A região vitivinícola do Tejo foi, entre as demais regiões de vinhos nacionais, a que registou o maior crescimento global em 2011, em termos de exportações e vendas internas, tendo aumentado o seu desempenho em 28% face ao ano anterior, anunciou esta organização em comunicado.
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«Este crescimento foi fortemente impulsionado por um aumento de 74% nas exportações globais (União Europeia e países terceiros), número que traduz a venda de aproximadamente 6,7 milhões de garrafas para os mercados internacionais», lê-se no texto da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo).
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José Pinto Gaspar, presidente da CVR Tejo, afirma que os resultados superam as «melhores expectativas».
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Entre os principais mercados importadores de vinhos do Tejo, a Suécia foi o que registou uma maior evolução, tendo aumentado em 494% o volume de litros de vinho adquiridos, sendo actualmente o segundo melhor cliente mundial de vinhos da região.
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Nesse capítulo, a liderança continua a pertencer a Angola, mercado em que os vinhos do Tejo voltaram a crescer em 2011, aumentando em 60% o seu desempenho na exportação para aquele país face ao ano anterior.
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A terceira posição na lista dos países maiores consumidores de vinhos da região é ocupada pela Grã-Bretanha, mercado que em 2011 aumentou em 81% o volume de litros de vinhos do Tejo importados.
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Destaque ainda para a China, país para o qual os vinhos do Tejo aumentaram as exportações em 20%, o que o torna no quarto mercado internacional que mais vinhos da região consome.
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Embora ciente de que o actual cenário de crise e consequente retracção no consumo dificultam o bom desempenho do sector vitivinícola nacional, José Pinto Gaspar está confiante de que 2012 será ainda um ano de crescimento, embora a um ritmo mais moderado. «No último ano exportamos 43% do total de vinho produzido na região e é alicerçados nos mercados internacionais que, apesar do actual cenário de crise, estimamos poder continuar a registar um crescimento global de 2 a 3%» – afirma Pinto Gaspar.
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Refira-se que, para 2012, os vinhos do Tejo elegeram os Estados Unidos como um dos mercados internacionais prioritários, estando previsto o desenvolvimento de acções, em Outubro, com vista ao reforço da sua posição naquele país.
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«Este crescimento foi fortemente impulsionado por um aumento de 74% nas exportações globais (União Europeia e países terceiros), número que traduz a venda de aproximadamente 6,7 milhões de garrafas para os mercados internacionais», lê-se no texto da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo).
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José Pinto Gaspar, presidente da CVR Tejo, afirma que os resultados superam as «melhores expectativas».
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Entre os principais mercados importadores de vinhos do Tejo, a Suécia foi o que registou uma maior evolução, tendo aumentado em 494% o volume de litros de vinho adquiridos, sendo actualmente o segundo melhor cliente mundial de vinhos da região.
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Nesse capítulo, a liderança continua a pertencer a Angola, mercado em que os vinhos do Tejo voltaram a crescer em 2011, aumentando em 60% o seu desempenho na exportação para aquele país face ao ano anterior.
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A terceira posição na lista dos países maiores consumidores de vinhos da região é ocupada pela Grã-Bretanha, mercado que em 2011 aumentou em 81% o volume de litros de vinhos do Tejo importados.
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Destaque ainda para a China, país para o qual os vinhos do Tejo aumentaram as exportações em 20%, o que o torna no quarto mercado internacional que mais vinhos da região consome.
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Embora ciente de que o actual cenário de crise e consequente retracção no consumo dificultam o bom desempenho do sector vitivinícola nacional, José Pinto Gaspar está confiante de que 2012 será ainda um ano de crescimento, embora a um ritmo mais moderado. «No último ano exportamos 43% do total de vinho produzido na região e é alicerçados nos mercados internacionais que, apesar do actual cenário de crise, estimamos poder continuar a registar um crescimento global de 2 a 3%» – afirma Pinto Gaspar.
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Refira-se que, para 2012, os vinhos do Tejo elegeram os Estados Unidos como um dos mercados internacionais prioritários, estando previsto o desenvolvimento de acções, em Outubro, com vista ao reforço da sua posição naquele país.
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