terça-feira, Maio 31, 2011

Pousio Branco 2010

Uma amiga minha provou-o e ficou maluca com ele. Eu fiquei maluco com ela.
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Nestes dias de calor e humidade tropicais… sim, estão lá, mas não me aborreceram
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Herdade do Monte da Ribeira
Nota: 5/10

segunda-feira, Maio 30, 2011

CVR Tejo premeou vinhos, empresas e enólogo

A Comissão Vitivinícola Regional do Tejo distinguiu, na «II Gala Vinhos do Tejo», a 28 de Maio, em Vila Chá de Ourique – Cartaxo, os melhores restaurantes, vinhos, produtores e enólogo da região em 2011.
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Os galardões máximos atribuídos nesta prova foram as «medalhas de excelência», entregues ao melhor vinho branco a concurso : Vale d’Algares Selection Branco 2010. Ao melhor vinho Rosé: Quinta da Alorna Touriga Nacional Rosé 2010. E ao melhor vinho tinto: Conde de Vimioso Tinto 2008.
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A edição de 2011 desta competição colocou à prova 121 vinhos do Tejo e 40 produtores, registo que constituiu um recorde de participação em concursos realizados nos últimos 12 anos.
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A rápida transição de pequeno produtor para um dos grandes engarrafadores da região, com destaque para os últimos dois anos, em que passou de pouco mais de 200 mil garrafas para 700 mil garrafas, valeu à Sociedade Agrícola da Quinta da Ribeirinha o prémio de «Empresa Dinamismo Vinhos do Tejo».
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As dezenas de medalhas alcançadas em 2010, nos principais concursos nacionais e internacionais, foram um forte contributo para a atribuição à Enoport United Wines do prémio Empresa Excelência Vinhos do Tejo.
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Um dos momentos mais esperados da noite foi a divulgação do prémio «Enólogo do Ano Vinhos do Tejo». O vencedor, pertencente à nova geração de enólogos que tem revolucionado os vinhos do Tejo nos últimos anos, foi Nuno Falcão Rodrigues, do Centro Agrícola do Tramagal.

Kim Marcus destaca vinhos da Quinta do Vallado

A Quinta do Vallado figura, na edição de Abril, no pódio da listagem de 325 vinhos portugueses recomendados pelo crítico de vinhos norte-americano Kim Marcus.
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O Touriga Nacional 2008 e o Douro Reserva Field Blend 2008 arrecadaram as pontuações mais elevadas, com 95 e 94 pontos, respectivamente, conquistando assim o primeiro e segundo lugar, a par com outros dois vinhos portugueses.
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Apesar de ser uma casta muito antiga, apenas recentemente a touriga nacional passou a ter um nível de destaque no panorama vitivinícola Nacional. Por iniciativa da Viniportugal, esta casta passou a ser a casta-âncora de Portugal. A nível de mercado interno, o Quinta do Vallado - Touriga Nacional 2008 foi um dos vinhos escolhidos para o Top 10 de Touriga Nacional na Wines of Portugal International Conference, em Dezembro de 2010.
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O Reserva Field Blend 2008 provém das vinhas mais antigas da Quinta do Vallado, com idade superior a 80 anos. Nestas vinhas, conforme era tradição na época, estão plantadas cerca de 40 castas diferentes, daí o nome, Reserva Field Blend.

Pousio Tinto 2010

Descontraído, descomplicado, vai bem para uma churrascada.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Herdade do Monte da Ribeira
Nota: 4,5/10

domingo, Maio 29, 2011

Duorum Colheita 2009 ganha ouro em Londres

O vinho Duorum Colheita 2009 ganhou uma medalha de ouro no International Wine Challenge. Este resultado foi apresentado na abertura da International Wine Fair em Londres.
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A gama Duorum foi ainda distinguida com mais duas medalhas de prata atribuídas ao Duorum Reservas Vinhas Velhas 2008 e ao Tons de Duorum Tinto 2009.

Pousio Rosé 2010

Morangada e não é a da TVI… dessa também gosto muito… malta gira e argumento pastilha elástica. Morangada e não é xarope. Tásse!...
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Herdade do Monte da Ribeira
Nota: 4,5/10

sábado, Maio 28, 2011

Quinta do Gradil Arinto & Sauvignon Blanc 2010 - e outros vinhos

A Quinta do Gradil organizou uma festa original, no que toca a apresentação de vinho: um cruzeiro no Tejo. O calor anda aí e a brisa do rio ajuda muito. Entre as 19h00 e as 23h00 foi só passear, petiscar, ouvir uma banda a tocar ragtime, a provar rosê, a jantar, a cavaquear, tudo na descontra.
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Quanto aos vinhos, confesso que não têm o perfil que mais aprecio. Mas uma vez mais sublinho que é uma questão pessoal. Os brancos mostraram-se mais marcantes que os tintos e do que o rosê.
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No evento foram apresentados o Quinta do Gradil Rosé Touriga & Syrah 2010, Quinta do Gradil Arinto & Sauvignon Blanc 2010, Quinta do Gradil Viognier 2010, Quinta do Gradil Reserva Branco 2009, Quinta do Gradil Touriga & Tannat 2009, Quinta do Gradil Tinto 2008 e Quinta do Gradil Reserva Tinto 2009.
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Mostraram-se todos com nota positiva, mas não houve ambiente fácil para uma decilitração de grande atenção. Por isso vou estar quietinho com os dedos… refiro só uma desilusão, unânime entre os interpelados: o reserva branco, com um exagero de madeira… disseram-me que era para ser assim, que era de feito, de perfil… paciência, não gostei. Porém, não dêem demasiado crédito a esta afirmação, visto não ter tido as condições aceitáveis para avaliar (era um jantar, não era suposto.
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Fixo-me na feliz companhia: Para mim, o melhor dos vinhos da casa. De estrutura fresca e fácil, potenciando prazer do fim da tarde, da beira rio, da beira mar, da esplanada, do anoitecer de Verão, do marisco, da boa conversa. Promete um Verão fresco e divertido.
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Origem: Regional Lisboa
Produtor: Quinta do Gradil
Nota: 5,5/10

sexta-feira, Maio 27, 2011

Herdade do Esporão TN 2008

Deste já gostei mais (ver petit verdot). É um touriga nacional com tudo o que tem direito, mas no molde alentejano. Não tem as flores nem a elegância do Dão, mas não digo com isto que seja abrutalhado, saliento apenas que as touriga do Dão… são outra coisa. É diferente.
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Demonstra frescura tanto no nariz como na boca. Revelou fruta vermelha em compota com notas de cacau. Na boca desenhou a madeira polida. É um vinho claramente internacional.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Esporão
Nota: 7,5/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

quinta-feira, Maio 26, 2011

Adega Mayor promove conversa sobre vinho e artes visuais







Eu tenho dois amores, que em nada são iguais. Um bebe-se por um copo e o outro… não faz rima. Não faz mal.
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A Adega Mayor lançou um programa de conversas acerca do vinho e outros prazeres, as suas ligações. Primeiro foi a música e agora, na passada terça-feira, as artes visuais. O acontecimento deu-se na Galeria de Arte Urbana, na rua da Boavista, em Lisboa.
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E se com a música se apresentaram os Sinfonia (branco e tinto), desta feita foi o Pai Chão (que nome rebuscado), um tinto que é um dos novos topo de gama daquela adega de Campo Maior.
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Na conversa participaram artistas, críticos de arte e crítico de vinho e comida: Sílvia Câmara (historiadora de arte), Fernando Melo (crítico de gastronomia e vinhos), Miguel Januário (artista plástico) e Ricardo Campos (antropólogo), além de Rita Nabeiro (representando o produtor).
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Na exposição apresentaram-se trabalhos de AKA Corleone, Arm Collective, Filipe Rebelo, I’m from Lx, João Retorta, Kruella d’Enfer, Lara Portela, Maria Imaginário, Miguel Januário, Pixelejo e Tamara Alves.
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Infelizmente, o clima de estufa que se viveu na Galeria de Arte Urbana derrotou-me e impossibilita-me de poder narrar o espírito e a matéria do evento. Confesso que estive a beber água, em vez de vinho: litro e meio em menos de dez minutos!
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Esta mesma razão não me permitiu avaliar com exactidão o vinho lançado, obra de Paulo Laureano e Rita Carvalho. Deu para ver que é um vinhaço e que demonstrou frescura, mesmo naquele clima de ananases. Não havia condições para a prática da modalidade.
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Em conversa com o pessoal deu para perceber que o people curtiu a cena e o vinho.
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O vinho resulta de uvas alicante bouschet e trincadeira (se um dia tiver um cão chamo-lhe trincadeira).
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No final foi oferecida uma garrafósia do dito vinho, grafitada à mão por I'm from Lx. Dilema: abrir a obra de arte e perder o conjunto pictórico ou poupa-la e nunca ficar a conhecer o que lá está dentro. Problema: aconselharam-me a guardá-la por três anos, que vai estar uma pinga de estalo… o vinho não aguenta em minha casa… «evapora-se».

Grandes Quintas Azeite Virgem Extra

Azeite fresquinho, sumo de 2010. Aprecio bastante os azeites transmontanos (neste caso só a denominação, pois provem de olival duriense). São intensos e complexos. Este não foge a essa regra.
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Frutado Intenso. Aroma a azeitona fresca, tomate, maça e amêndoa. Sabor muito elegante, verde, amargo e picante, com final de boca longo e persistente.
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Nota: As notas de prova foram indicadas pelo produtor.
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Nota: Azeite enviado pelo produtor.

T-Nac by Falorca 2008

Aqui está um vinho que pode e deve ser apresentado num curso de vinhos. Este explica bem o que é um vinho floral e o que, em evidência escandalosa, é a touriga nacional no Dão.
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É uma caricatura da touriga nacional do Dão. Uma brutalidade, um exagero. Pareceu-me aquelas noites em que as flores resolveram empestar o ar… um enjoo.
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Senti-me num velório, só que com maior concentração de aromas e paladar... menos variado. Este tem demasiadas violetas...
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Não posso dizer que o vinho é mal feito. O que é grave. Ou que tem pouco para contar. Mas não me interessa nada o que tem para dizer.
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Tudo o que é demais cheira mal. Até as flores! Até os vinhos florais. Até os vinhos de touriga nacional.
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Porque não posso (mesmo) dizer que o vinho é mal feito, dou-lhe nota positiva. Mas a minha vontade é outra…
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Origem: Dão
Produtor: Sociedade Agrícola de Silgueiros - Quinta da Falorca
Nota: 3/10

quarta-feira, Maio 25, 2011

Moscatel 2006 da JMF ganha duas medalhas de ouro e a empresa soma prémios

O Moscatel de Setúbal 2006 da José Maria da Fonseca obteve duas medalhas de ouro: uma no Concours Mondial de Bruxelles e outra no International Wine & Spirits Competion. Por sua vez, no Decanter Wine Awards foi-lhe atribuída a medalha de prata.
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No Decanter Wine Awards o vinho Periquita tinto 2008 recebeu a medalha de prata. O vinho Periquita Reserva 2008 recebeu a medalha de prata no Concours Mondial de Bruxelles e a medalha de bronze no International Wine & Spirits Competion.
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No mesmo International Wine & Spirits Competion, o vinho Periquita branco 2010 recebeu a medalha de bronze.
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Para além destas marcas, também os vinhos alentejanos da José Maria da Fonseca
receberam importantes distinções: no Concours Mondial de Bruxelles, medalha de prata para José de Sousa 2009; no Decanter Wine Awards, medalha de bronze para Montado tinto 2010, e medalha de bronze José de Sousa 2009; no International Wine & Spirits Competition, medalha de bronze Montado tinto 2010,e medalha de bronze para José de Sousa 2009.

Torre do Frade Reserva Tinto 2006

O produtor não tem grande antiguidade, mas esta marca tem já tradição. Fez-se com as castas tintas típicas do Alentejo; aragonês, trincadeira e alicante bouschet.
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Gostei das notas verdes, mas não encruadas… talvez espargos, o produtor refere azeitonas. Na boca é elegante. Gostei.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Sociedade Agrícola da Torre de Curvo
Nota: 7,5/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

Companhia das Quintas arrecada 24 medalhas

A Companhia das Quintas viu distinguidas sete das suas marcas com um total de 24 medalhas e quatro menções honrosas, em dois dos mais importantes concursos internacionais da especialidade: Concours Mondial de Bruxelles 2011 e International Wine Challenge 2011.
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No total, sete marcas da Companhia das Quintas arrecadaram 28 distinções: uma medalha grande ouro, três medalhas de ouro , 12 de prata e oito de bronze, além de quatro menções honrosas.
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A última edição do Concours Mondial de Bruxelles 2011 distinguiu três vinhos da Quinta da Fronteira (Douro): Quinta da Fronteira Reserva 2008 com a medalha grande ouro; o Quinta da Fronteira Selecção do Enólogo 2008 e Quinta da Fronteira Grande Escolha 2008 com a medalha de ouro. A produção da Companhia das Quintas no Alentejo mereceu prata do júri, com Herdade da Farizoa Grande Escolha 2008 e Herdade da Farizoa Reserva 2008, à semelhança da prata obtida na mesma competição pelos brancos de Bucelas: Prova Régia 2010, Prova Régia Premium 2010 e Morgado de Sta. Catherina Reserva 2009.
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O Morgado de Sta. Catherina Reserva 2009 mereceu medalha de ouro do britânico International Wine Challenge 2011, num total de 14 distinções atribuídas aos vinhos da Companhia das Quintas por esta entidade. Foram sete os vinhos galardoados com medalha de prata: Prova Régia 2010, Prova Régia Premium 2010, Farizoa 2009, Herdade da Farizoa Grande Escolha 2008, Quinta de Pancas Touriga Nacional Reserva 2008, Quinta da Fronteira Reserva 2008 e Quinta da Fronteira Grande Escolha 2008. O júri atribuiu ainda medalha de bronze a Quinta de Pancas 2010 e Quinta do Cardo Touriga Nacional Reserva 2008, bem como menções honrosas a Quinta do Cardo Siria 2009, Quinta da Fronteira Selecção do Enólogo 2008, Pancas Tinto 2009 e Pancas Branco 2009.
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A Companhia das Quintas foi também distinguida pelos Decanter World Wine Awards 2011 com medalhas de bronze para seis dos seus vinhos: Quinta da Fronteira Reserva 2008, Quinta da Fronteira Grande Escolha 2008, Morgado de Sta. Catherina Reserva 2009, Prova Régia 2010, Prova Régia Premium 2010 e Quinta do Cardo Síria 2009.

terça-feira, Maio 24, 2011

Etc ganha Grande Medalha de Ouro em Bruxelas

O Monte do Álamo ganhou a Grande Medalha de Ouro atribuída ao Etc. Colheita Seleccionada 2009, na 18ª edição do Concurso Mundial de Bruxelas. No concurso participaram 7.400 vinhos mundiais, cuja avaliação foi feita por um painel de 260 pessoas, composto por provadores de todo o mundo, escanções, compradores, importadores, jornalistas etc.

Vinhos do Tejo ganham prémios em Bruxelas e Londres

Os vinhos do Tejo arrecadaram quatro medalhas de ouro no Concours Mondial de Bruxelles. A este registo soma-se ainda a conquista de mais dez medalhas de prata, numa competição em que os vinhos do Tejo levaram a concurso 43 vinhos de 18 produtores.
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No cômputo geral, um terço dos vinhos do Tejo presentes no concurso foi premiado, com destaque para os vinhos da Quinta da Alorna, que asseguraram duas medalhas de ouro, com os vinhos Cardal Branco 2010 e Quinta da Alorna Branco 2010, a que somaram outras duas de prata.
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Os restantes premiados com ouro foram os vinhos Fiúza Premium Branco 2009, do produtor Fiúza & Bright, e o Forma de Arte Reserva Tinto 2009, da Talhão Vinhos.
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Realizada no Luxemburgo, de 6 a 8 de Maio, a 18ª edição do Concours Mondial de Bruxelles colocou à prova mais de 7300 vinhos e espirituosos, provenientes de 49 países, avaliados por um júri composto por 284 elementos de 40 nacionalidades.
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Na mesma semana em que foram divulgados os resultados desta prova, conheceram-se também os resultados de outras duas provas internacionais que contaram com a participação de vinhos do Tejo – International Wine Chalenge e Decanter World Wine Awards.
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Assim, no total dos 3 concursos, os vinhos do Tejo conquistaram, numa só semana, 48 medalhas.
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Com efeito, no International Wine Chalenge, os vinhos da região apresentaram-se a concurso com 59 vinhos de 18 produtores, tendo novamente um terço dos néctares submetidos à avaliação do Júri alcançado a distinção.
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Os resultados foram divulgados na abertura da London International Wine Fair e das 18 medalhas conseguidas pelos vinhos do Tejo, sete foram de prata e 11 de bronze.
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Por sua vez, o concurso Decanter World Wine Awards, promovido pela revista inglesa Decanter atribuiu mais 16 medalhas à região Tejo, das quais cinco de prata e 11 de bronze. Foram a concurso 26 vinhos de 8 produtores do Tejo, tendo-se registado a particularidade de todos os produtores da região que concorreram terem sido premiados.
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O produtor Quatro Âncoras acabou por se destacar, ao coleccionar três medalhas de prata e duas de bronze, num concurso onde um painel de jurados, que ascendeu a mais de 200 elementos, provou cerca de 12.200 vinhos.

Torre do Frade Viognier 2010

É um vivaço! Bem equilibrado, com frescura, paladoso. Gostei dos alimonados e da baunilha… apesar de se servir fresco, não é um gelado, como as referências podem sugerir. Bebe-se fresco, mas não gelado. Na boca estende-se a percepção do nariz, acrescentando-se notas minerais.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Sociedade Agrícola da Torre de Curvo
Nota: 7/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

segunda-feira, Maio 23, 2011

Prova Régia ganha seis medalhas

Estão já disponíveis no mercado os vinhos da colheita Prova Régia de 2010, que conquistaram seis medalhas internacionais: dois vinhos brancos dominados pela frescura e riqueza aromática das uvas da casta arinto produzidas na região demarcada de Bucelas.
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O Prova Régia 2010 e o Prova Régia Premium 2010 foram distinguidos pelo júri com medalhas de Prata no Concurso Mundial de Bruxelas 2011 e no International Wine Challenge, além de terem sido galardoados com Bronze no Decanter World Wine Awards.
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Tratam-se de dois vinhos produzidos apenas com uvas da casta arinto, sob a direcção dos enólogos João Corrêa e Nuno do Ó, que utilizaram processos de vinificação distintos em cada um destes brancos.

Carmim apresenta dois azeites

A Carmim introduziu no mercado o Monsaraz Azeite Virgem e o Monsaraz Azeite Virgem Extra, dois produtos obtidos a partir de azeitonas seleccionadas provenientes de olivais dos associados, «contribuindo assim para preservar intacta a tradição do azeite 100% alentejano», salienta a cooperativa em comunicado.
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«Nestes azeites, a associação à região de Reguengos de Monsaraz e às suas tradições mais saudáveis é inequívoca, sublinhado assim na mente do consumidor o vínculo deste azeite à região de origem. A azeitona colhida nos olivais dos nossos associados, é transportada para o lagar da Carmim, onde é imediatamente limpa e lavada para conservar as suas características, sendo logo de seguida separada por lotes, conforme a sua qualidade com base numa observação visual» – prossegue o texto oficial.
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A laboração consiste na transformação da azeitona em azeite, através de um processo totalmente mecânico, do qual se obtêm o azeite virgem pois não comporta qualquer produto químico na sua extracção nem é sujeito a tratamentos posteriores, donde resulta um produto 100% natural.
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O Monsaraz Azeite Virgem Extra resulta maioritariamente da variedade galega, havendo também alguma percentagem de azeitona cobrançosa. O Monsaraz Azeite Virgem é resultado de uma combinação delicada: galega 80 %; outras variedades (cobrançosa, carrasquenha, blanqueta, bical, redondil): 20 %.

Tons de Duorum Branco 2010

É um vinho descomplexado, para beber sem pensar na vida e estar com mais atenção à conversa. Dirá um dos conversadores:
– Que vinho é este?
– É o Tons de Duorum
– Ah! Agradável.
– Pois é!
A conversa segue para bingo, bem temperada.
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Origem: Douro
Produtor: Duorum Vinhos
Nota: 4/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

Negreiros Reserva 2007 ganha ouro em Bruxelas

O Negreiros Reserva 2007 venceu uma medalha de ouro Concours Mondial de Bruxelles. Este vinho, cuja produção se limitou a 3.000 garrafas, é o primeiro reserva desde 2004, quando foi feito o primeiro Negreiros.
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«Não queremos contribuir para banalizar a referência Reserva, só o faremos quando o ano nos permitir fazer um óptimo Negreiros “normal” e ainda separar um lote especialmente bom» – refere Mário Negreiros.
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«2007 foi um ano tão bom que nos trouxe não só o Ouro de Bruxelas (para o Reserva) mas também o de Courmayeur (concurso Internacional de Vinho de Montanha, medalha de ouro para o Negreiros 2007 "normal" em 2010) e a prata de Londres (também para o Negreiros "normal" 2007, no International Wines and Spirits Competition 2011)» – salienta.
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O primeiro vinho Negreiros surgiu em 2004. Até aí as uvas eram vendidas, primeiro à Cockburn’s e depois à Simyngton. A produção actual é de 12 mil garrafas, só tinto. O projecto foi concebido pelo Anselmo Mendes. Em 2007 o enólogo passou a ser João Brito e Cunha.

domingo, Maio 22, 2011

Assobio Tinto 2009

Assobia aí ao empregado e manda vir outra destas, porque esta estava furada. Que bem se bebe. Descomplicado e com a região expressa.
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Fruta do bosque, compota, especiarias… blá, blá, blá…
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Origem: Douro
Produtor: Esporão
Nota: 6/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

sábado, Maio 21, 2011

Bacalhôa e Aliança arrecadam 41 medalhas em Londres e Bruxelas

O Grupo Bacalhôa conquistou 41 prémios em quatro concursos internacionais de vinhos, em Londres e Bruxelas.
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No International Wine Challenge o Grupo Bacalhôa arrecadou 24 medalhas, uma de ouro, seis de prata, sete de bronze e dez commended. Em comunicado, o grupo destaca, da Aliança «uma medalha de ouro e duas de prata atribuídas aos vinhos da Quinta da Garrida. E da Bacalhôa o Quinta da Bacalhôa Branco 2009, o Quinta do Carmo Reserva Tinto 2007 e o Bacalhôa Moscatel Roxo, todos com medalha de prata».
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O Concours Mondial de Bruxelles distinguiu com ouro o Bacalhôa Moscatel de Setúbal 2004 e com prata o JP Azeitão Branco 2010 e o Quinta da Bacalhôa Tinto 2008.
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O JP Branco e Tinto 2010, o Rosé da Ânfora e o Tinto da Ânfora foram distinguidos com quatro medalhas de bronze no International Wine & Spirits Competition.
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Ainda em Londres, no Decanter World Wine Awards, as duas empresas, Aliança e Bacalhôa, foram premiadas com nove medalhas, dentro das quais o troféu atribuído ao Bacalhôa Moscatel de Setúbal 2004.

Contemporal Douro Reserva ganha prata no IWS

O vinho Contemporal Douro Reserva 2009, da recém-lançada marca de vinhos do Continente, foi distinguido com a Medalha de Prata no concurso britânico International Wine and Spirit Competition 2011.
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A International Wine & Spirit Competition é uma das principais competições do género a nível internacional, cujo principal objectivo é promover a qualidade e a excelência dos melhores vinhos, licores e aguardentes do mundo.
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Os vinhos Contemporal têm a assinatura do Enólogo Aníbal Coutinho e estão disponíveis, em exclusivo, nas lojas Continente.

Quinta dos Murças Reserva Tinto 2008

Com uvas de sete castas não haveria de sair coisa complexa… tinta roriz, tinta amarela, tinta barroca, tinta miúda, touriga nacional, touriga franca e sousão.
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Não é um festival de aromas e de sabores, em que cada um quer esmagar o parceiro, em busca dum lugar ao Sol. É equilibrado, harmonioso, muito gastronómico (óptimo para carnes vermelhas… já me babo só de pensar num bom naco de barrosã)… em suma, prazenteiro.
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Origem: Douro
Produtor: Esporão
Nota: 7,5/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

sexta-feira, Maio 20, 2011

CARM CM 2007

CARM é sigla de Casa Agrícola Reboredo Madeira… e CM de Celso Madeira, o patriarca. Há dois dias disse que apresentaria o topo de gama. Ele aí está! É este! Um pomadão! Neste momento toca a charanga…
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Tem tudo, ou quase: fruta, compota, madeira, mineral, pujança, taninos e tanto. É um vinho complexo e, contudo, fácil.
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Origem: Douro
Produtor: Casa Agrícola Reboredo Madeira
Nota: 8,5/10

quinta-feira, Maio 19, 2011

Adega de Borga ganha ouro em Bruxelas e 17 medalhas em concursos londrinos

A Adega de Borba foi galardoada com 17 medalhas e cinco recomendações nos concursos International Wine & Spirit Competition, International Wine Challenge e Decanter World Wine Awards, no Reino Unido.
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O ouro foi alcançado pelo Senses Touriga Nacional 2009, na categoria de vinhos tintos no International Wine & Spirit Competition, «sendo esta uma das principais competições do género no cenário internacional, cujo principal objectivo é promover a qualidade e a excelência dos melhores do mundo (vinhos, licores e aguardentes)», refere a Adega de Borba em comunicado..
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No concurso International Wine & Spirits Competition, a Adega de Borba foi premiada com uma medalha de ouro, uma medalha de prata no Melhor da Classe, duas medalhas de prata e quatro medalhas de bronze.
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No Decanter World Wine Awards recebeu duas medalhas de prata, três medalhas de bronze e três recomendações.
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Por sua vez, no International Wine Challenge, a Adega de Borba alcançou uma medalha de prata, três medalhas de bronze e duas recomendações.
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Já fora do Reino Unido, a Adega de Borba conquistou ainda uma medalha de ouro com o vinho Adega de Borba Premium 2008, na 18ª edição do Concurso Mundial de Bruxelas, organizado em estreita colaboração com o Instituto Vinícola de Remich e a Comissão de Promoção de Vinhos deste país.

CARM Maria de Lurdes Branco 2009

As castas gouveio, viosinho e rabigato caem-me bem. Dou-me bem com elas. Por isso, dificilmente não gostaria deste vinho.
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No nariz gostei dos citrinos, que lhe dão imensa frescura. Para mim está lá ainda uma leve linha de pêra. Na boca mostrou-se mineral, mas não um calhau. Tem lá a fruta e as notas de madeira.
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Origem: Douro
Produtor: Casa Agrícola Reboredo Madeira
Nota: 7,5/10

quarta-feira, Maio 18, 2011

CARM Maria de Lurdes Tinto 2008

O produtor chama-lhe topo de gama. Ok, percebe-se a ideia, mas não creio. Outro dia postarei aqui esse… ou melhor considera-o um dos topos de gama. Está melhor!
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O que importa é que é um vinhaço. É um vinho elegante… nem sempre o Douro consegue, mas este chegou lá. É elegante no nariz e na boca.
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Gostei da fruta do bosque e o perfume de madeira. Na boca revelou-se fresco, polido… Tá lá!
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Origem: Douro
Produtor: Casa Agrícola Reboredo Madeira
Nota: 8/10

terça-feira, Maio 17, 2011

Carmim com novos bag-in-box

A Carmim introduziu no mercado uma nova proposta, a versão bag-in-box de três Litros, para os seus vinhos Reguengos DOC Branco e Tinto. Os temas das embalagens são as mantas da região.
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Estes produtos visam «dar continuidade ao posicionamento na mente do consumidor como o vinho da região por excelência. Estes novos suportes, fruto da evolução tecnológica, pretendem acompanhar a qualidade e posicionamento deste vinho, mantendo viva e actual a referência “Reguengos”», afiança a cooperativa em comunicado.
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O Branco Reguengos DOC resulta da combinação das castas antão vaz, arinto, síria, rabo de ovelha e perrum. O Tinto Reguengos DOC é composto pelas castas aragonês, trincadeira e castelão.

Revista de Vinhos dá nome de David Lopes Ramos a prémio de gastronomia

A Revista de Vinhos decidiu que o Prémio Especial de Gastronomia, que todos os anos atribui, em Fevereiro, a uma personalidade relevante da área da gastronomia, cozinha e sabores portugueses, passe a ter a designação de «Prémio Gastronomia David Lopes Ramos».
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Este prémio, entregue na cerimónia «Os Melhores do Ano» tem distinguido desde 2004, figuras prestigiadas do sector.
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«David Lopes Ramos, jornalista e crítico gastronómico no Público, colaborador da Revista de Vinhos e autor de vários trabalhos sobre a gastronomia portuguesa, recentemente falecido, seria o mais que natural candidato para ser distinguido pelo citado prémio desde o ano em que o mesmo foi instituído», lê-se no comunicado da publicação.
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«Contudo, a sua ligação à Revista de Vinhos como colaborador, impediu sempre essa possibilidade e a sua morte precoce em Abril último inviabilizou para sempre essa vontade e a justiça dessa atribuição. Decidiu por isso a Revista de Vinhos homenagear a figura do jornalista e crítico e, obtida a autorização da família, atribuir a partir de agora o nome de David Lopes Ramos a esta distinção», conclui o comunicado.
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Nota: Não era amigo do David Lopes Ramos, mas tenho dele uma memória boa. Pessoa simpática sem exibicionismos, atencioso, despretensioso, não se colocava num pedestal apesar de todo o seu estatuto (merecido) de grande crítico. Esta nota era devida desde 29 de Abril. Um abraço, David.

segunda-feira, Maio 16, 2011

Novo grafismo

O João à mesa está com outro aspecto gráfico… o que é óbvio para quem se habituou a consultá-lo. Embora, inicialmente na reestruturação, o cor-de-rosa tivesse sido escolhido para fundo de texto, acabou por vingar o vermelho vivo que caracterizava o anterior grafismo. A colocação da imagem foi uma grande aventura… sou do tipo nabo nestas coisas… ou pior, sou do tipo água-pé. Tenho de agradecer o apoio ao Nuno Ciríaco, na imagem, e à amiga Rita, que quase me bateu, de tanta sinceridade, para mudar o cor-de-rosa. Espero que gostem.

quarta-feira, Maio 11, 2011

Periquita na Audi Med Cup

A etapa nacional do mais importante Circuito de Regatas do Mundo, o Audi Med Cup, terá como vinho oficial o vinho Periquita, da José Maria da Fonseca.
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Na prova participam os melhores velejadores oceânicos do Mundo, membros de equipas da America´s Cup, medalhados olímpicos e campeões do mundo. A marca de vinho Periquita aposta, assim, num evento único de enorme qualidade, que é acompanhado em mais de 75 países espalhados pelo mundo. A José Maria da Fonseca aproveita o evento para reforçar o carácter internacional da mais antiga marca de vinhos portuguesa.
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A primeira etapa da Audi MedCup terá lugar em Cascais, de 17 a 22 de Maio, e será nesse momento que serão apresentadas todas as estreias e novidades da época e onde as equipas medirão forças pela primeira vez, depois de vários meses de preparação.

terça-feira, Maio 10, 2011

Alicante bouschet da Carmin ganha novo prémio

O vinho tinto monocasta Alicante Bouschet 2009, da Carmim, ganhou uma medalha de ouro no concurso Challenge International du Vin 2011, que decorreu em Bourg (região de Bordéus), em Abril passado.
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Este evento tem quase 30 anos e é a mais antiga competição internacional francesa. Com a participação de mais de 30 países, apreciou quase 5.000 vinhos de todas as regiões produtoras do mundo, o que transforma este concurso num dos eventos de maior prestígio neste sector.
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Recorde-se que este vinho tinha já arrebatado o prémio «Escolha da Imprensa» (no Encontro com o Vinho 2010), e angariado o Troféu Prestige (equivalente à medalha de Bronze), no âmbito do Concurso Internacional de Vinhos Les Citadelles du Vin 2009, bem como a Medalha de Prata no concurso Vinalies Internationales 2009, e a Tambuladeira de Prata na rúbrica «Os Melhores Vinhos aos Melhores Preços», da revista O Escanção. Mais recentemente, levou a medalha de ouro no Vinalies Internationales 2011, que decorreu em Março deste ano. Com estes prémios, a Carmim conquista o seu terceiro troféu de 2011, depois de ter registado 18 prémios em 2010.

sexta-feira, Maio 06, 2011

Herdade do Esporão PV 2008

Belíssimo vinho, embora não fazendo um estilo que aprecie especialmente. Confesso que esperava mais, o que não significa qualquer falta de qualidade do dito.
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Esperava-o mais fresco, senti-o um pouco pesado. Apesar desta afirmação, há que reconhecer que não é nem sopa nem xarope. Aliás, tem algumas notas verdáceas, a ervas de cheiro frescas suaves, que o refrescam. Por outro lado, aquece-se nas notas de cedro já seco e a lenha de azinho. Nota bem positiva para os taninos.
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Convém dizer que PV quer dizer petit verdot, casta com alguma moda pelo Alentejo. Boa malha!
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: Herdade do Esporão
Nota: 7,5/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

quinta-feira, Maio 05, 2011

Conde d’Ervideira Private Selection 2007

Tem o rótulo do velho clássico reserva, mas não tem nada a ver. Adorei o vinho. Aroma muito afinado, bela junção de fruta e a tosta da madeira. Potente e simultaneamente elegante, taninos bem presentes, mas polidos. Quando o cheirei pareceu-me sentir o pimento verde do cabernet sauvignon, embora menos impositivo. Contudo, é casta que não faz parte do lote. Só entram as alentejanas aragonês e trincadeira, além da adoptiva alicante bouschet.
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Como a companhia era boa… lindamente.
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Origem: Alentejo
Produtor: Ervideira, Sociedade Agrícola da Herdadinha
Nota: 7,5/10
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Nota: Este vinho foi oferecido pelo produtor.

quarta-feira, Maio 04, 2011

Adega Mayor junta vinho às artes visuais

Após a Wine Talks & Music realizada em Fevereiro, num debate sobre a dimensão artística da música e do vinho em diferentes perspectivas, a Adega Mayor prepara-se agora para lançar mais uma experiência, desta vez inspirada na relação do vinho com o mundo das artes.

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Neste âmbito, a Galeria da Boavista, em Lisboa, recebe, de 19 a 26 de Maio, uma exposição colectiva de 11 artistas portugueses, que são já uma referência no nosso país e no panorama internacional, e que aceitaram o desafio para criarem peças únicas que exploram a relação do vinho com o mundo das artes, tomando como caminhos criativos a linguagem, a simbologia e a cultura do vinho.
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AKA Corleone, Arm Collective, Filipe Rebelo, I’m from LX, João Retorta, Kruella D’Enfer, Lara Portela, Maria Imaginário, Miguel Januário, Pixelejo e Tâmara Alves são os artistas que dão corpo a esta relação entre o vinho e a arte. A galeria encontra-se aberta entre as 10 e as 13 horas e entre as 15h00 e as 19h00.
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Ao longo da semana serão, ainda, dinamizados workshops de arte (stencil, stickers e personalização de garrafas), provas de vinhos e workshops específicos para escolas.

Quinta de S. Sebastião Branco 2007

Este branco foi das minhas maiores alegrias recentes. Quando o experimentei, na própria quinta, apaixonei-me. Quando o castiguei em casa… que beleza! Notas de alguma evolução, muito positivo. Notas de mel, positivo. Minaralidade, muito positivo. Frescura, corpo, final de boca. Que pena ter sido uma primeira experiência e não ter ido para o mercado ou, se foi, foi em quantidades diminutas. O do ano seguinte é também do melhor, mas este não há pai pra ele.
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Origem: Regional Estremadura
Produtor: Quinta de São Sebastião
Nota: 8/10
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Nota: Este vinho foi oferecido pelo produtor.

terça-feira, Maio 03, 2011

Quatro medalhas para o Tejo em França

Os vinhos do Tejo estiveram em destaque na última edição do concurso francês «Challenge International du Vin», ao arrecadarem quatro medalhas, tendo contado com a participação de apenas seis produtores.
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Com efeito, o vinho Quinta do Côro Reserva 2007 foi galardoado com uma medalha de ouro, tendo sido o néctar da região que obteve a mais alta pontuação do júri da prova.
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Naquela que foi uma estreia na participação em concursos vínicos, o produtor Fernando Rodrigues Carvalho viu o seu vinho ‘Dois Carvalhos Reserva 2007’ alcançar uma medalha de prata, distinção também atribuída ao vinho Casa da Atela Merlot 2007.
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Depois de, com a colheita de 2007, ter sido premiado em todos os concursos em que participou no ano passado, o Cabeça de Toiro Reserva 2008 garantiu a manutenção deste registo, ao arrecadar uma medalha de bronze.
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José Pinto Gaspar, Presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo), destaca o feito dos vinhos da região, lembrando que o facto de dois dos produtores premiados não possuírem a dimensão e estrutura das grandes casas de vinhos, reflecte o trabalho de grande qualidade que os pequenos produtores do Tejo estão já aptos a realizar.
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Realizado em Bordéus, a 8 e 9 de Abril, o Challenge International du Vin submeteu cerca de cinco mil vinhos, provenientes de 38 países, à apreciação de 800 provadores, num painel de jurados composto por enólogos, viticultores, distribuidores e consumidores.

Chão do Pardo Escolha 2007

Prontes! Cá tá um vinho que mexeu bem comigo. Fiquei mesmo feliz. Um Bucelas à moda antiga, com fermentação em madeira. Está lá a mineralidade e frescura do arinto. Bucelas está toda ali dentro.
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Origem: Bucelas
Produtor: António Paneiro Pinto
Nota: 7,5/10
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Nota: Este vinho foi oferecido pelo produtor.

segunda-feira, Maio 02, 2011

Coroa d'Ouro Branco 2010 à venda

A colheita de 2010 do Coroa d’Ouro Branco acaba de chegar ao mercado. Produzido a partir de castas tradicionais do Douro, com predomínio das castas malvasia fina, códega, rabigato e moscatel.
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Os enólogos Jorge Manuel Pintão e Luís Rodrigues recomendam que seja servido à temperatura de 15ºC como aperitivo ou harmonizado com queijos leves e pratos delicados de aves, peixe ou marisco.

Chão do Prado 2009

Este é um vinho de duas pessoas muito simpáticas; o produtor, António João Paneiro Pinto, e o enólogo, Paulo Laureano. Só podia sair coisa da boa. Muito mais do que simpático. A nota não é para ser simpática, é porque é.
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Felizmente, ao contrário do que anda a acontecer com outros Bucelas, este não é um festival dos trópicos. As notas estão lá, mas recordo mais a pêra e a mineralidade.
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Origem: Bucelas
Produtor: António Paneiro Pinto
Nota: 6,5/10
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Nota: Este vinho foi oferecido pelo produtor.

domingo, Maio 01, 2011

Adega de Borba Premium Tinto 2006

Bela vinhaça! Bom corpo! Um alentejano à séria, mas com a modernidade do cabernet sauvignon, que não o marca demasiado. Ainda assim vegetal, embora com boas notas da madeira.
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Origem: Alentejo
Produtor: Adega de Borba
Nota: 7/10
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Nota: Este vinho foi oferecido pelo produtor.