Domingo, Dezembro 31, 2006

Mal-amanhado

Rua da Alegria, 54 A - Lisboa (à praça da Alegria)
Telefone: 21 343 33 81
Encerra aos domingos e feriados

Primeiro, o preconceito: desconfio sempre dos restaurantes a que me leva ou recomenda o meu amigo Félix, como foi o caso deste.
Segundo, a razão: quem vê salas também vê refeições.
Terceiro, impacto: à porta críticas gastronómicas abonatórias, nomeadamente dos mais prestigiado e influente crítico português (José Quitério).
Quarto, conclusão: nem tudo é mau.
Calhou-me ir, em ranchinho, ao Mal-amanhado. Foi um jantar de antecipação de ano novo com amigos, com dinheirinho contadinho, aperto certo na bolsa, e vontade de degustar e conviver. O nome da casa parece bem e joga certo com a comida que se faz: a tradicional portuguesa. O que não percebo é o «restaurante típico» que por lá se escreve. Típico? De onde? Há coisas de todo o país e a «coisa» não está na Bélgica ou na Suíça ou noutra estranja para se arvorar de típica portuguesa. Portanto, típica de onde?
Já a sala é bem típica portuguesa e pelas piores razões: não há o mínimo cuidado estético ou preocupação em criar ambiente. Há por lá umas folhitas A4 com os retratos das empregadas com umas piadas caseiras para consumo interno e dos frequentadores assíduos, e é só. O sítio é feio. Depois é quente como o primeiro dos Infernos, até no Inverno. Não sei quem os convenceu de que é bonito, giro, moderno, eficiente, confiante ter a cozinha aberta para o refeitório... A isto acresce o ar condicionado. Resultado: lá jantei em manga curta e suando em pleno Dezembro.
O serviço tentou ser eficiente e despachado. Quanto a mim pareceu-me confuso. Alguma azáfama que cansava um pouco só de olhar e perturba quem quer jantar em sossego. Contudo, não tarda, porém não é brilhante... é mais agitação do que competência. Ah! E com aquela simpatia informal que está no limite, o que dá para brincar quando se tem poder de encaixe e motivação para jogos sociais... é um género muito tuga.
Outro ponto negativo no serviço foram os pratos. Há agora uma modinha, que este local também adoptou, que é servir as refeições em travessas. Antigamente vinham travessas para a mesa e servia-se para o prato. Perdeu-se o hábito e a comida hoje vem já empratada. Nem vou já por aí. Mas agora ter de comer numa travessa? Qualquer dia trazem a panela para a mesa. Desta vez não contestei, pediram-me calma.
Na mesa estavam, para começar, pratinhos com salada de polvo (saborosa), salada de atum (ao que consta não era de lata - não como peixinho deste), salpicão (tragável) e queijo da Serra derretido e morno (não percebi as vantagens do aquecimento, mas topei as desvantagens). Dos pratos provei o bacalhau na telha (uma especialidade da casa), que estava salgado e com um toque avinagrado, mas que só não simpatizei por género, e umas plumas de porco preto grelhadas que só tenho a dizer que eram plumas e de porco preto (vinham com boas batatas em quartos crescentes e couve salteada com broa, ambas muito apaladadas). O meu prato foi naco de mirandesa com cogumelos selvagens. Foi? Não foi! Primeiro não era um naco, eram bocadinhos de carne. Segundo, aquela carne era tanto de mirandesa quanto eu sou etíope. Terceiro, os cogumelos selvagens são de frasco ou dos desidratados. Portanto, naco de mirandesa, pois sim, está bem!
Já quanto aos doces nada a apontar de negativo nos dois que provei: rançoso e pudim real de Bragança, embora este último não deslumbre.
O pior foi o vinho. No que respeita a brancos a carta é uma vergonha, pelo número de vinhos e pela gama dos mesmos. Tudo muito desinteressante, só vinhos de combate. Poucos e indiferentes. Nos tintos, a coisa melhora, mas não muito. O panorama é um pouco o mesmo, dando-se prioridade aos vinhos de grande consumo.
Os preços dos vinhos estão... claro, clarinho... impraticáveis. Os de combate multiplicados por três e os outros upa upa. Não há grande margem de manobra. Naquele ambiente de classe e requinte avança-se sem hesitação para uma preciosidade baraticha, porque não há suicidários. Ainda propus uma Quinta da Lagoalva de Cima Alfrocheiro 2003. Mas os 18 euros que pedem, desencorajam a vontade de se beber um vinho decente. A refeição marchou com um Terras do Pó 2005 «e mai nada»!
A bebida veio, mas não havia condições para a prática da modalidade. Estava intragável. O pobre do vinho estava a uns 24 graus! Ou mais!... Foi o jantar todo a pedir para refrescar o dito, com incómodos e avisos. O que mais me encanita é que na lista consta um Barca Velha (147 euros)... Será que alguém com juízo o vai pedir? Estou a ser mau? Um exemplo de como o vinho ali é «mimado»: na montra está exposta, com orgulho certamente, uma garrafa de Fereirinha Reserva 1991. O rótulo está comido pelo Sol. O que faz ali aquele vinho. Alguém o vai beber? Servem-no se o pedirem? Gostam de estragar? Será que sou mau?
Tudo isto somado e como se não tivesse razão argumentaram-me: também só pagaste 21 euros. E então? Jantei num sítio feio, comi uma fraude, cozinho melhor em casa, bebi um vinho banal, tenho melhores copos em casa e bebo em melhores condições... Conheço restaurantes, na inflacionada Lisboa, onde se paga o mesmo ou pouco mais e se vem melhor amanhado. Por mim, achei dinheiro deitado à rua.

Nota: Bom foi mesmo o convívio dos amigos.

31 comentários:

Nuno de Oliveira Garcia disse...

Caro amigo,

Comi faz já 2 anos (também pelo Natal) no "Mal Amanhado". Correu taõ mal que nunca lá mais voltei.

N.

Pingus Vinicus disse...

Será que estamos perante um nome bastante adequado: "Mal amanhado"!?
Em certas regiões do nosso país esta expressão quer dizer: mal feito, trapalhão...

Um abraço

Anónimo disse...

Espero que gostes de jantar na Charcutaria Francesa dentro de dias! Cuidado porque a lembrança foi do teu amigo Félix e parceira!

Beijinhos

O amigo Félix

Anónimo disse...

Esqueci-me das aspas na "Charcutaria"... desculpa lá!

O amigo Félix

João Barbosa disse...

Grande Félix, amanhã lá estaremos. Abraço.

Anónimo disse...

Amigo João,

Até posso concordar com algumas das coisas que escreves. Ele há coisas que não são admissíveis (ementas "aditivadas"), o preço escandaloso dos vinhos (drama nacional no panorama da restauração), agora uma coisa é certa, o Mal-amanhado tem aquela mais-valia de não se vender mais do que aquilo que é, um restaurante para comer normalmente, com amigos, sem pretenções a ser mais do que aquilo que é (sim, é muito infeliz as folhas fotocopiadas!!!!)...
Sinto falta, muita, de casas de pasto onde se possa comer em toalha branca de tecido, em pratos simples com uma linha azul no rebordo, e uma ementa fotocopiada (ou melhor ainda, copiada a papel químico... que saudades daquele azul à nosso Belém!), e onde a comida é simples, simplesmente bem feita, e simplesmente bem apresentada.
Nesta cidade cabisbaixa, cada vez mais terás os restaurantes armados ao pingarelho que mais não fazem do que confeccionar bem a comida (o que devia ser uma obrigação de todos os que têm porta aberta) mas o embrulho (a decoração, a música, os empregados...), são todos "moderninhos" (como dizem os nossos amigos brasileiros!). Temos de acabar com este reino dos "wallpaper" restaurantes, normalmente frequentados por pessoas que não sabem comer, mas para quem "todo o burro come palha... só é preciso saber apresentar-lha"... por burro entenda-se 99% dos críticos gastronómicos da nossa praça e seus seguidores devotos!
Cá por mim, a mesa faz-se com as pessoas que estão á sua volta... de preferência com um bom prato e um bom vinho... e isso nunca vi na crítica lusa à "boa mesa". Para comer bem, infelizmente, cada vez é mais em casa dos amigos e na nossa própria casa (até porque aí somos nós que escolhemos a música!)
Como sempre o nosso abraço (forte e robusto).

O Amigo Félix

(nem de propósito estou a ouvir o vinil do "Hoje Há conquilhas, Amanhã não sabemos")

João Barbosa disse...

Robusto? Além do abraço, um charuto é que marchava... amanhã levo dois

ez disse...

Embora confesse que o meu palato não é tão apurado quanto o seu, também lá comi e ...."mal empregado" dinheiro!

Encontrei o seu blog enquanto procurava na web alguma informação sobre um Colheita Tardia - Estremadura, que hoje provei (num curso de iniciação com o JPMartins) e do qual gostei muito!

PArabéns pelo blog!
Acompanhá-lo-ei, seguramente!
de preferência, com um Riedel na mão! (de preferência, com um bom conteúdo!)

João Barbosa disse...

Caro EZ: Como sabe se o seu palato não é tão apurado quanto o meu? Não tem o meu para comparar... ;-) Isto cada um tem o seu (faz lembrar uma graçola do Herman...).
Volte sempre com o seu copo Riedel, comentários e com bom conteúdo. Saudações.

Anónimo disse...

santinho!

Anónimo disse...

v vb bnbn

Anónimo disse...

Eu sou cliente do Mal Amanhado e de outros restaurantes em Lisboa e cheguei á conclusão que o senhor realmente não sabe o que come

Anónimo disse...

Poderia se explicar melhor?

João Barbosa disse...

sr(a). Anónimo(a) das 1:54 AM: Santinho? Está bem, seja lá o que isso queira dizer.

sr(a). Anónimo(a) das 1:55 AM: Queria escrever qualqur coisa? nÃO SE PERCEBE.

sr(a) Anónimo(a) das 2:07 AM: Sei perfeitamente onde como e onde não quero voltar a comer. O Mal Amanhado é um desses sítios. A avaliar por outros comentários aqui colocados há mais gente que não gosta do sítio. Diz-me a experiência que não há nada como dizer mal de um restaurante para surgirem comentários anónimos a defendê-lo. É só uma curiosidade.

sr (a) Anónimo(a) das 2:12 AM: Explicar melho? O que é que não percebeu? Que anunciam coisas na lista que depois não vêm no prato? Que o serviço é mau? Que o vinho é destratado? Por favor leia o texto ou leia novamente o texto para não ter de o escrever aqui novamente.
Saudações

Anónimo disse...

" SR. JOÃO BARBOSA "

Depois de ler o seu blog, não preciso de ser psicologo ou formado para perceber que tem problemas de identidade. Mas eu vou desmontar toda a sua identidade e pseudo-cultura.Como facilmente se nota o "SR" nem é bom nem é mau, nem é peixe nem é carne, mas tenho a certeza que é um grande cobarde, irresponsável e passo a explicar porquê:

1º Como lhe venderam gato por lebre, isto é vitela Mirandesa que o "SR" afirma que não é, e alguém está a usar uma marca registada e certificada ilegalmente e como isto não são cassetes piratas que se vendem nas feiras, é de saude publica que se trata, o "SR" não só não deu a cara como não denunciou de todas as formas possiveis o assunto ás autoridades competentes e refugiou-se por detrás de um computador.

2º Mas como eu disse no principio, o "SR" nem é peixe nem é carne, porque se tivesse tudo que identifique um homem, não teria deixado o assunto sem ser resolvido.

3ºÉ exctamente isto que fazem as pessoas com problemas de identidade, irresponsáveis, incompetentes e ignorantes, porque gostar ou não gostar é natural, criticar está bem e é saudavel quando se faz com elevação, sabedoria e frontalidade coisas que o "SR" não tem ou melhor, só os homens!

4º O "SR" é tão infeliz que para além de não saber o que comeu, lê muito mal! Fala de queijo da serra, que não é da serra, fala de atum, onde era carne, de salpicão que não era, de naco que não era, de cogumelos de lata ou desidratados que também não são e se de alguma coisa tinha razão deixou de ter credito.

5º Por falar de credito, isto vem a proposito de o "SR" achar abonatória a critica do Sr. José Quitério- bateu á porta errada! Nem profissionalmente nem particularmente nunca precisei de fiadores para nada, não ostento riqueza a credito, nunca vivi debaixo das saias da mamã ou abonado pelos papás, ao contrário do "SR" nem isso deve ter porque, até os centimos conta para ir comer a um restaurante.

6ºO "SR" faz parte infelizmente da grande fatia de parasitas que apenas sabem vomitar e escondem-se atrás do muro chamado "net" a gritar e a fazer barulho para saberem que estão ali, de outra maneira não se conhecem porque não dão a cara a não ser aos seus amigos iguais a si, não sabem fazer nada, não produzem, multiplicam-se como as bactérias e exactamente por estes incapazes somos conhecidos pelo cu da Europa.

7º Eu sou, Bento Barbosa, nome próprio, proprietário do Mal Amanhado e cozinheiro, convido-o a sair detrás do computador a dar a cara, não fuja como os ratos, venha resolver o assunto e mostre a sua sabedoria.Estou em desvantagem, mas não tenho medo, não tenho nada a esconder. Tenho um estabelecimento publico, estou identificado e o "SR" não; sabe o que eu faço e eu não sei o que o "SR" faz, diz que é formado, eu não sou, mas como vê estou a dar a cara. Não vomito falo apenas daquilo que sei, não tenho medo das criticas nem do dialogo, não tenho medo de enfrentar a verdade.

Anónimo disse...

MAS QUE GRANDE ESTALADA...

João Barbosa disse...

O Sr. Que se diz Bento Barbosa e proprietário do Mal-Amanhado é o que se chama um carroceiro. Sem meias palavras. O sr. é mal educado e faz considerações que não sabe e não pode.
O que o incomoda é que tudo o que escrevi é verdade. O que o motiva não é a crítica construtiva, porque essa é esta que aqui está, porque se souber ler até lhe elogio a mão de cozinheiro. Mas não compactuo com as asneiras. O sr. fala em elevação mas o seu discurso é duma total falta de nível.
Numa coisa o senhor tem razão: os portugueses devia pedir o livro de reclamações em casas como a que diz ser a sua. Já para não falar na bendita carne DOP que não o era...
Sabe, o senhor - se é o senhor o cozinheiro - até não cozinha mal, mas percebe tanto de restaurantes quanto eu de automóveis. E olhe, não sei a diferença entre um diferencial e um radiador.
E não recebo lições de coragem suas que aqui vem dizendo quem é e ser mal educado, quando sabe que tenho razão e outros leitores assinaram por baixo o que escrevi. Os meus dados constam do blog. Quer o quê, saber que sou jornalista? Quer o quê, o número da carteira profissional?
A menos que a coragem de que fala seja para mover um processo judicial... mas aí eu terei todo o gosto. E vamo-nos rir muito. Mas vao-nos rir mesmo muito. Pode ser que se lixe!...
A menos que a coragem de que fala seja como a elevação do seu discurso: porrada!
Homem, tenha juízo e aprenda que para ter um restaurante não basta saber cozinhar!

António Esteves disse...

Eu fui lá várias vezes e aquilo é muito mau. O tipo que aprenda a cozinhar.

João Barbosa disse...

Caro sranónimo ou talvez Bento Barbosa, já que gosta tanto de me ler, aconselho-o a espreitar o primeiro texto que surge neste blogue. é-lhe dedicado.
Saudações

João Barbosa disse...

Caro sr. anónimo ou talvez Bento Barbosa, já que gosta tanto de me ler, aconselho-o a espreitar o primeiro texto que surge neste blogue. É-lhe dedicado.
Saudações

Pedro Antunes disse...

O sítio é uma tasca horrorosa e come-se mal.

Ana Sousa disse...

Quem se mete com criadagem... o homem (o dito cozinheiro) é um ordinarão. Para que conste. Eu também lá fui e se escrevesse não teria sido tão simpática nas palavras. Sr. João Barbosa não se meta com gentinha dessa, deixe, desligue, siga em frente, que dos fracos não reza a História. Um dia a inspecção ainda lhe fecha a taberna.

Anónimo disse...

Nunca lá comi nem sei se vou comer, mas estive a assistir à polémica e os tipos do restaurante são mesmo gente sem educação. Devem vir das barracas.

João Barbosa disse...

Cara sra Anónima e sr. que se diz ser Bento Barbosa: Como expliquei acima, as pesquisas ficam registadas. Portanto, se desejam apurar alguma coisa a meu respeito podem fazê-lo.
Basta pedir. Porém, façam-no com educação. Não sei se conseguem, mas podem fazer um esforço.
Sabem, aqui já se demonstrou muita tolerância à Vossa falta de educação. Aqui não se exerce censura, apesar das grosserias e considerações abusivas. Aqui não se retira uma vírgula ao que foi escrito, porque aqui só se escrevem verdades. Aqui não há cobardes.
Portanto, se a sra Anónima ou o sr. que se diz Bento Barbosa anda pela internet a pesquisar dados sobre a minha pessoa tem, certamente, algumas intenções.
Não sei se para me dar uma lição corporal, vulgo correctivo, vulgo tareia, para ver se escrevo que a vaca comum é mirandesa. Não sei se para me fazer uma espera e chatear-me o juízo. Não sei se para me processar judicialmente. Seja para o que fôr, fique certo (a) que sei alguns, apenas alguns, dos seus passos.
Quer saber alguma coisa? Se fôr razoável o pedido, pode ter a certeza que o atendo. Já lhe(s) aturo aqui as faltas de educação (como aturei o gato por leebre e o mau serviço no restaurante) também lhe posso prestar esse serviço.

Anónimo disse...

Será que é desta que o cozinheiro se manca? Será que vai haver porrada? Eheheheheh! Será que lhe vai dar com o atum? Eu comi lá atum! Será que também me vai querer bater?
Ó Bento, vai dar sopa pró jardim!

Sr. Curioso disse...

Questões ao sr. Bento Barbosa
1) Sabendo que Terras de Pó custa 5 euros, quanto cobra por ele no seu restaurante?
2) Qual é a margem bruta e qual a margem líquida de ganho que tem com os vinhos em geral?
3) Muito embora desconheça as percentagens que poderá avançar, não crê que são exageradas uma vez que não acrescenta grande valor a um produto que já vem feito? Não pensa ser de certa forma imoral?
4) Sabendo que há queixas do vinho estar quente o que faria se um cliente lhe rejeitasse todas as garrafas por impróprias para consumo?
5) Por último, não pensa ser seu dever indemnizar os clientes por não saber servir um vinho no seu restaurante?
Eu, leitor deste blog, aguardo uma resposta sua.

P.Rosendo disse...

Que festa... não posso ficar calado.
O Sr.Bento Barbosa escreveu;
" não sabem fazer nada, não produzem, multiplicam-se como as bactérias e exactamente por estes incapazes somos conhecidos pelo cu da Europa".

Eu acho que estamos no cu da Europa exactamente por pessoas como o Sr., Sr. Bento Barbosa. Quando aqui vem ofender outras pessoas sem ter LIDO o que foi escrito. A critica até foi construtiva a meu ver, pois conheço bem o seu Restaurante.
Se lhe dizem o que está mal e ofende em vez de aceitar e tentar melhorar então é igual aos que chama parasitas e incompetentes.

Não me conhece mas fui algumas (ou muitas depende do ponto de vista) vezes ao seu Restaurante, sinceramente hà muito que não volto. Depois disto nem que fosse o unico restaurante aberto em Lisboa lá voltava.
Continue assim que vai por bom caminho.

Anónimo disse...

Só encontrei este blog por acaso... pesquisava o telefone do Mal-Amanhado e apanhei o blog no Google.
Tenho a dizer que vou ao Mal-Amanhado há alguns anos e ADORO! É fantástico! E todos os meus amigos gostam muito também! Frequentamos sítios óptimos, tais como: Herdade do Esporão, O Fuso, os melhores sítios no Porto, etc.
Os Portugueses são pessoas muito invejosas. (E contra mim falo porque sou também Portuguesa.) Mas é a mais pura realidade.
O Mal-Amanhado está entre os melhores! É EXCELENTE! Parabéns Mal-Amanhado!
E até breve!

João Barbosa disse...

caro Sr. Anónimo da 4:13 PM: Se gosta do Mal Amanhado ainda bem para si, não tenho nada a opor. Este texto é uma crítica e, como tal, baseia-se na opinião pessoal e na experiência pessoal, não pretende ser a verdade divina. Se ler os comentários verá que há opiniões para todos os gostos, embora pendam mais para a negativa, mas como lhe digo, cada um come onde quer e o que quer. Se gosta, que seja feliz.
Não percebi foi a afirmação da inveja, mas lá saberá, já que se confessou invejosa. Por mim refiro que não tenho inveja nenhuma em relação ao Mal Amanhado ou ao seu proprietário nem em relação a qualquer outro restaurante ou proprietário de restaurante, pois é actividade que nunca me interessou exercer, pelo que não se aplica.
Saudações

Anónimo disse...

Eu também conheci o blog por acaso e o Mal Amanhado por acaso também. Vim dar aqui com uma bela polémica e dá para ver quem tem razão, pois ler eu sei e comer também. No Mal Amanhado nunca mais como. Safa!

João Barbosa disse...

Caro anónimo das 11:11 PM: Obrigado pela confiança no blog, mas o princípio expresso anteriormente é válido aqui também. A crítica é uma opinião pessoal e baseada na experiência pessoal. Como já referi anteriormente cada um come onde quer e como quer.
Saudações