A Nespresso lançou o
seu mais recente café «Limited Edition», o Dhjana. Esta é a primeira mistura de
edição limitada a ser inteiramente originária do programa «Nespresso AAA Sustainable Quality».
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A marca apresenta todos os anos dois grands crus,
por um período limitado. Os especialistas de café viajam constantemente e
visitam as melhores regiões em plantação de café do mundo. «Os cafés “Limited Edition
Nespresso” visam surpreender e encantar continuamente», refere a marca em
comunicado. A empresa recomenda que o Dhjana seja servido chávena de bica de 40ml.
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Das colinas de
Mogiana, no Brasil, o Dhjana retira «o equilíbrio e intensidade dos melhores arábicas
da região». O texto oficial salienta que os arábicas cultivados no coração da
floresta tropical da Costa Rica «acrescentam uma textura aveludada, com subtis
notas lácteas, enquanto refrescantes notas frutadas surgem dos céus
naturalmente nebulosos dos Andes colombianos. A partir do coração da vegetação
protegida por árvores de copas altas, o robusta indiano traz-lhe corpo e poder,
matizado por uma fina amargura».
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A Nespresso gere o cultivo de café a nível global, que
«através deste programa AAA é protegido, reforçado e melhorado». O programa «Nespresso
AAA Sustainable Quality» foi lançado em 2003, em parceria com a Rainforest
Alliance, «para ajudar a proteger o futuro do café da mais elevada qualidade e
garantir as condições de vida dos agricultores que o cultivam», salienta o
mesmo comunicado. «O Programa AAA dá aos produtores de café formação, suporte e
assistência técnica para melhorar a produtividade assegurando a sustentabilidade
e mantendo sempre a mais elevada qualidade».
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A Nespresso segue o
seu programa «Ecolaboration», uma plataforma de «desenvolvimento sustentável»,
que «visa reduzir o impacto ambiental da sua actividade, tendo assumido três
compromissos até 2013: obter 80% do seu café a partir do “Programa AAA
Sustainable Quality”; implementar sistemas no sentido de triplicar a capacidade
de reciclar cápsulas usadas em 75 % (por quantidade global); e reduzir em 20% a
pegada de carbono por chávena decorrente do conjunto da sua actividade.
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No final de 2010,
mais de 60% do café Nespresso, produzido por cerca de 40 mil produtores, era já
proveniente deste programa.
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