Quase com um mês de atraso… é que nunca mais me lembrei. A 6 de Julho deu-se, no Hotel Ritz, em Lisboa, um acontecimento noticiável; a apresentação dos vinhos dos Independent Winegrowers Association. Cada um vale por si, corre por si, mas promovem-se juntos.
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Quem são estes senhores: Casa de Cello / Quinta da Vegia (Vinhos Verdes e Dão), Alves de Sousa (Douro), Luís Pato (Bairrada), Quinta do Ameal (Vinhos Verdes) e Quinta dos Roques / Quinta das Maias (Dão). Gente respeitada, produtores de primeira linha em qualidade. Aplauso!
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Foram tantos os vinhos experimentados, que não vou escrever sobre todos. Vão os que mais me impressionaram. Já estou a avisar… penso eu de que. Vou referir os que provei, mas vou limitar-me a impressões gerais. O acontecimento foi de tal modo intenso, que não ficam mais do que ideias. Seria desonesto da minha parte pôr-me aqui a dissertar. Aliás, alguns vinhos terão já anteriormente sido degustados e, eventualmente, escritos, pelo que os mais interessados podem consultar as notas publicadas no blogue.
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Na Casa de Cello foram provados: Quinta de Sanjoanne 2010, Quinta de Sanjoanne Escolha 2009, Quinta de Sanjoanne Superior 2009 e Quinta de Sanjoanne Passi 2009. Todos muito bem. A impressão com que fiquei é que andariam todos à volta da nota 6, uma média.
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Quinta da Vegia: Vegia 2008, Quinta da Vegia 2008 e Quinta da Vegia Reserva 2007. Diria que a cena aqui passou-se entre o 6 e o 8, mas reafirmo que o rigor é vago.
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Alves de Sousa: Branco da Gaivosa 2010, Branco da Gaivosa Reserva 2009, Alves de Sousa Reserva Pessoal Branco 2004, Caldas Reserva Touriga Nacional 2008, Alves de Sousa Reserva Pessoal Tinto 2005, Tapadinha TTT 2008, Quinta da Gaivosa Tinto 2008, Caldas Porto White, Quinta da Gaivosa Porto 10 anos e Quinta da Gaivosa Porto Vintage 2008. Aqui, uma apresentação média é impossível, pois, numa breve impressão, diria que andariam entre o 5,5 e o 8,5. Destaque para o Vintage 2008, para o Tawnie de 10 anos e para o TTT.
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Luís Pato: Espumante Duet Maria Gomes + Baga 2010, Espumante Duet Baga + Touriga Nacional 2009, Espumante Duet Baga + Bical 2010, Espumante Duet Bical + Cercial 2010, Espumante Quinta do Moinho 2010, Espumante Informal 2010, Vinha Formal Branco 2010, BTT Tinto 2009, Abafado Molecular Branco 2010 e Abafado Molecular Tinto 2010. Aqui diria (na tal impressão pouco fundamentada) que os Duet andariam à volta de nota 7/7,5, os outros espumantes nos 8/8,5… os espumantes estão duma cremosidade fantástica, amei de paixão. Nota de realce também para os moleculares, especialmente o branco.
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Quinta do Ameal: Quinta do Ameal Loureiro 2010, Quinta do Ameal Loureiro 2004, Quinta do Ameal Loureiro 2001, Quinta do Ameal Escolha 2008, Quinta do Ameal Escolha 2009, Quinta do Ameal Escolha 2004, Ameal Espumante Arinto Bruto 2002 e Ameal Special Harvest 2010. Aqui diria que a coisa andará entre os 6 e os 7. Primeira nota para a frescura dos vinhos com mais idade. Segunda nota para o Special Harvest, um colheita tardia que pecou pela doçura excessiva.
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Quinta dos Roques: Quinta dos Roques Branco 2010, Quinta dos Roques Branco 2010 Encruzado, Quinta dos Roques Tinto 2008 e Quinta dos Toques Tinto 2008 Touriga Nacional. Houve ainda em prova o Quinta dos Roques Tinto 2008 Garrafeira, mas por lapso não o provei. Aqui a amplitude é vasta, pelo que me abstenho de fazer uma média. Todavia, todos os vinhos estiveram muito bem.
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Quinta das Maias: Quinta das Maias Espumante 2006 Bruto «Blanc de Noirs», Quinta das Maias Branco 2010, Quinta das Maias Branco 2010 Malvasia Fina, Quinta das Maias Tinto 2008 e Quinta das Maias Tinto 2008 Jaen. Aqui a amplitude é vasta, pelo que me abstenho de fazer uma média. Todavia, todos os vinhos estiveram muito bem.