centro histórico do Porto e estão num edifício de granito do século XVIII, adquirido em 1811 pelo fundador George Sandeman para o envelhecimento dos seus Vinhos do Porto.

Quinta do Pôpa promove vindimas

A Quinta do Pôpa, no Douro, preparou um programa de enoturismo dedicado às vindimas, durante o mês de Setembro. O programa inclui prova de vinhos e produtos regionais, passeio pelas vinhas e informações sobre vários aspectos das mesmas, com castas ou operações, almoço, visita à adega e à pisa das uvas «ao ritmo da concertina», informou o produtor. O programa tem um custo de 50 euros por pessoa. Os interessados deverão ligar para os números de telefone 916 653 442 ou 915 678 498 ou escrever para o endereço de e-mail geral@quintadopopa.com.

«Portas abertas» no Tejo

Os responsáveis das adegas da região vitivinícola do Tejo vão abrir as suas portas para darem a conhecer cultura do vinho. Esta acção «portas abertas» decorre no fim de semana de 8 e 9 de Setembro, informou a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo).
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Os produtores envolvidos são: Agro – Batoréu (Aveiras de Cima), Alveirão (Olaia), Casa Cadaval (Muge), Casa Paciência (Alpiarça), Casal Branco (Benfica do Ribatejo), Casal do Conde (Vila Chã de Ourique), Companhia das Lezírias (Samora Correia), Falua (Almeirim), Fiuza & Bright (Almeirim), Herdade dos Templários (Tomar), João M Barbosa Vinhos (Rio Maior), Pinhal da Torre (Alpiarça), Quinta da Alorna (Almeirim), Quinta da Atela (Alpiarça), Quinta da Lagoalva (Alpiarça), Quinta da Lapa (Manique do Intendente), Quinta da Ribeirinha (Santarém), Quinta do Falcão (Vila Chã de Ourique), Quinta Vale de Fornos (Azambuja) e Quinta Vale do Armo (Sardoal).

The Yeatman com programa de vindimas

O The Yeatman preparou um programa especial para as vindimas, que para além duma experiência inclui uma visita ao Douro para participar na colheita das uvas, informou esta unidade de luxo situada em Gaia.
Além da visita ao Douro, o programa proposto pelo The Yeatman é constituído por duas noites de alojamento com vista sobre o Douro e sobre a cidade do Porto, pequeno-almoço incluído e 20% de desconto em tratamentos no Spa de Vinotherapie da Caudalie. Para o jantar está reservado um menu de degustação com a assinatura do chefe Estrela Michelin Ricardo Costa, especialmente conjugado com uma selecção de vinhos.

Herdade dos Pimenteis e Cabrita vencem no Algarve

Os vinhos algarvios que arrecadaram as Grandes Medalhas de Ouro foram o Herdade dos Pimenteis Tinto Reserva, 2010 e Cabrita Branco Reserva, 2010 venceram as Grandes Medalhas de Ouro no V Concurso de Vinhos do Algarve, que decorreu na FATACIL (Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria), em Lagoa
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As nove Medalhas de Ouro ficaram repartidas por quatro vinhos na categoria de tintos, quatro na categoria de brancos e uma na categoria de rosados. Já as de Prata ficaram maioritariamente na categoria de rosados, com três medalhas, cabendo às categorias de tintos e brancos duas medalhas a cada, totalizando assim os 18 galardões.