Morada: Rua Rodrigo da Fonseca 87 D - Lisboa
Telefone: 21 380 83 83
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Que bem comi no Bocca!... Alguns pratos vão, com certeza, perdurar nas papilas gustativas da minha memória. Fui muito bem recebido. O serviço foi impecável e simpático, atento e cortês.
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Cheguei lá com o amigo VC, que me aguardava com um copo de Hendrick’s tónico, que só foi pena não vir frutado com pepino. Adiante, que isso é pormenor. A carta de vinho é bem fornecida, com preços equilibrados e desencentivando os lugares-comuns dos menos interessantes.
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Na mesa escolhemos o menu de degustação, sendo que o meu chegou com duas diferenças, devido à minha intolerância a peixe fresco (e a quase todos dos não frescos também).
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Por ordem de chegada e com brevíssimas notas: carpaccio de pato mudo (ligeiramente doce, mas sem estragar o efeito na boca); boletos salteados com creme de aipo (trufado e delicioso, o meu coração, estômago e mente entregaram-se a este prato); fois gras salteado com tarde te manga, caviar de cacau e redução de ginja d’ Óbidos (não apreciei muito o cacau ali no meio, mas o conjunto estava delicioso); algodão doce com raspas de erva que desconheço (um limpa boca, deste não gostei mesmo nada, aliás, a única coisa); bochecha de porco preto estufada em vinho tinto, grelos salteados e maçã reineta (ui, ui, ui… bateu-se arduamente como o melhor prato da noite com o creme de aipo… fantástico); a sobremesa foi um sortido de doces da casa, em que destacou o coulant de chocolate.
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Os vinhos e suas combinações impecáveis, com a excepção do Moscatel de Setúbal servido com as sobremesas, que ficou claramente abaixo da qualidade dos restantes vinhos e dos pratos.
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Cheguei lá com o amigo VC, que me aguardava com um copo de Hendrick’s tónico, que só foi pena não vir frutado com pepino. Adiante, que isso é pormenor. A carta de vinho é bem fornecida, com preços equilibrados e desencentivando os lugares-comuns dos menos interessantes.
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Na mesa escolhemos o menu de degustação, sendo que o meu chegou com duas diferenças, devido à minha intolerância a peixe fresco (e a quase todos dos não frescos também).
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Por ordem de chegada e com brevíssimas notas: carpaccio de pato mudo (ligeiramente doce, mas sem estragar o efeito na boca); boletos salteados com creme de aipo (trufado e delicioso, o meu coração, estômago e mente entregaram-se a este prato); fois gras salteado com tarde te manga, caviar de cacau e redução de ginja d’ Óbidos (não apreciei muito o cacau ali no meio, mas o conjunto estava delicioso); algodão doce com raspas de erva que desconheço (um limpa boca, deste não gostei mesmo nada, aliás, a única coisa); bochecha de porco preto estufada em vinho tinto, grelos salteados e maçã reineta (ui, ui, ui… bateu-se arduamente como o melhor prato da noite com o creme de aipo… fantástico); a sobremesa foi um sortido de doces da casa, em que destacou o coulant de chocolate.
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Os vinhos e suas combinações impecáveis, com a excepção do Moscatel de Setúbal servido com as sobremesas, que ficou claramente abaixo da qualidade dos restantes vinhos e dos pratos.
3 comentários:
É bom não é? Ui, que saudades tenho. :))
é bom sim senhor!e só fui ao gastrobar (o bocca dos pobrezinhos!).
Que bebeste tu?
Miguel, bebi várias coisas, mas o que fixei foi o Primeira Paixão Verdelho
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