ponto de ordem à mesa

O mundo gira e dá voltas. Teimosamente às voltas. Pensava que o joaoamesa.blogspot.com estava morto ou, pelo menos, em estado de coma. Ou pior, sem qualquer sinal vital, ligado à blogosfera por nostalgia e arquivo. Mal morto, o blogue mantém o endereço, mas muda de título.

terça-feira, maio 31, 2011

Pousio Branco 2010

Uma amiga minha provou-o e ficou maluca com ele. Eu fiquei maluco com ela.
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Nestes dias de calor e humidade tropicais… sim, estão lá, mas não me aborreceram
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Herdade do Monte da Ribeira
Nota: 5/10

segunda-feira, maio 30, 2011

Pousio Tinto 2010

Descontraído, descomplicado, vai bem para uma churrascada.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Herdade do Monte da Ribeira
Nota: 4,5/10

domingo, maio 29, 2011

Pousio Rosé 2010

Morangada e não é a da TVI… dessa também gosto muito… malta gira e argumento pastilha elástica. Morangada e não é xarope. Tásse!...
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Herdade do Monte da Ribeira
Nota: 4,5/10

sábado, maio 28, 2011

Quinta do Gradil Arinto & Sauvignon Blanc 2010 - e outros vinhos

A Quinta do Gradil organizou uma festa original, no que toca a apresentação de vinho: um cruzeiro no Tejo. O calor anda aí e a brisa do rio ajuda muito. Entre as 19h00 e as 23h00 foi só passear, petiscar, ouvir uma banda a tocar ragtime, a provar rosê, a jantar, a cavaquear, tudo na descontra.
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Quanto aos vinhos, confesso que não têm o perfil que mais aprecio. Mas uma vez mais sublinho que é uma questão pessoal. Os brancos mostraram-se mais marcantes que os tintos e do que o rosê.
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No evento foram apresentados o Quinta do Gradil Rosé Touriga & Syrah 2010, Quinta do Gradil Arinto & Sauvignon Blanc 2010, Quinta do Gradil Viognier 2010, Quinta do Gradil Reserva Branco 2009, Quinta do Gradil Touriga & Tannat 2009, Quinta do Gradil Tinto 2008 e Quinta do Gradil Reserva Tinto 2009.
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Mostraram-se todos com nota positiva, mas não houve ambiente fácil para uma decilitração de grande atenção. Por isso vou estar quietinho com os dedos… refiro só uma desilusão, unânime entre os interpelados: o reserva branco, com um exagero de madeira… disseram-me que era para ser assim, que era de feito, de perfil… paciência, não gostei. Porém, não dêem demasiado crédito a esta afirmação, visto não ter tido as condições aceitáveis para avaliar (era um jantar, não era suposto.
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Fixo-me na feliz companhia: Para mim, o melhor dos vinhos da casa. De estrutura fresca e fácil, potenciando prazer do fim da tarde, da beira rio, da beira mar, da esplanada, do anoitecer de Verão, do marisco, da boa conversa. Promete um Verão fresco e divertido.
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Origem: Regional Lisboa
Produtor: Quinta do Gradil
Nota: 5,5/10

sexta-feira, maio 27, 2011

Herdade do Esporão TN 2008

Deste já gostei mais (ver petit verdot). É um touriga nacional com tudo o que tem direito, mas no molde alentejano. Não tem as flores nem a elegância do Dão, mas não digo com isto que seja abrutalhado, saliento apenas que as touriga do Dão… são outra coisa. É diferente.
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Demonstra frescura tanto no nariz como na boca. Revelou fruta vermelha em compota com notas de cacau. Na boca desenhou a madeira polida. É um vinho claramente internacional.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Esporão
Nota: 7,5/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

quinta-feira, maio 26, 2011

Adega Mayor promove conversa sobre vinho e artes visuais







Eu tenho dois amores, que em nada são iguais. Um bebe-se por um copo e o outro… não faz rima. Não faz mal.
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A Adega Mayor lançou um programa de conversas acerca do vinho e outros prazeres, as suas ligações. Primeiro foi a música e agora, na passada terça-feira, as artes visuais. O acontecimento deu-se na Galeria de Arte Urbana, na rua da Boavista, em Lisboa.
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E se com a música se apresentaram os Sinfonia (branco e tinto), desta feita foi o Pai Chão (que nome rebuscado), um tinto que é um dos novos topo de gama daquela adega de Campo Maior.
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Na conversa participaram artistas, críticos de arte e crítico de vinho e comida: Sílvia Câmara (historiadora de arte), Fernando Melo (crítico de gastronomia e vinhos), Miguel Januário (artista plástico) e Ricardo Campos (antropólogo), além de Rita Nabeiro (representando o produtor).
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Na exposição apresentaram-se trabalhos de AKA Corleone, Arm Collective, Filipe Rebelo, I’m from Lx, João Retorta, Kruella d’Enfer, Lara Portela, Maria Imaginário, Miguel Januário, Pixelejo e Tamara Alves.
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Infelizmente, o clima de estufa que se viveu na Galeria de Arte Urbana derrotou-me e impossibilita-me de poder narrar o espírito e a matéria do evento. Confesso que estive a beber água, em vez de vinho: litro e meio em menos de dez minutos!
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Esta mesma razão não me permitiu avaliar com exactidão o vinho lançado, obra de Paulo Laureano e Rita Carvalho. Deu para ver que é um vinhaço e que demonstrou frescura, mesmo naquele clima de ananases. Não havia condições para a prática da modalidade.
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Em conversa com o pessoal deu para perceber que o people curtiu a cena e o vinho.
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O vinho resulta de uvas alicante bouschet e trincadeira (se um dia tiver um cão chamo-lhe trincadeira).
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No final foi oferecida uma garrafósia do dito vinho, grafitada à mão por I'm from Lx. Dilema: abrir a obra de arte e perder o conjunto pictórico ou poupa-la e nunca ficar a conhecer o que lá está dentro. Problema: aconselharam-me a guardá-la por três anos, que vai estar uma pinga de estalo… o vinho não aguenta em minha casa… «evapora-se».

Grandes Quintas Azeite Virgem Extra

Azeite fresquinho, sumo de 2010. Aprecio bastante os azeites transmontanos (neste caso só a denominação, pois provem de olival duriense). São intensos e complexos. Este não foge a essa regra.
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Frutado Intenso. Aroma a azeitona fresca, tomate, maça e amêndoa. Sabor muito elegante, verde, amargo e picante, com final de boca longo e persistente.
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Nota: As notas de prova foram indicadas pelo produtor.
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Nota: Azeite enviado pelo produtor.

T-Nac by Falorca 2008

Aqui está um vinho que pode e deve ser apresentado num curso de vinhos. Este explica bem o que é um vinho floral e o que, em evidência escandalosa, é a touriga nacional no Dão.
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É uma caricatura da touriga nacional do Dão. Uma brutalidade, um exagero. Pareceu-me aquelas noites em que as flores resolveram empestar o ar… um enjoo.
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Senti-me num velório, só que com maior concentração de aromas e paladar... menos variado. Este tem demasiadas violetas...
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Não posso dizer que o vinho é mal feito. O que é grave. Ou que tem pouco para contar. Mas não me interessa nada o que tem para dizer.
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Tudo o que é demais cheira mal. Até as flores! Até os vinhos florais. Até os vinhos de touriga nacional.
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Porque não posso (mesmo) dizer que o vinho é mal feito, dou-lhe nota positiva. Mas a minha vontade é outra…
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Origem: Dão
Produtor: Sociedade Agrícola de Silgueiros - Quinta da Falorca
Nota: 3/10

quarta-feira, maio 25, 2011

Torre do Frade Reserva Tinto 2006

O produtor não tem grande antiguidade, mas esta marca tem já tradição. Fez-se com as castas tintas típicas do Alentejo; aragonês, trincadeira e alicante bouschet.
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Gostei das notas verdes, mas não encruadas… talvez espargos, o produtor refere azeitonas. Na boca é elegante. Gostei.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Sociedade Agrícola da Torre de Curvo
Nota: 7,5/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

terça-feira, maio 24, 2011

Torre do Frade Viognier 2010

É um vivaço! Bem equilibrado, com frescura, paladoso. Gostei dos alimonados e da baunilha… apesar de se servir fresco, não é um gelado, como as referências podem sugerir. Bebe-se fresco, mas não gelado. Na boca estende-se a percepção do nariz, acrescentando-se notas minerais.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Sociedade Agrícola da Torre de Curvo
Nota: 7/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

segunda-feira, maio 23, 2011

Tons de Duorum Branco 2010

É um vinho descomplexado, para beber sem pensar na vida e estar com mais atenção à conversa. Dirá um dos conversadores:
– Que vinho é este?
– É o Tons de Duorum
– Ah! Agradável.
– Pois é!
A conversa segue para bingo, bem temperada.
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Origem: Douro
Produtor: Duorum Vinhos
Nota: 4/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

domingo, maio 22, 2011

Assobio Tinto 2009

Assobia aí ao empregado e manda vir outra destas, porque esta estava furada. Que bem se bebe. Descomplicado e com a região expressa.
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Fruta do bosque, compota, especiarias… blá, blá, blá…
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Origem: Douro
Produtor: Esporão
Nota: 6/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

sábado, maio 21, 2011

Quinta dos Murças Reserva Tinto 2008

Com uvas de sete castas não haveria de sair coisa complexa… tinta roriz, tinta amarela, tinta barroca, tinta miúda, touriga nacional, touriga franca e sousão.
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Não é um festival de aromas e de sabores, em que cada um quer esmagar o parceiro, em busca dum lugar ao Sol. É equilibrado, harmonioso, muito gastronómico (óptimo para carnes vermelhas… já me babo só de pensar num bom naco de barrosã)… em suma, prazenteiro.
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Origem: Douro
Produtor: Esporão
Nota: 7,5/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

sexta-feira, maio 20, 2011

CARM CM 2007

CARM é sigla de Casa Agrícola Reboredo Madeira… e CM de Celso Madeira, o patriarca. Há dois dias disse que apresentaria o topo de gama. Ele aí está! É este! Um pomadão! Neste momento toca a charanga…
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Tem tudo, ou quase: fruta, compota, madeira, mineral, pujança, taninos e tanto. É um vinho complexo e, contudo, fácil.
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Origem: Douro
Produtor: Casa Agrícola Reboredo Madeira
Nota: 8,5/10

quinta-feira, maio 19, 2011

CARM Maria de Lurdes Branco 2009

As castas gouveio, viosinho e rabigato caem-me bem. Dou-me bem com elas. Por isso, dificilmente não gostaria deste vinho.
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No nariz gostei dos citrinos, que lhe dão imensa frescura. Para mim está lá ainda uma leve linha de pêra. Na boca mostrou-se mineral, mas não um calhau. Tem lá a fruta e as notas de madeira.
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Origem: Douro
Produtor: Casa Agrícola Reboredo Madeira
Nota: 7,5/10

quarta-feira, maio 18, 2011

CARM Maria de Lurdes Tinto 2008

O produtor chama-lhe topo de gama. Ok, percebe-se a ideia, mas não creio. Outro dia postarei aqui esse… ou melhor considera-o um dos topos de gama. Está melhor!
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O que importa é que é um vinhaço. É um vinho elegante… nem sempre o Douro consegue, mas este chegou lá. É elegante no nariz e na boca.
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Gostei da fruta do bosque e o perfume de madeira. Na boca revelou-se fresco, polido… Tá lá!
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Origem: Douro
Produtor: Casa Agrícola Reboredo Madeira
Nota: 8/10

terça-feira, maio 17, 2011

Revista de Vinhos dá nome de David Lopes Ramos a prémio de gastronomia

A Revista de Vinhos decidiu que o Prémio Especial de Gastronomia, que todos os anos atribui, em Fevereiro, a uma personalidade relevante da área da gastronomia, cozinha e sabores portugueses, passe a ter a designação de «Prémio Gastronomia David Lopes Ramos».
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Este prémio, entregue na cerimónia «Os Melhores do Ano» tem distinguido desde 2004, figuras prestigiadas do sector.
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«David Lopes Ramos, jornalista e crítico gastronómico no Público, colaborador da Revista de Vinhos e autor de vários trabalhos sobre a gastronomia portuguesa, recentemente falecido, seria o mais que natural candidato para ser distinguido pelo citado prémio desde o ano em que o mesmo foi instituído», lê-se no comunicado da publicação.
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«Contudo, a sua ligação à Revista de Vinhos como colaborador, impediu sempre essa possibilidade e a sua morte precoce em Abril último inviabilizou para sempre essa vontade e a justiça dessa atribuição. Decidiu por isso a Revista de Vinhos homenagear a figura do jornalista e crítico e, obtida a autorização da família, atribuir a partir de agora o nome de David Lopes Ramos a esta distinção», conclui o comunicado.
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Nota: Não era amigo do David Lopes Ramos, mas tenho dele uma memória boa. Pessoa simpática sem exibicionismos, atencioso, despretensioso, não se colocava num pedestal apesar de todo o seu estatuto (merecido) de grande crítico. Esta nota era devida desde 29 de Abril. Um abraço, David.

segunda-feira, maio 16, 2011

Novo grafismo

O João à mesa está com outro aspecto gráfico… o que é óbvio para quem se habituou a consultá-lo. Embora, inicialmente na reestruturação, o cor-de-rosa tivesse sido escolhido para fundo de texto, acabou por vingar o vermelho vivo que caracterizava o anterior grafismo. A colocação da imagem foi uma grande aventura… sou do tipo nabo nestas coisas… ou pior, sou do tipo água-pé. Tenho de agradecer o apoio ao Nuno Ciríaco, na imagem, e à amiga Rita, que quase me bateu, de tanta sinceridade, para mudar o cor-de-rosa. Espero que gostem.

sexta-feira, maio 06, 2011

Herdade do Esporão PV 2008

Belíssimo vinho, embora não fazendo um estilo que aprecie especialmente. Confesso que esperava mais, o que não significa qualquer falta de qualidade do dito.
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Esperava-o mais fresco, senti-o um pouco pesado. Apesar desta afirmação, há que reconhecer que não é nem sopa nem xarope. Aliás, tem algumas notas verdáceas, a ervas de cheiro frescas suaves, que o refrescam. Por outro lado, aquece-se nas notas de cedro já seco e a lenha de azinho. Nota bem positiva para os taninos.
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Convém dizer que PV quer dizer petit verdot, casta com alguma moda pelo Alentejo. Boa malha!
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Herdade do Esporão
Nota: 7,5/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

quinta-feira, maio 05, 2011

Conde d’Ervideira Private Selection 2007

Tem o rótulo do velho clássico reserva, mas não tem nada a ver. Adorei o vinho. Aroma muito afinado, bela junção de fruta e a tosta da madeira. Potente e simultaneamente elegante, taninos bem presentes, mas polidos. Quando o cheirei pareceu-me sentir o pimento verde do cabernet sauvignon, embora menos impositivo. Contudo, é casta que não faz parte do lote. Só entram as alentejanas aragonês e trincadeira, além da adoptiva alicante bouschet.
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Como a companhia era boa… lindamente.
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Origem: Alentejo
Produtor: Ervideira, Sociedade Agrícola da Herdadinha
Nota: 7,5/10
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Nota: Este vinho foi oferecido pelo produtor.

quarta-feira, maio 04, 2011

Adega Mayor junta vinho às artes visuais

Após a Wine Talks & Music realizada em Fevereiro, num debate sobre a dimensão artística da música e do vinho em diferentes perspectivas, a Adega Mayor prepara-se agora para lançar mais uma experiência, desta vez inspirada na relação do vinho com o mundo das artes.

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Neste âmbito, a Galeria da Boavista, em Lisboa, recebe, de 19 a 26 de Maio, uma exposição colectiva de 11 artistas portugueses, que são já uma referência no nosso país e no panorama internacional, e que aceitaram o desafio para criarem peças únicas que exploram a relação do vinho com o mundo das artes, tomando como caminhos criativos a linguagem, a simbologia e a cultura do vinho.
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AKA Corleone, Arm Collective, Filipe Rebelo, I’m from LX, João Retorta, Kruella D’Enfer, Lara Portela, Maria Imaginário, Miguel Januário, Pixelejo e Tâmara Alves são os artistas que dão corpo a esta relação entre o vinho e a arte. A galeria encontra-se aberta entre as 10 e as 13 horas e entre as 15h00 e as 19h00.
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Ao longo da semana serão, ainda, dinamizados workshops de arte (stencil, stickers e personalização de garrafas), provas de vinhos e workshops específicos para escolas.

Quinta de S. Sebastião Branco 2007

Este branco foi das minhas maiores alegrias recentes. Quando o experimentei, na própria quinta, apaixonei-me. Quando o castiguei em casa… que beleza! Notas de alguma evolução, muito positivo. Notas de mel, positivo. Minaralidade, muito positivo. Frescura, corpo, final de boca. Que pena ter sido uma primeira experiência e não ter ido para o mercado ou, se foi, foi em quantidades diminutas. O do ano seguinte é também do melhor, mas este não há pai pra ele.
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Origem: Regional Estremadura
Produtor: Quinta de São Sebastião
Nota: 8/10
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Nota: Este vinho foi oferecido pelo produtor.

terça-feira, maio 03, 2011

Chão do Pardo Escolha 2007

Prontes! Cá tá um vinho que mexeu bem comigo. Fiquei mesmo feliz. Um Bucelas à moda antiga, com fermentação em madeira. Está lá a mineralidade e frescura do arinto. Bucelas está toda ali dentro.
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Origem: Bucelas
Produtor: António Paneiro Pinto
Nota: 7,5/10
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Nota: Este vinho foi oferecido pelo produtor.

segunda-feira, maio 02, 2011

Chão do Prado 2009

Este é um vinho de duas pessoas muito simpáticas; o produtor, António João Paneiro Pinto, e o enólogo, Paulo Laureano. Só podia sair coisa da boa. Muito mais do que simpático. A nota não é para ser simpática, é porque é.
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Felizmente, ao contrário do que anda a acontecer com outros Bucelas, este não é um festival dos trópicos. As notas estão lá, mas recordo mais a pêra e a mineralidade.
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Origem: Bucelas
Produtor: António Paneiro Pinto
Nota: 6,5/10
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Nota: Este vinho foi oferecido pelo produtor.

domingo, maio 01, 2011

Adega de Borba Premium Tinto 2006

Bela vinhaça! Bom corpo! Um alentejano à séria, mas com a modernidade do cabernet sauvignon, que não o marca demasiado. Ainda assim vegetal, embora com boas notas da madeira.
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Origem: Alentejo
Produtor: Adega de Borba
Nota: 7/10
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Nota: Este vinho foi oferecido pelo produtor.