domingo, julho 31, 2011

Casa de Compostela Escolha 2010

Com o desassombro que já elogiei há dois dias, Horácio Figeiredo assumiu que a coisa lhe fugiu de controlo. Não por culpa sua, mas porque uma das castas se rebelou e decidiu amadurecer bués numa semana. A natureza é assim…
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A ideia foi fazer uma coisa diferente. Vai daí e toca de fazer um sauvignon blanc (o que me custa ver castas internacionais em regiões portuguesas com tanto carisma). Todavia, a magana portou-se mal e… já disse.
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Para corrigir a cena, o nosso amigo juntou-se a pedernã, que noutras latitudes é chamada de arinto. A acidez desta última equilibrou a coisa.
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Tásse bem!
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Origem: Regional Minho
Produtor: Casa Agrícola de Compostela
Nota: 5,5/10

sábado, julho 30, 2011

Casa de Compostela Alvarinho 2010

Como escrevi há dois dias, os alvarinhos fora da sub-região de Monção e Melgaço… blá, blá, blá. Este não é desinteressante, mas não me encantou de sobremaneira.
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Recomendável para o Verão, sem dúvida, com as sugestões de maçã já um pouco madura, com uma linha suave de flores (sei lá quais). O preço, ou a sua relação com a qualidade, é um trunfo.
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Origem: Regional Minho
Produtor: Casa Agrícola de Compostela
Nota: 4,5/10

sexta-feira, julho 29, 2011

Casa de Compostela Trajadura 2010

Farto-me de dizer, porque penso mesmo assim, que o espírito de quem faz transparece no que se faz. Tratando-se do vinho um produto intelectual, fruto da agricultura inteligente, isso é notado.
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O que se faz com empenho resulta melhor do que seria possível caso assim não fosse. Se a matéria-prima não é boa, não há qualidade final. Se não há esforço, há banalidade. Mais do que talento e sorte, acredito que o trabalho e a sabedoria transparecem no resultado. E o «amor» e o amor à coisa também.
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Quero chegar à simpatia e humildade do enólogo Horácio Figueiredo, que desassombradamente explicou o que faz e como lhe saíram as obras. O homem vibra e os olhos brilham. Gostei do senhor. E essa boa onda que lhe notei está nos vinhos que deu a provar (trajadura, alvarinho e escolha – que sairão no blogue nos próximos dias).
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Este trajadura não é o mais embandeirado da Casa de Compostela. Não é, mas é uma revelação. Não tem pretensões a nada que não seja descontracção e dar de beber ao Verão. Tem o mérito de alegrar por menos de três euros. E a virtude de não chegar aos 10% de álcool.
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Horácio Figueiredo reconheceu que a trajadura não é fácil, que muitas vezes dá para a chatice da falta de qualidade. Todavia, este está muito recomendável.
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Elogio muitas vezes os vinhos de piscina, pois cumprem a função de saciar a enofilia nos calores. Este então… e tão simples e descomplicado. Não é, obviamente, um GRANDEEEE vinho, mas é uma coisa facélima de se gostar. Penso que lhe vou dar a nota máxima que já dei a um vinho de piscina.
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Delicado, saciante, finamente tropical, lembrando ananás, com injecção de gás carbónico (e por que não?)… final gracioso.
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Origem:  Vinho Verde
Produtor: Casa Agrícola de Compostela
Nota: 6/10

quinta-feira, julho 28, 2011

Senses Alvarinho 2010

A casta alvarinho está na moda e, como tal, espalha-se pelo país. É difícil competir com a excelência dos alvarinhos da sub-região de Melgaço e Monção… tudo o resto será sempre comparado com o que pelo Minho se faz.
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Este, em concreto, não foge a essa regra. Ganha na oportunidade que se abre com a moda do alvarinho, perde na comparação. O Alentejo não é o Minho e a casta gosta mais de lá de cima. Feitios!
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Gostei das notas cítricas e as tropicais não me enjoaram, o que muitas vezes me acontece, com notas de pêssego. Tem frescura, embora não sendo do que mais fresco anda por aí. Um bom vinho para os peixes de Verão.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Adega de Borba
Nota: 5/10

quarta-feira, julho 27, 2011

Conde de Vimioso Rosé 2010

O que mais gosto num rosado é a sua capacidade de divertir. Nada de pomposidade. Tudo em descontracção. Para isso acontecer é preciso que não seja um vinho para barrar cor-de-rosa ou cor de salmão.
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Infelizmente, entre nós, muitos são os rosados que não passam de subprodutos de tinto. Resultam muito alcoólicos e, com um desvio de temperatura, ficam aborrecidos. E quantas vezes não são rebuçados?
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– Ah, o público quer…
– Mas não quero eu. Xarope para mim é groselha, capilé, para a tosse e licores… vinho, não.
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Este Conde de Vimioso, apesar de um pouco forte (13 graus), engana. Tem acidez suficiente para refrescar, de xarope não tem nada.
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O mestre João Portugal Ramos e sua equipa de enologia rulam.
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Notas de prova? Vão procura-las a outro lado, que a mim não apetece escrevê-las. Ok, ok… frutos do bosque, morangos, notas verdes… satisfeitos?
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Epá! Quero é divertir-me.
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Origem: Regional Tejo
Produtor: Falua
Nota: 5,5/10

Garrafa de azeite Oliveira Ramos Premium ganha prémio em Los Angeles


O azeite Virgem Extra Oliveira Ramos Premium recebeu a medalha de Ouro na Los Angeles International Extra Virgin Olive Oil Competition, na categoria Packaging Design -Innovative Design.
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A garrafa desenvolvida para o azeite destaca-se pelo facto de ser foscada e serigrafada com uma mensagem «manuscrita», em relevo, do produtor João Portugal Ramos com a história ligada à produção deste produto.
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Para além desta distinção, o azeite Virgem Extra Oliveira Ramos Premium conquistou a medalha de Prata na categoria de «Delicate».
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«O reconhecimento internacional é muito importante para uma marca que aposta na internacionalização e já se encontra presente em vários países», refere a Oliveira Ramos e comunicado.
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A Los Angeles International Extra Virgin Olive Oil Competition assinala 12 edições. Este ano contou com a presença de 600 produtos a concurso, que foram divididos por diversas categorias de acordo com designações regionais e níveis de intensidade de frutado.

segunda-feira, julho 25, 2011

Herdade das Servas lança topos de gama

Herdade das Servas Tinto 2009 e Herdade das Servas Branco 2010 são dois novos néctares que o produtor alentejano Serrano Mira.
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O Herdade das Servas Tinto 2009 é composto por uvas das castas aragonês (40%), touriga nacional (30%), alicante bouschet (15%) e syrah (15%) e o preço recomendado é de 8,75 euros.
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Na concepção do Herdade das Servas Branco 2010 estão três castas – roupeiro (50%), verdelho (25%) e viognier (10%); predomina a roupeiro, que provém de uma vinha com mais de 60 anos – a da Judia. O preço recomendado por garrafa é de 8,75 euros.

domingo, julho 24, 2011

Churchill apresenta branco e rosé 2010

A Churchill apresenta a colheita de 2010 do Churchill´s Estates Branco Douro e do Churchill’s Estates Rosé, originais de vinhas situadas na sub-região do Cima Corgo.
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O Churchill’s Estates Rosé 2010 foi produzido é produzido exclusivamente com touriga nacional. O Churchill´s Estates Branco Douro 2010, é composto por rabigato (70%), viosinho (20%) e uvas de vinhas velhas (10%).
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«Recomenda-se o Churchill Estates Branco Douro 2010 como acompanhamento de pratos tradicionais de peixe, como amêijoas à Bolhão pato, robalo grelhado ou ao sal, sardinhas assadas, dourada grelhada, arroz de marisco ou arroz de tamboril. Uma combinação que permite apreciar como combina e harmoniza a acidez e frescura natural do vinho com os sabores destes pratos únicos e muito portugueses», refere a empresa em comunicado.
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«Para o Churchill’s Estates Rosé 2010 sugere-se como acompanhamentos pratos frios, nomeadamente maionese de peixe ou camarão, salada russa, carnes frias e saladas», adianta o documento.

sexta-feira, julho 22, 2011

CVR Tejo quer triplicar exportações para o Brasil

A CVR Tejo (Comissão Vitivinícola Regional do Tejo) quer triplicar as exportações para o Brasil em 2011, superando a barreira dos 400 mil litros de vinhos do Tejo vendidos para este mercado.
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A verificar-se este cenário, a exportação de vinhos do Tejo para o Brasil irá registar um ritmo de crescimento muito semelhante ao de 2010, ano em que cresceu 180% em volume de garrafas, correspondentes a mais de 150 mil litros de vinho.
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José Pinto Gaspar, presidente da CVR Tejo, justifica este cenário optimista, potenciado pela dimensão do país e pelo crescimento das suas classes média e alta.
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«No Brasil, Portugal é já o quarto país em volume de importação de vinhos e essa posição, até pelo conhecimento que o consumidor brasileiro já tem dos nossos vinhos e pelos fortes laços culturais e linguísticos entre os dois países, pode ser melhorada», acrescenta.
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Para materializar esta aposta, a CVR Tejo, acompanhada de oito produtores da região, estará em São Paulo (Praça de S. Lourenço) e no Rio de Janeiro (Hotel Pestana Rio Atlântica), nos dias 25 e 27 de Julho, respectivamente, onde realizará acções de promoção direccionadas à imprensa brasileira, importadores, lojistas, escanções e consumidores VIP.
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Em paralelo, a CVR Tejo está também, desde o dia 10 de Julho, a apostar numa campanha nas redes sociais Facebook e Twitter, através da qual pretende envolver o público consumidor brasileiro, convidando-o a pesquisar e conhecer melhor a região.

Vinho.TV e mariajoaodealmeida.com representantes do Wine Bulk Wine Exhibition


O canal de televisão on-line www.vinho.tv e o portal www.mariajoaodealmeida.clix.pt são os representantes oficiais, em Portugal, da World Bulk Wine Exhibition. O evento que este ano vai na sua terceira edição, irá realizar-se nos dias 21 e 22 de Novembro, em Amesterdão.

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A World Bulk Wine Exhibition tem como principal organizador a empresa espanhola Pomona Keepers e conta com o apoio do recém-criado banco GLOBAL CAJA, assim como diversos parceiros.
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Esta exposição foi concebida a partir da necessidade de um ponto de encontro para compradores e vendedores de vinho a granel. O encontro é direccionado principalmente para produtores que procuram novos mercados de exportação; principais compradores deste vinho de todo o mundo; e distribuidores e agentes de negócios.
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Para poder estar presente neste grande evento, os produtores portugueses terão de obrigatoriamente contactar o departamento comercial da MJA Conteúdos, detentora do vinho.tv e mariajoaodealmeida.com, que organizará todos os pormenores da participação.
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«Actualmente já se produz vinho a granel de qualidade, sendo um mercado muito atractivo para vendedores e compradores», afirma, em comunicado, Luís Souto, director comercial e de marketing da MJA Conteúdos.
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«Portugal ainda não estava representado e, sabendo da taxa de sucesso deste evento, temos a certeza que será uma excelente oportunidade para os nossos produtores participarem».
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No ano passado estiveram presentes 94 expositores, 600 compradores e 2000 visitantes. Portugal exporta 5,5 milhões de litros de vinho a granel, enquanto França e Espanha exportam 256,5 e 241 milhões de litros, respectivamente.
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«Os produtores portugueses têm assim uma oportunidade de se posicionarem neste mercado, de expandir o seu portefólio de negócios, de colocar os seus vinhos em prova e de contactar directamente os principais compradores mundiais, que estão presentes na mostra», salienta Luís Souto.

quarta-feira, julho 20, 2011

Monte Velho celebra amizade em livro


O vinho Monte Velho dá hoje à luz o «Almanaque da Amizade e do Vinho», assinalando o Dia Mundial da Amizade. A publicação reúne dez escritores e dois ilustradores.
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O livro serve para festejar as duas décadas do Monte Velho. Em comunicado, a empresa Esporão refere que se trata dum «guia para quem quer saber tudo (ou quase tudo) sobre a amizade, os amigos e o papel que o vinho tem nessa relação. Histórias, curiosidades, conselhos e exaltações».
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Este projecto conta com a participação de Clara Ferreira Alves, Nuno Artur Silva, Rui Cardoso Martins, Helena Sacadura Cabral, Manuel João Vieira, Nuno Costa Santos, João Caraça, Mário Laginha, Eduardo Madeira e Luís Filipe Borges na elaboração dos textos e com as ilustrações de Tiago Albuquerque e Adriano Lameira. A edição e criatividade são da equipa da Agência 2034.
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Este livro vai desvendar, entre outras curiosidades, como nasceu o deus Dionísio, o que significa entornar vinho à mesa, quais os heterónimos de Fernando Pessoa que bebiam vinho, se tem algum amigo camaleão social ou uma amiga vegetariana eco-bio-zen, quantas castas têm os vinhos alentejanos, o que fez de Dom Quixote e Sancho Pança uma dupla de amigos de carne e osso, como se diz vinho em sueco, por que motivo é o gato o maior amigo da mulher, o que é um vinho generoso, quais os 11 mandamentos da amizade ou que presente oferecer ao seu amigo Sagitário.
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O livro será vendido com a revista Sábado, por 3,45€, nas edições de 28 de Julho, 4 e 11 de Agosto. Em meados do próximo mês será oferecido na grande distribuição na compra de duas garrafas de Monte Velho.

quinta-feira, julho 14, 2011

Adega Mayor ganha ouro e prata em Bruxelas

A Adega Mayor foi distinguida nos concursos com ouro e prata no Concours Mondial de Bruxelles. A edição de 2011 teve lugar no Luxemburgo e contou em prova com 7.386 vinhos de provenientes de 49 países.
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O Solista Touriga Nacional ganhou uma Medalha de Ouro. A distinção Prata foi obtida pelos Reserva do Comendador Tinto 2007 e para o vinho Caiado 2009.
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Em Abril, a casa de Campo Maior tinha já vencido uma medalha de ouro no Challenge International du Vin 2011, com o vinho branco Reserva do Comendador 2009, fruto das castas antão vaz, roupeiro e arinto. Na edição de 2011 do Decanter World Wine Awards, a Adega Mayor viu premiados cinco dos seus vinhos.

terça-feira, julho 12, 2011

Sauvignon blanc da Lavradores de Feitoria ganha prata em concurso da casta

A Lavradores de Feitoria (LDF) venceu uma medalha de prata no Concours Mondial de Sauvignon 2011, com o seu vinho Três Bagos Sauvignon Blanc 2010. Neste concurso, que decorreu em Bordéus, foi o único português a subir ao pódio, refere o produtor em comunicado.
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Esta é a segunda edição do Concours Mondial de Sauvignon, promovido no âmbito e pela organização do Concours Mondial de Bruxelles, juntamente com as entidades Bordeaux Supérieur e ODG de Bordeaux.
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Um painel de provadores internacionais avaliou 481 vinhos provenientes de 19 países – África do Sul, Alemanha, Argentina, Áustria, Bulgária, Chile, Croácia, Espanha, França, Grécia, Itália, Nova Zelândia, Portugal, República Checa, Roménia, Eslováquia, Eslovénia, Suíça e Turquia. Em comum todos eles tinham o facto de a casta Sauvignon Blanc estar em predominância, com, pelo menos, 51%.

segunda-feira, julho 11, 2011

Novo espaço para atiçar a gula

Lisboa tem um novo lugar para satisfazer a gula, a Quinta do Saldanha Garrafeira & Gourmet. Situa-se no Atrium Saldanha e apresenta algumas das melhores referências de vinhos portugueses e gulodices nacionais e estrangeiras.

Herdade Grande Tinto 2008 e Cartuxa Branco 2009 vencem prémios do Alentejo

A quinta edição do Concurso «Vinhos Engarrafados do Alentejo», iniciativa promovida pela Confraria dos Enófilos do Alentejo, elegeu os melhores vinhos engarrafados da região.
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Este ano, o «Prémio de Excelência para os Tintos» foi entregue ao Reserva de 2008 da Herdade Grande, um vinho que está a cargo da casa António Manuel Lança. O «Prémio de Excelência para os Brancos» foi para o Cartuxa 2009, da Fundação Eugénio de Almeida.
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Na competição participaram os produtores inscritos com Denominação de Origem (DOC) Alentejo, ou com classificação de Vinho Regional Alentejano, em três naipes de competição: Tinto, Rosé e Branco. As amostras de cada categoria foram submetidas à apreciação de um júri de selecção final, tendo sido os Tintos que mais galardões arrecadaram de primeiro lugar, num total de 17; seguindo-se seis medalhados na categoria de Brancos e, por fim, dois vencedores na categoria de Rosés.
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A particularidade deste encontro centra-se na constituição do júri. A apreciação dos vinhos a concurso envolve um painel formado por enólogos, técnicos de viticultura, enófilos e vitivinicultores, que fazem a selecção inicial dos vinhos dos primeiro, segundo e terceiro lugares. Ficando a cargo do júri mais especializado a selecção e decisão dos prémios de excelência em cada uma das categorias de vinho a concurso. Este alargar do painel de apreciação permite aproximar o nível subjectivo das provas à procura dos consumidores.
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O concurso “Vinhos Engarrafados do Alentejo” realiza-se de três em três anos, desde 1999 e tem apresentado um elevado nível de adesões. Este ano, os vinhos premiados foram:
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Vinhos Brancos:
Excelência
Cartuxa 2009
1º Prémio
Herdade das Servas 2010
Pousio 2010
Olho de Mocho Reserva 2010
Guadalupe Selection Reserva 2010
Herdade dos Grous Reserva 2010
Cartuxa 2009
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2º Prémio
Comenda Grande 2010
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Vinhos Rosados
1º Prémio
EA 2010
Vinha D’Ervideira
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Vinhos Tintos
Excelência
Herdade Grande Reserva 2008
1º Prémio
Horta da Palha Touriga Nacional 2008
Perescuma 2009
Monte da Raposinha 2009
Quatro Caminhos 2009
Monte da Peceguina 2009
Pousio 2010
Dom Cosme Reserva 2007
Herdade da Farizoa Reserva 2008
Herdade Grande Reserva 2008
Herdade dos Grous Reserva 2008
Herdade das Servas Syrah + Touriga Nacional 2008
Olho de Mocho Reserva 2009
Bombeira do Guadiana Escolha Trincadeira 2009
Comenda Grande Syrah 2009
Monsaraz Premium 2008
Garrafeira dos Sócios Garrafeira 2004
Quinta do Quetzal Reserva 2008
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2º Prémio
Inevitável 2007
Terra de Pias Reservas 2008
CARMIN-Syrah 2009
Senses - Touriga Nacional 2009

Dão & Douro a 21 de Julho no Convento das Bernardas

A Mostra Dão & Douro 2011 terá lugar em Lisboa, a 21 de Julho, entre as 16h00 e as 20h00, para o trade e público geral, no claustro do Convento das Bernardas. Para a selecção deste espaço a organização levou em linha de conta o apoio do restaurante A Travessa, assim como o suporte institucional da EGEAC/Museu da Marioneta e do Santos Design District.
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Para o evento, e a exemplo das  três edições anteriores, que decorreram na Assembleia da Republica, serão convidados parlamentares, diplomatas e membros das associações nacionais do sectores da restauração, hotelaria e outros profissionais do trade.
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Os produtores cuja presença está já confirmada são: Álvaro de Castro, João Brito e Cunha, Casa de Mouraz, Quinta da Fata, Quinta do Sobral, Quinta  de  Santo António do Serrado - Barão de Nelas, Quinta das Marias, Quinta Mendes Pereira, Quinta Fonte de Gonçalvinho, Vallegre, Alves de Sousa, União Comercial da Beira, Lavradores de Feitoria, Casa da Carvalha, Piorro, Quinta da Pedra Cancela, Bago de Touriga, Quinta do Infantado, Vinícola de Nelas, Quinta da Boavista, Dona Berta, Quinta da Nespereira, Quinta de Avidagos, Quinta do Mondego, Borges e Sogrape onçalvinho, Casa da Carvalha, Quinta do Infantado, Bago de Touriga, Dona Berta, Sogrape, Borges, Lavradores de Feitoria, Quinta de Avidagos, Vinícola de Nelas, Quinta do Mondego, Quinta da Nespereira, União Comercial da Beira, Piorro, Quinta do Couquinho e Quinta da Pedra Cancela.

terça-feira, julho 05, 2011

Dois novos vinhos da Colecção Privada Domingos Soares Franco

A José Maria da Fonseca lançou dois novos vinhos da sua Colecção Privada Domingos Soares Franco, um branco e um tinto, ambos referentes à vindima de 2010. Tratam-se de vinhos de lote de castas pouco comuns e com grande variedade. Os vinhos agora apresentados são Domingos Soares Franco Colecção Privada – 208 Castas Branco 2010 e o Domingos Soares Franco Colecção Privada – 157 Castas Tinto 2010
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De entre as castas brancas seleccionaram-se 208, as quais deram origem a este novo vinho branco. Entre elas estão castas tão invulgares, como, por exemplo, larião, mourisco de Azeitão, macabeu e raksitelli.
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«Como objectivo de apresentar todas as características da fruta, que está na origem deste vinho, optou-se pela sua vinificação apenas em cubas de inox, não se recorrendo a estágio em barrica», refere a empresa em comunicado
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De igual modo, seleccionaram-se 157 castas tintas, que deram origem a este ovo vinho tinto. Entre as castas tintas mais invulgares, encontram-se a colorino, bogalhal e khindony.
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O vinho fermentou durante sete dias a 28ºC, com maceração total, não tendo estagiado em barrica.
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A José Maria da Fonseca possui na Quinta de Camarate, em Azeitão, uma colecção ampelográfica com mais de 560 diferentes castas. Trata-se de algo único em Portugal, um verdadeiro museu vivo, onde se encontram plantadas a grande maioria das castas nacionais (mais de 250) e uma grande quantidade de castas estrangeiras, provenientes dos mais variados pontos do Mundo.
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Esta colecção foi iniciada no início do séc. XX e tem vindo a ser permanentemente actualizada e ampliada até aos dias de hoje. Pela primeira vez, na vindima de 2010, decidiu-se vinificar as diferentes castas existentes na colecção; o que terá dado origem a dois vinhos, que para além da sua originalidade, devem ser os vinhos existentes produzidos a partir da maior diversidade de castas identificadas.

Poças distinguida em São Francisco

A Poças foi considerada a «Melhor Produtor de Portugal», na edição deste ano da The San Francisco International Wine Competition, com dois dos seus vinhos do Porto premiados com Double Gold, o mais alto galardão da competição. O Poças Vintage 2003 e o Poças Colheita 1976 foram os eleitos, sendo que o último foi ainda considerado o «Melhor Vinho Fortificado» em prova.
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Reconhecida como a maior e mais respeitada competição internacional de vinhos dos Estados Unidos, a 31.ª edição do certame, que este ano decorreu de 17 a 19 de Junho, teve a concurso 4.184 vinhos, provenientes de mais de 1.200 produtores de 29 países.
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Com um júri constituído por críticos, escanções e compradores dos melhores restaurantes e garrafeiras americanas, no total foram atribuídas 153 medalhas Double Gold, 290 medalhas de Ouro, 1.102 de Prata e 1.549 de Bronze.
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Poças Colheita 1976 é um vinho proveniente duma só colheita, envelhecido em casco, durante, pelo menos, sete anos. Neste processo, os aromas jovens, frescos e frutados, evoluem para um bouquê complexo e elegante, bem combinado por uma textura aveludada e um final persistente.
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O Poças Vintage 2003, resultado duma só colheita, foi envelhecido em vasilhas de carvalho, foi engarrafado entre o segundo e o terceiro anos após a vindima. Durante o estágio em garrafa, vai gradualmente adquirido o extraordinário estilo de um grande vinho de guarda.

segunda-feira, julho 04, 2011

CVR Tejo aposta na Rússia

A Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) quer colocar mais vinhos na Rússia, conquistando mais quota de mercado, onde entende haver uma excelente margem de penetração.
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São 11 os produtores da região que, em conjunto com a CVR Tejo, se deslocarão ao mercado para uma acção de promoção, em Moscovo a 5 de Julho, seguindo-se acção idêntica na cidade de São Petersburgo, no dia 7.
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O presidente da CVR Tejo, José Pinto Gaspar, diz que, face à dimensão e potencialidade do mercado russo, a presença poderá alargar-se a outros pontos do país, «para lhes conferir maior notoriedade», lê-se em comunicado.
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O documento adianta ainda que «os vinhos portugueses são ainda pouco conhecidos na Rússia, pelo que todas as regiões vitícolas nacionais estão em pé de igualdade». Assim, «atendendo à elevada qualidade dos nossos produtos, pretendemos vir a conquistar uma posição de relevo entre os vinhos portugueses e não só».
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Da lista dos 11 produtores é formada pela Quinta do Casal Monteiro, Agrovia, Companhia das Lezírias, Casal da Coelheira, Casal do Conde, Pinhal da Torre, Quinta da Ribeirinha, Casal Branco, Falua, Agro-Batoréu e Fiúza.