sábado, abril 30, 2011

Grandes Quintas Tinto Colheita 2008

Demonstrou grande frescura. Aroma típico da fruta do Douro. Gostaria que tivesse um pouco mais de madeira. Foi bem, bem positivo, mas não deslumbrou.
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O azeite da casa é fantástico.
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Origem: Douro
Produtor: Casa de Arrochella
Nota: 5,5/10
Origem: Douro
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

sexta-feira, abril 29, 2011

Vale da Judia Branco Moscatel 2009

No seguimento de anos anteriores: ganda pinta. E baratíssimo. Grande aposta. Sou fã. A casta moscatel adoça-o um pouco, mas está bem…
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Origem: Regional Península de Setúbal
Produtor: Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões
Nota: 6/10

quinta-feira, abril 28, 2011

Herdade das Servas Tinto Vinhas Velhas 2005 distinguido no IWC

O International Wine Challenge (IWC) Library Collection 2010 acaba de distinguir o Herdade das Servas Tinto Vinhas Velhas 2005, ao atribuir-lhe 88 pontos e dando-lhe acesso directo à «The Library Collection 2000 & 2005 Vintages», uma restrita lista de vinhos com cinco e dez anos, classificados com uma pontuação superior a 85.
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Este é o segundo ano consecutivo que um vinho da Herdade das Servas, ambos sob a marca topo de gama (Herdade das Servas), consegue este feito. No ano passado o privilegiado foi o Herdade das Servas Tinto Reserva 2004, com 90 pontos.
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O Herdade das Servas Tinto Vinhas Velhas 2005 é um vinho que resultou de um lote de três castas: 40% de touriga nacional, 30% de alicante bouschet e 30% de syrah. Em 2009, arrecadou uma medalha de prata no International Wine Challenge de 2009.
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«Uma das características que imprimimos aos topos de gama da Herdade das Servas, categoria onde se incluiu o Vinhas Velhas, é precisamente o facto de serem vinhos com elevado potencial de envelhecimento. Este galardão vem confirmar o cumprimento do nosso objectivo, o que nos deixa bastante satisfeitos»! – afirma Luís Mira (produtor a par com o seu irmão Carlos Mira).

Morgado de Santa Catherina Reserva 2008 brilha na ExpoVinis Brasil

Companhia das Quintas vê o seu Morgado de Santa Catherina Reserva Arinto Bucelas 2008 ganhar, na categoria «Vinhos Brancos – Outras Castas», a 6ª edição do concurso «Top Ten» 2011, realizado na ExpoVinis Brasil 2011 - 15º Salão Internacional do Vinho.
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A ExpoVinis Brasil, considerado o maior encontro de vinhos da América Latina, elegeu o Morgado de Santa Catherina Reserva Arinto Bucelas 2008 como um dos dez melhores vinhos a concurso na 6ª edição do «Top Ten». Esta é uma das distinções mais prestigiantes no mundo dos vinhos e um dos pontos fortes do ExpoVinis Brasil, contribuindo para a comercialização e divulgação dos vinhos distinguidos.
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As provas do «Top Ten» são realizadas totalmente às cegas por um júri especializado, composto por críticos, escanções e degustadores de associações e escolas. Ao todo, foram avaliadas dez categorias: «Espumantes nacionais», «Espumantes importados», «Brancos: sauvignon blanc», «Brancos: Chardonnay», «Brancos: outras castas», «Rosés», «Tintos nacionais», «tintos novo mundo», «Tintos velho mundo» e «Fortificados e doces».
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Assinado pelos enólogos João Corrêa e Nuno do Ó, o Morgado de Santa Catherina Reserva 2008 é um vinho da Quinta da Romeira (Bucelas), 100% arinto.

Enoport ganha em Berlim

O produtor da região vitivinícola do Tejo Enoport United Wines foi distinguido no concurso alemão Berliner Wein Trophy como o «Melhor Produtor Português de Vinhos Tranquilos». Para o presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo), José Pinto Gaspar, este reconhecimento constitui um exemplo e um estímulo para os demais produtores da região.
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«A distinção conferida à Enoport é também um prémio para toda a região vitivinícola do Tejo, que se tem afirmado, quer em Portugal, quer no estrangeiro, como uma região de elevado potencial na produção de vinhos de qualidade», refere.
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Além deste prémio, o júri da edição de 2011 do Berliner Wein Trophy atribuiu ainda duas medalhas de ouro a vinhos da Enoport, nomeadamente ao Serradayres Branco 2010 e ao tinto Cabeça de Toiro Reserva 2008.
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Também o vinho regional do Tejo Monte da Casta Tinto 2009, produzido na Quinta da Lagoalva, foi premiado com uma medalha de ouro.
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O concurso Berliner Wein Trophy 2011, realizou-se em Berlim, entre 3 e 6 de Fevereiro, promovido pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho.

Esporão lança monovarietais

A Herdade do Esporão acaba de lançar os novos vinhos da sua renovada gama de monocastas: touriga nacional, syrah, petit verdot e alicante bouschet. Estes vinhos distinguem a superior qualidade demonstrada por estas castas no ano de 2008, e caracterizam-se pela sua baixa produção, de cerca de 5.000 litros de cada variedade. O syrah e o petit verdot são estreias absolutas nesta gama.
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A selecção dos monocastas parte de um intenso trabalho de experimentação e colaboração das equipas de enologia e viticultura do Esporão. Assenta na vinificação de pequenos lotes em extreme da mesma casta provenientes de talhões distintos, em que o objectivo final é compreender e potenciar o carácter de cada casta, associado ao tipo de solo e micro-clima em que está instalada. A conclusão deste trabalho de ensaios contínuo das duas equipas, resume-se no lançamento destes vinhos de carácter singular, vindima após vindima.
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Na colheita de 2008, as temperaturas e a precipitação comportaram-se dentro das médias dos últimos dez anos, sendo que o Verão ficou marcado pela ausência de chuva nos meses de Junho, Julho e Agosto.
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Além do conhecimento das potencialidades vínicas de diferentes variedades de uvas, os quatro vinhos monocasta afiguram-se adequados a momentos diferentes, intensos e exploratórios. Trata-se de uma experiência de degustação muito especial, indicada para conhecedores mas aberta a todos os que têm um apelo irresistível por provar vinhos de autor e terroir.

Reserva do Comendador Branco 2009 ganha ouro em Bordéus

O vinho branco Reserva do Comendador 2009 da Adega Mayor foi premiado recentemente com uma medalha de Ouro no Challenge International du Vin. A 35ª Edição deste concurso recebeu, nos dias 8 e 9 de Abril, em Bordéus (França), um total de 4624 amostras de vinhos provenientes de 35 países produtores, que foram degustadas por 768 profissionais e apreciadores de vinhos de todo o mundo.
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Portugal foi dos países premiados que fez parte dos TOP 5, recebendo um total de 82 medalhas (Ouro, Prata e Bronze. O vinho branco Reserva do Comendador 2009 da Adega Mayor foi considerado um dos melhores vinhos do país, na categoria de «Brancos», galardoado com uma das duas únicas medalhas de Ouro que foram atribuídas a vinhos brancos portugueses.

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Proveniente das castas antão vaz, roupeiro e arinto, o vinho branco Reserva do Comendador 2009 é proveniente de cachos vindimados manualmente e submetidos a uma escolha seleccionada na vinha e na adega.

Quinta da Alorna Verdelho 2009

Fresco, suave, apetecível. Fruta boa, tropical não demasiado atacante do bom senso.
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Origem: Regional Tejo
Produtor: Quinta da Alorna
Nota: 5,5/10

quarta-feira, abril 27, 2011

Cadão Reserva Branco 2009

Vinho prazenteiro, despretensioso. Gostei. Boa fruta, sem ser enjoativo. Gostei.
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Origem: Douro
Produtor: Mateus & Sequeira
Nota: 5/10

terça-feira, abril 26, 2011

Terra a Terra Reserva Tinto 2008

Bom prazer me deu. Bom para recomendar. Não é estratosférico, mas faz muito boa figura.
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No nariz não é muito entusiasmante, mas na boca dá felicidade.
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Origem: Douro
Produtor: Quanta Terra
Nota: 6/10

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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

segunda-feira, abril 25, 2011

Loios Tinto 2010

Tendo em conta o segmento de preço. Tendo em conta que se trata dum vinho novo. Tendo em conta que é muito bem feito… mas não é, de todo, um vinho que me fique na memória. Tásse bem com ele. Tásse.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: J. Portugal Ramos
Nota: 4/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

domingo, abril 24, 2011

Loios Branco 2010

Fresco, fácil… fruta fresca. Óptimo para as estações da Primavera e do Verão.
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Origem: Regional Alentejano
Produtor: J. Portugal Ramos
Nota: 5,5/10
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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.

sábado, abril 23, 2011

Fladgate declara vintage em 2009

As casas de vinho do Porto do grupo The Fladgate Partnership declaram Vintage 2009, informou o grupo em comunicado, envolvendo as casas Taylor, Fonseca e Croft e uma pequena quantidade de vintage Quinta de Vargellas Vinha Velha.
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As condições quentes e secas do ano vitícola de 2009, em conjunto com o recurso à pisa em lagares tradicionais – método do qual as casas não abdicam – produziram vinhos «monumentais e de grande guarda», refere a The Fladgate Partnership.
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Diz o comunicado que «é raro que numa década sejam produzidos mais de três vintages clássicos». O Vintage 2009 dá seguimento a uma série de três vintages (2000, 2003 e 2007.

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No Douro, o ano de 2009 foi marcado pela baixa fertilidade das videiras e por uma época de maturação muito seca. Os rendimentos foram muito baixos e os mostos excepcionalmente densos e concentrados, com grande intensidade de cor e elevados teores de taninos e açúcar. «O que põe em evidência que, apesar de podermos beneficiar dos muitos investimentos feitos nas vinhas, é no final a natureza que tem a última palavra - refere a Fladgate.
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O lote do vintage Taylor’s tem por base os vinhos das quintas de Vargellas e Terra Feita. Desde 2000 que a quinta do Junco também contribui, em menor proporção, para os lotes de vintage Taylor, é também o caso do 2009.
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O Fonseca 2009 é constituído por vinhos das quintas do Panascal e do Cruzeiro, entrando também no lote uma pequena quantidade de vinho da quinta de Santo António, convertida recentemente para a viticultura biológica.
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O 2009 da Croft provém inteiramente da quinta da Roêda.
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David Guimaraens, enólogo do grupo, comenta: «Há mais de vinte anos que não vemos uma intensidade de cor e um índice fenólico como este. Para mais, a qualidade da fruta é excepcional e os vinhos apresentam uma acidez excelente».
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O vintage de 2009 tem a particularidade de ser o primeiro terminado em nove, a ser declarado por qualquer uma das três casas desde o século XIX.
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Devido aos baixos rendimentos na vindima, as quantidades a engarrafar são significativamente inferiores às dos últimos três vintages declarados, sendo de prever que tenham de ser rigorosamente rateadas. Os vintage da Fladgate estarão disponíveis no mercado a partir do Outono.

terça-feira, abril 19, 2011

Prémio para Monte das Servas

O Monte das Servas Tinto Colheita Seleccionada 2008, do produtor alentejano Serrano Mira, foi na sexta-feira, dia 15 de Abril, galardoado com uma medalha de ouro na 35.ª edição do Challenge International du Vin (2011), em França. Neste concurso foram avaliados 5.000 vinhos provenientes de 35 países.

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Esta vitória surge dias depois do Monte das Servas Tinto Colheita Seleccionada 2008 ter sido seleccionado entre um total de 834 vinhos num concurso de distribuição da Liquor Control Board of Ontario (LCBO). A Herdade das Servas alarga assim a sua distribuição e portefólio de produtos presentes no Canadá, sendo este um mercado internacional de grande relevo.
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Este vinho surge a partir de quatro castas em percentagens diferentes: 40% de touriga nacional, 25% de alicante bouschet, 20% aragonês e 15% de trincadeira. De realçar que a touriga nacional afinou isoladamente durante 12 meses em barricas de carvalho francês (70%) e americano (30%), tendo o restante lote guardado em inox. Depois de estabelecido o lote, foi engarrafado e estagiou mais seis meses em garrafa na cave da Herdade das Servas.

quarta-feira, abril 13, 2011

Certificação aumenta no Tejo

O volume de litros de vinho certificados do Tejo aumentou 30% no primeiro trimestre de 2011, face ao período homólogo do ano passado, revela a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo).
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Segundo os dados daquela entidade certificadora, entre Janeiro e Março deste ano, foram já certificadas perto de quatro milhões de garrafas de vinhos DOC e regionais.
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«O desempenho na certificação está a subir pelo quinto ano consecutivo e, se nos restantes trimestres do ano mantivermos o ritmo de crescimento a 30%, ficaremos muito perto de atingir os 16 milhões de selos fornecidos» - refere José Pinto Gaspar, presidente da CVR Tejo.
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O mesmo responsável adianta que tem como objectivo conseguir, até 2013, ano em que finalizará o seu segundo mandato, aumentar a receita decorrente das certificações para os 600 mil euros, valor equivalente a 50% do orçamento anual da CVR Tejo.
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José Pinto Gaspar justifica a ambição de melhorar continuamente o desempenho na certificação, recordando que a região vitivinícola do Tejo é das que mais produz a nível nacional. «A região do Tejo produz anualmente 650 mil hectolitros de vinho, dos quais apenas 15% são certificados, o que nos coloca como a região nacional com maior potencial de crescimento na certificação».
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Actualmente, são 80 os produtores do Tejo que certificam os seus vinhos, número que a CVR Tejo quer elevar para 85 nos próximos dois anos.

terça-feira, abril 12, 2011

Wine & Spirits premeia Quinta de Fronteira

A Wine & Spirits acaba de divulgar, na edição de Abril, que atribuiu 95 pontos (em 100 possíveis) a dois vinhos tintos do Douro de 2008 produzidos pela Companhia das Quintas, depois de o seu painel de especialistas ter apreciado um conjunto de 157 amostras de tintos portugueses.
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Os dois vinhos distinguidos, com duas das três mais elevadas pontuações atribuídas pelo referido painel de provadores, são ambos da mesma propriedade: o Quinta da Fronteira Grande Escolha Douro 2008 e o Quinta da Fronteira Reserva Douro 2008.
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A Quinta da Fronteira está inserida no Parque Natural do Douro Internacional, na sub-região do Douro Superior, junto a Barca d’Alva. Com cerca de 70 hectares de vinha plantados, parte destes em socalcos e com uma extensa frente de rio.
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Assinado pelos enólogos João Corrêa e Jorge Serôdio Borges, o Quinta da Fronteira Grande Escolha 2008 é o resultado da selecção das melhores parcelas da vinha com base em touriga nacional e touriga franca.
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Quanto ao Quinta da Fronteira Reserva 2008, da autoria da mesma equipa de enologia, nasceu da combinação das castas touriga nacional, touriga franca e tinta roriz plantadas nos patamares de xisto. Estagiou 20 meses em barricas de carvalho francês.

quarta-feira, abril 06, 2011

Lavradores de Feitoria sobe nas exportações

A Lavradores de Feitoria alcançou em 2010, segundo informação divulgada pelo Instituto do Vinho do Porto (IVDP), a sexta posição no ranking de exportadores de vinhos DOC Douro. Este foi o ano em que a empresa esteve mais perto do topo, tendo vindo a afirmar-se de forma gradual no mercado internacional.
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Contribuíram de forma decisiva mercados como a Noruega e a Polónia, onde os vinhos da Lavradores de Feitoria estão a ter uma aceitação acima das expectativas iniciais.
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Foi na Noruega que a Lavradores de Feitoria venceu, por três anos consecutivos, a prova de melhor vinho na categoria bag-in-box, entre vinhos de todo o mundo. A produtora de vinhos duriense está presente em 19 mercados: Alemanha, Angola, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos da América, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Noruega, Polónia, Reino Unido, Suíça e Tailândia.
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O mercado internacional é, actualmente, responsável por 60% das vendas da Lavradores de Feitoria, tendo-se registado um aumento de 29% em 2010 (face a 2009). A performance ultrapassou a tendência do sector, cujo aumento foi na ordem dos 17%, segundo anunciou o secretário de Estado das Pescas e Agricultura, Luís Vieira.

terça-feira, abril 05, 2011

Sogrape lança Quinta de Carvalhais Reserva Tinto 2007

A Quinta dos Carvalhais acaba de lançar um Reserva Tinto 2007, um acontecimento que só se verifica quando o produtor considera serem anos excepcionais.
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Para Manuel Vieira, enólogo da Sogrape Vinhos, este é um Dão «que escapa um pouco aos cânones dos tintos da região, já que, em vez da tradicional predominância da casta touriga nacional» se encontra um vinho feito mais à base da tinta roriz, que «em 2007 teve um ano verdadeiramente excepcional».
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Ainda segundo o enólogo da Quinta dos Carvalhais, este Reserva 2007 «é um tanto surpreendente e coloca um desafio aos apreciadores, pois apresenta um perfil mais austero e uns taninos mais afirmativos, próprios da tinta roriz. Uma casta que neste vinho revela todo o seu enorme potencial».
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Manuel Vieira considera que está pronto a ser consumido, mas realça «a enorme capacidade de evolução que o vinho ainda apresenta em garrafa».
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De acordo com o comunicado da empresa, «este Reserva 2007 resulta da conjugação de duas castas marcantes, em que a touriga nacional confere ao vinho aromas florais, estrutura, cor e taninos firmes e elegantes, enquanto a predominante tinta roriz lhe imprime fruta intensa e um aroma viril».

sábado, abril 02, 2011

Quinta da Ribeira de Caparide 1995

Bom dia, disse-lhe eu quando a viu. Ela fingiu que não gostou e fez-se desentendida. Tomei uma posição firme e disse-lhe: «anda cá». E ela veio. Tratei-a com amor e carinho e, uns dias depois, abati-a! Sou um psicopata.
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Mostrou boa evolução, mas conservando encanto e prometendo continuação de vida de pecado. É propriedade do Patriarcado de Lisboa? Vinho santo!
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Origem: Carcavelos
Produtor: Quinta da Ribeira de Caparide
Nota: 7,5/10

sexta-feira, abril 01, 2011

TN Terras do Minho Touriga Nacional Rosé 2010

Bem, parece que abriu a época de caça ao rosé. Pum! Pum! Pardalito abatido. Para ser sincero, este chegou-me ainda no Inverno, e lá para trás, mas a preguiça dos meus dedos foi tanta, que deixei os vinhos todos atrasados.

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Pois sim, gostei. Com a fruta madura gulosa, mas sem a xaropada dos roses que andam por aí a «fazer». Frescura, leveza…

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Sim, é de touriga nacional. Agora não há cão nem gato que não seja emprenhado pela touriga. Ok, é a grande casta portuguesa… bolas! Não é a única. Agora é a monocultura da dita?! Ok, tudo bem, o vinho está bem.

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Virtude é também ter 11 graus. Apre, já não era sem tempo. Um rosé quer-se leve. É com cada tiro directo aos miolos que um tipo leva, que penso três vezes antes de beber um rosado.

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De lamentar o vedante. Rosca. Rosca? Ok, é mais prático. É mais barato. Um vinho novo e para consumo rápido não precisa da rolha. Pois não, mas, então, se são os produtores portugueses os primeiros a mandar balázios na cortiça, os consumidores bem podem fazer o mesmo… por que raio hei-de beber vinho português?

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Fora isso, foi fixe bebê-lo.

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Origem: Vinho Verde

Produtor: Quinta da Lixa

Nota: 6/10

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Nota: Este vinho foi enviado para prova pelo produtor.